AD 338

DAF 92 AutoData Outubro 2017 Q uatro anos após instalar sua fábrica de caminhões em Ponta Grossa, no Paraná, a DAF, do Grupo Paccar, diz estar vi- vendo um novo momento no merca- do brasileiro. A empresa enxerga mudanças sig- nificativas no setor e planeja aumen- tar alguns de seus indicadores de de- sempenho no ano que vem – ainda que haja temores acerca da falta de previsibilidade que mina a chegada de investimentos na produção local e atrasa lançamentos. Com a redução da perda do volu- me de vendas verificada ao longo de 2017 a Paccar decidiu inserir a opera- ção da subsidiária brasileira na estra- tégia de responder por 10% de suas vendas globais de caminhões até o fim de 2018. De acordo com Luís Gambim, diretor comercial da companhia, a rentabilidade da empresa, aqui, que passou por cortes de custos conse- cutivos desde 2015, e o cenário pro- missor no mercado interno tornam o Brasil a principal área de negócios da empresa fora da Europa e dos Esta- dos Unidos, onde atua com as marcas Kenworth e Peterbilt. “O Brasil é o principal foco do grupo pelo tamanho do mercado e pelo volu- me de vendas. A Paccar tem a meta de responder por 10% das vendas globais de caminhões, ou seja, vender 200 mil unidades. Com os volumes atuais, fal- tam 30 mil veículos para bater a meta. O mercado brasileiro pode ter um pa- Uma aposta em 2018 Bruno de Oliveira | bruno@autodata.com.br Crescer 40%, aumentar a rede, exportar mais e nacionalizar uma nova cabine estão nos planos da empresa para o ano que vem Luís Gambim Divulgação/DAF

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