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49 AutoData | Dezembro 2018 Na página anterior, Viviane Mansi e Anderson Suzuki: premiados e aniversariantes. Nesta, acima, o Prius híbrido flex em testes Q uando o primeiro Toyota híbrido flex fuel do mundo chegar às concessionárias brasileiras, o que não deverá demorar, seu porta-malas já trará um item: o troféu do Prêmio AutoData 2018 de Desenvolvimento Tecnológico. A ‘mula’ do projeto, um Prius, foi apresentada oficialmente em março na sede do Investe SP. Mas os testes começaram há quase três anos em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Como parte do desenvolvimento neste 2018 o modelo percorreu o trajeto São Paulo-Brasília, aproximadamente 1 mil quilômetros. À época a Toyota considerou que a tecnologia representava um “casamento perfeito” ao unir os benefícios do motor elétrico aos do combustível vegetal. O projeto é conjunto da engenharia brasileira com a japonesa. A matriz vê o produto como importante ferramenta para o alcance de agressivas metas de eficiência energética que estabeleceu para si até 2050 no seu Desafio Ambiental. O desenvolvimento ocorre em um Prius, mas a tecnologia deverá chegar às lojas sob o capô de modelo com volumes mais encorpados de comercialização, como possivelmente o novo Corolla, em gestação na fábrica de Indaiatuba, SP. O plano Toyota, inclusive, é contar com ao menos uma versão híbrida de todos os modelos que vende no País, ainda que não tenha estabelecido prazo para isto. Estudos realizados pela companhia apontaram que o híbrido flex possui um dos mais altos potenciais de compensação e reabsorção na emissão de gás carbônico gerado desde o início do ciclo de uso do etanol extraído da cana-de-açúcar, passando pela oferta nas bombas de abastecimento e queima no processo de combustão do veículo. Quando o modelo foi abastecido apenas com etanol, ou E100, os resultados se mostraram ainda mais promissores. Anderson Suzuki, gerente geral de comunicação e relações públicas, considera que “este é o reconhecimento a tudo que temos feito de maneira consistente nos últimos anos. O Prius flex é um trabalho duro e queremos que ele se concretize em um futuro próximo. É uma tecnologia muito relacionada com a matriz energética brasileira e associa o desenvolvimento global, no caso do híbrido, com o local, para o etanol”. Divulgação/Toyota “Este é o reconhecimento a tudo que temos feito de maneira consistente nos últimos anos. O Prius flex é um trabalho duro e queremos que ele se concretize em um futuro próximo.” Anderson Suzuki, gerente geral de comunicação e relações públicas

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