AD 349
104 Outubro 2018 | AutoData PERSPECTIVAS 2019 » CAMINHÕES E ÔNIBUS São Bernardo do Campo, SP, tem como destino o Exterior. Christopher Podgorski, CEO, acredita que o nível se manterá em 2019. A Volvo segue a mesma linha, mas tem mais margem para crescer: metade de sua produção é exportada. Com a crise argentina a saída, segundo as empresas, será bater em outras portas. No caso do mercado argentino, prin- cipal destino dos veículos produzidos no Brasil, e onde Iveco, Scania e Mercedes- -Benz mantêm fábricas, a temeridade é um pouco mais aguda do que as eleições no Brasil. Para Ricardo Barion, diretor de vendas para a América Latina, “ficou mais caro produzir veículos lá. Se o mercado argentino parar de cair, será de 28 mil ca- minhões em 2018”. No caso dos ônibus a necessidade de renovação de frotas, novas licitações e normas e regulamentações são fatores que deverão determinar a manutenção da retomada das vendas em 2019, que neste ano seguememavanço de dois dígitos: até agosto o volume comercializado é 16,7% acima domesmo período do ano passado, enquanto a produção roda 44% além. Segundo Gilberto Vardânega, diretor comercial da Volvo Bus no Brasil, 2018 está vendo uma onda de contratações na indústria que ajuda a movimentar as vendas: “Com o aumento das contrata- ções cresceu o serviço de fretamento, para transporte de funcionários. Isso ajudou o mercado”. Os fretamentos também são apontados pela Iveco, que atua no ramo com seu portfólio de microônibus, como nicho com oportunidades interessantes no próximo ano. No caso dos ônibus urbanos o térmi- no do processo eleitoral pode retomar as conversas sobre tarifas e licitações nos municípios brasileiros – em tese há espaço para tal, pois o pleito para novo comando das prefeituras ocorrerá somente daqui dois anos. DE NOVO OS R$ 0,20? Nos ônibus 2019 deve trazer conversas sobre recomposição das tarifas de transporte urbano: eleição municipal é só daqui dois anos. Divulgação/MBB Divulgação/Ford
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