AD 338

18 AutoData Outubro 2017 Megale – Primeiro: o brasileiro raramente locava carro. Hoje é hábito que está se tornando a cada dia mais comum. Segundo: não faz mais sentido as empresas terem suas frotas de veículos. Foram terceirizadas. Há, ainda, a mobilidade, sistemas como o Uber. Isso tudo criou impacto sobre as vendas diretas. As locadoras têm, hoje, ummodelo de negócio que é rentável. O que esperamos é que o mercado todo cresça. Saímos de momento ruim para viver período mais positivo? Ioschpe – Temos muitas deficiências, precisamos melhorar muito. Melhoramos a qualificação gerencial, mas a indústria não avançou mais por causa da crise. Estamos diante de enorme trabalho na melhoria da competitividade fora das fábricas, dentro das fábricas, na oferta de produtos e na expansão geográfica da nossa atividade. E acredito que agora dispomos de boa posição para fazer isso. Megale – Entramos na crise em hora de abundância e de pouco foco na eficiência e fomos obrigados a trabalhar duro na gestão da eficiência. As empresas entenderam que podem fazer mais commenos: trabalham commenos gente e geram produção maior. A combinação da automação com a mão de obra nos permite pensar de forma otimista: essa indústria conseguirá buscar a competitividade para disputar com o mercado internacional. Temos bom caminho à frente. Vivemos um aprendizado na busca de eficiência por uma questão de sobrevivência. No caso das montadoras o grosso do investimento nos próximos anos será em produtos e não em capacidade. From the Top

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