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84 AutoData Outubro 2017 BMW F oi um período de desafios e con- quistas. Aprendi o quanto o Brasil é complexo e volátil.” A frase é de Helder Boavida, CEO e presidente do BMW Group Brasil. O executivo portu- guês assumiu o cargo há pouco mais de um ano e meio e, a despeito da enorme crise e de ter enfrentado a inconstância empresarial reclamada, tem um bocado de realizações para mostrar. Nesses dezoito meses a BMW con- solidou a produção da fábrica de Ara- quari, SC, inaugurou uma planta de motocicletas em Manaus, AM, nacio- nalizou a produção do X4, homologou a blindagemoficial, conectou 100%dos seus carros à internet, trouxe três novos produtos importados e iniciou as expor- tações do X1 para os mercados Nafta – México, Estados Unidos e Canadá. “Fizemos investimentos altamente relevantes nos últimos quatro anos”, conta Boavida. “De 2013 a 2017 inves- timos € 256 milhões em Araquari, além de € 5 milhões no pós-vendas de 2014 a 2017 e € 14,5 milhões na fábrica de Manaus.” Com potencial para produzir 32 mil unidades por ano a planta catarinense saltou no ano passado para15 mil 408 carros. Saem dali o Série 1, o Série 3, o X1, o X3, o X4 e o Mini Countryman. Boa parte da produção é dedicada ao SUV X1, modelo mais vendido no Brasil ao lado do Série 3, e o único exportado – de abril de 2016 a julho de 2017 a empresa despachou para fora do Brasil 12 mil unidades do X1: “A exportação nos ajudou operacio- À espera do Rota 2030 Henrique Skujis | henriqueskujis@autodata.com.br Com o iminente fim da exportação do X1, BMW confia no plano setorial para movimentar a fábrica de Araquari Helder Boavida Divulgação/BMW
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