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GM encerra atividades na Venezuela

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A General Motors anunciou o encerramento de suas operações na fábrica de Valencia, Venezuela, depois de o governo forçar a interrupção das suas atividades. Ocorreu também o confisco de veículos e outros ativos da empresa.

Segundo o El Pais a intervenção aconteceu depois que o Tribunal de Justiça venezuelano deu ganho de causa à concessionária Chevrolet de Maracaibo, que questionava a não renovação de seu contrato de concessão em 2000. A alegação da GM, na época, era que o desempenho da revenda era insuficiente para o mercado venezuelano.

O volume de recursos em litígio é equivalente a US$ 4 bilhões 760 milhões. A GM informara, em comunicado, que o valor a ser pago “excede toda a lógica e inviabiliza as atividades da companhia de forma permanente”. Para a empresa o embargo é “improcedente, absurdo, fora da lógica jurídica para o processo. A GMV está tomando todas as medidas legais ao seu alcance para proteger todos os direitos de seus trabalhadores e seus ativos”.

A notificação de confisco foi enviada pelo tribunal do Estado de Zulia. A fabricante também informou, de acordo com o El País, que outros ativos, como veículos, foram “retirados ilegalmente de suas instalações”. A GM informou ainda que essa intervenção causará danos “irreparáveis” à empresa e a seus 2 mil 678 funcionários, às 79 concessionárias e aos fornecedores.

A intervenção na fábrica da GM chega em um contexto de profunda crise econômica e institucional do país. Instituiu-se o Plano Zamora, que é uma operação militar, policial e civil com o intuito de impedir um suposto golpe de Estado.

Fundada na Venezuela em 1948 a GM é a fabricante de veículos mais antiga do país e foi líder de mercado por mais de 35 anos. Possui capacidade para a produção de 45 mil unidades/ano, mas desde 2015 já não produzia nenhum veículo. Lá eram feitos os modelos Aveo LT 4 portas, Aveo LT 3 portas, Cruze, Orlando e Série N.

De acordo com o site venezuelano Flash de Motor nos últimos anos, e por várias razões, Fiat, Renault, Hyundai, Mitsubishi e Fuso também encerraram suas atividades industriais no país.


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