AD 338

Meus 25 anos 28 AutoData Outubro 2017 Páginas cheias, mesa farta Todos os líderes frequentaram nossas páginas e nossa mesa nesses 25 anos. Como Baroni, Barth, Batalha, Beer, dois Belini, Botelho, Burti, Butori, Coda, De Smedt, Dèak, Demel, Ghosn, Golfarb, Gomes Pinto, Fernandes Martins, Herrmans, Hogan, Joseph Jr., Kawakami, Luzzi, Marinho, Missaglia, O’Neill, Paoli, Paulo da Silva, Pasquotto, Pereira Barretto, Poupel, Randon, Reze, Sanchez, Satkunas, Sauer, Scheuer, Souza Ramos, Van Schaik, Vaz, Wagoner – quase duas centenas deles. O que, para mim, surpreende? Que tenhamos conseguido, com esta edição 338, virar a página de nossos primeiros 25 anos. O que, para mim, não surpreende? A quantidade de lideranças de luzes internacionais, interplanetárias, que frequentou nossas mesas e nossas páginas. AutoData não era isso, naqueles primeiros meses de 1992, até outu- bro, seu tempo de gestação prática, e nenhum dos presuntivos sócios* cer- tamente imaginaria as vicissitudes de seu futuro. Queríamos ser newsletter independente, sem anúncios, torna- da viável por meio de assinaturas: impossível por causa do modelo edi- torial existente. Queríamos falar com o mundo: impossível porque não nos levavam a sério – ao Brasil, óbvio, e à sua capacidade industrial. Adotamos, então, o padrão co- mercial vigente e decidimos nos sa- tisfazer em conversar com o público interno. Mas eram tempos de globa- lização – e isto fez toda a diferença para nós, que fomos dos primeiros a traduzir para toda uma geração de executivos e profissionais da indús- tria de veículos o que vinha a ser isso, glo-ba-li-za-ção. Tivemos dois mestres fundamentais, Pierre-Alain de Smedt e Volker Barth, que nos en- sinaram, primeiro, o beabá da coisa, e depois o seu vai da valsa – Carlos Ghosn também foi muito importante nesse processo. Uma das consequências dessa nos- sa capacitação inesperada, então, foi vermos abertas para nós portas da- quele mundo exterior que também desejávamos conhecer e com o qual ansiávamos por dialogar. Ou seja: na forma de revista fomos catapultados para o mundo – isso, sim, também foi surpreendente. Inauguramos a cobertura perma- Fotos:ArquivoPessoal

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