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20 Fevereiro 2019 | AutoData MONTADORAS » SCANIA 2 8 de janeiro de 2019 foi dia histórico para a fábrica de São Bernardo do Campo da Scania, nascida em 1962. Ali ocorreu o ápice de umprocesso demodernização iniciado em 2016, ao custo de mais de R$ 2 bilhões – ao todo o programa de investimento da fabricante aqui até 2020 chega a R$ 2,6 bilhões. Naquela data começou de forma seriada a produção dos novos caminhões da família NTG, que substitui inte- gralmente e de uma tacada só os tradicionais PGR. Para se ter uma ideia do que isso significa os PGR, lançados em 2007, responderampor mais de 113 mil do total de 264 mil caminhões que a Scania vendeu desde sua chegada ao Brasil, em 1957. O processo é inédito, pois na Europa os NTG chegaram em 2017 mas foram introduzidos de forma gradativa, em um processo bemmais lento e suave. Aqui serão apenas sete semanas, a contar da iniciada naquele 28 de janei- ro, até que o ritmo da linha de montagem do ABC seja completamente reestabelecido ante o dos PGR. E é isso. Os primeirosmodelos fabricados são das configurações mais simples, como as 4x2, com um avanço gradual da complexidade produtiva até alcançar, por exemplo, os caminhões 10x4 ao longo das sete semanas. “Industrialmente falando saímos de umprodutomaduro e extremamente conhecido para algo completamente novo, comaomenos seiscentas peças inéditas por unidade. Mudamos tudo, do desenvolvimento dos fornecedores aos processos produtivos”, atesta Christopher Podgorski, presidente da Scania Latin America, em entrevista exclu- siva a AutoData . Por Marcos Rozen, de São Bernardo do Campo FRESCOR DE RECOMEÇO Com início da produção dos NTG, fábrica da Scania no ABC Paulista vive ápice de um processo de modernização que durou dois anos MONTADOR S » SCANIA

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