AD 338
112 AutoData Outubro 2017 Nissan T emos um enorme ponto de interrogação com relação à parte política. Mas, indepen- dente disso, existe uma sinergia que vai impulsionar as vendas.” Assim o paulistano Marco Silva, presiden- te da Nissan do Brasil, resume a ex- pectativa da empresa para 2018: “Será uma retomada menos acen- tuada do que foi a queda, mas o mer- cado crescerá.” A Nissan, diga-se, já tem motivos para comemorar tal retomada. Com- parando o desempenho dos oito primeiros meses deste ano com o de mesmo período do ano passado seus licenciamentos saltaram 26,7% – de 36 mil 376 para 46 mil 102 veículos: “Esse crescimento acontece de forma orgânica. Nós procuramos condições em mercados externos para impul- sionar a exportação”. Outro trunfo da empresa é o Kicks. Antes importado do México o SUV, que passou a ser brasileiro em junho, será, nas palavras do executivo, “um ponto importante de retomada desse crescimento sustentável”. Metade da produção da fábrica de Resende, RJ, está destinada ao Kicks, e os outros 50% dividem-se emMarch e Versa. A construção da fábrica consu- miu R$ 2,6 bilhões – e a recente nacio- nalização do Kicks custou mais R$ 750 milhões. Em julho, no embalo da chegada do SUV, a fábrica fluminense, onde trabalham 2,4 mil funcionários, abriu o seu segundo turno: Fé no Kicks Henrique Skujis | henriqueskujis@autodata.com.br Com bom desempenho do SUV, empresa projeta crescimento de 20% a 25% na produção da fábrica de Resende. Frontier será argentina. Marco Silva Divulgação/Nissan
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