AD 343

24 Abril 2018 | AutoData ENSAIOS 2025 » CONSUMIDOR DO FUTURO aí que nós entramos. Somos prestadores de serviço, e as fábricas não têm como fazer isso.” Mesmo na questão do serviço uma enorme evolução está à frente, admiteAs- sumpção Jr., que resume: “Antes na oficina nós tínhamos mecânico, e agora temos mecatrônico. Daqui a pouco não teremos mais motorista de caminhão, teremos ca- minhonauta”. A maior fronteira a ser ultrapassada, entretanto, está mesmo no showroom. E há boas pistas no Exterior de como uma concessionária deverá ser por aqui até 2025. Aalteração é tão brutal que possivelmente instigará os jovens a, no mínimo, repensar a opção por não comprar um carro. ANJOS ATesla, por exemplo, revolucionou não só a tecnologia de propulsão de seus carros como tambémo próprio sistema devendas. Suas lojas ficamem shoppings, há poucos carros emexposição e os vendedores não sãovendedores – funcionamcomo orienta- dores que estão lá para auxiliar comalguma dúvida técnica ou do processo de compra. Pormenor importante, importantíssimo: eles não ganham comissão sobre as vendas. É um formato muito semelhante ao adotado pela Apple para suas lojas físicas, respeitando-se, naturalmente, as circuns- tâncias da diferença dos produtos. Pode-se alegar, não semalguma razão, que esse formato funciona para a Tesla por seus produtos muito específicos, com público-alvo diferenciado, volumes de pro- dução e lógica de distribuição distintos das fábricas maiores. Pode ser verdade, mas a Hyundai resolveu tirar a prova. Em parceria com a empresa britânica Rockar amontadora sul-coreana abriu duas lojas em shoppings de Londres, uma no fim de 2014 e outra um ano depois. Em um ambiente que remete muito mais a uma loja moderna de roupas do que pro- priamente uma concessionária o cliente, se quiser, pode comprar um veículo em Shopping center em Londres, Inglaterra: lojas de roupas, carros, produtos de beleza, celulares... Espere: você disse carros? Divulgação/Hyundai

RkJQdWJsaXNoZXIy NjI0NzM=