AD 338
137 Outubro 2017 AutoData da história da MAN brasileira. A ideia do projeto nasceu na Europa, em 2012, e foi abortada quase que no seu nas cedouro porque o pessoal da área de veículos comerciais da VW considerou que havia pouco espaço para esse tipo de veículo, destinado à distribuição ur bana na Europa. No entanto o projeto foi imediata mente adotado pelo braço brasileiro da empresa como um símbolo do futuro nos mercados emergentes. ACORDO COM A MATRIZ – Rober to Cortes, presidente e CEOdaMANLa tin America, conta que “naquela época nossa percepção era justamente oposta à da matriz. As grandes cidades da nos sa região, principalmente no Brasil, es tavam legislando no sentido de proibir a circulação de caminhões grandes na distribuição urbana e não dispúnha mos de veículos leves no nosso port fólio para atender a essa demanda”. Ele, então, não teve dúvidas: colocou o desenho debaixo do braço e trouxe-o para o Brasil adotando o projeto. Na festa de apresentação foi visível a emoção de Albert-Johann Kirzinger, responsável pelo design da área de ca minhões da Volkswagen na Alemanha, ao ver a apresentação oficial do peque no Delivery. Durante sua explanação, na qual traçou os pormenores do dese nho do novo caminhão, fez questão de agradecer a Cortes pela oportunidade de ver o projeto concluído. De lá para cá foram cinco anos de desenvolvimento, um trabalho dirigi do pela engenharia brasileira da MAN e que contou com o apoio de fornece dores locais – vários tiveram grande destaque, como a Flama, encarregada do desenvolvimento da carroçaria, e a EDAG, que projetou o cockpit dos no vos caminhões. Outras empresas tam bém se destacaram, como a Cummins, fornecedora dos motores, e a Eaton, responsável pelas transmissões. O resultado prático de todo esse tra balho foi o lançamento de uma família completa de veículos leves batizada Delivery, que transformou a MAN em Produção de cabinas: 37 robôs e 60% de automação Divulgação/MAN
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