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68 AD PERGUNTA » BRASIL VISTO DA FRANÇA Dezembro 2018 | AutoData 1 2 3 4 Divulgação/PSA Chegou ao Grupo PSA em 1989. Passou por diversos postos de chefia e gerência até ser indicado diretor regional para a marca Peugeot na América Latina. Depois foi nomeado diretor de qualidade da operação chinesa e em 2006 diretor de qualidade de compras. Em 2008 passou a CEO da PSA Itália, em 2010 diretor de operações internacionais e no ano seguinte vice-presidente de vendas e desenvolvimento de rede para Europa. Em 2013 tornou-se VP da PSA Retail, rede de concessionárias próprias da fabricante, e em setembro de 2016 foi apontado para ocupar o posto de CEO global para a marca Peugeot. Jean-Philippe Imparato, CEO global da marca Peugeot Os salões são muito dispendiosos, e é preciso avaliar a cada valor investido qual será o retorno. Por exemplo: este ano não estivemos no Salão de Frankfurt mas participamos do de Paris, porque queríamos lançar um carro e mandar uma mensagem para os consumidores. Em resumo, precisamos considerar que os eventos estão mudando e que podemos escolher participar de alguns e de outros não. Há uma mensagem única e simples para o cliente: se não estiver totalmente satisfeito com nossos serviços, não pagará por eles. Este é um ponto- chave de nossa comunicação, treinamento e remuneração dos concessionários. Não é só uma filosofia, há uma questão financeira por trás. O mundo está mudando rapidamente e os eventos também. Pegue por exemplo a Las Vegas CES e o Mobile World Congress de Barcelona, onde a indústria automotiva está apresentando novos produtos. Dissemos às subsidiárias do mundo todo: caso entendam que o retorno de investimento em mostras e feiras não estiver em um nível que desejem, podem optar por não participar. Então foi uma decisão da operação brasileira não participar do Salão do Automóvel de São Paulo neste ano. Mas podemos participar do próximo. Temos uma estratégia desenhada para a produção em Porto Real. Nosso objetivo é ter um lançamento efetivamente novo por ano com produção local em todas as regiões que atuamos, e esse compromisso será respeitado também no Brasil. Por que a Peugeot ficou de fora do Salão do Automóvel de São Paulo? A Peugeot está trabalhando mais fortemente no Brasil em cima de veículos importados como o 3008 e 5008. Quando teremos ação mais aguda para o lançamento de um produto nacional? Não há então uma diretiva global em deixar de participar de salões? Quais ações a Peugeot está tomando para melhorar sua imagem de pós-venda no País? Por André Barros

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