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46 Fevereiro 2019 | AutoData ANIVERSÁRIO » POLO AUTOMOTIVO DO PARANÁ cidades que mais incentiva o uso desses veículos, sem falar de empresas que usam frotas de elétricos, como a Itaipu.” DA SCÉNIC AO KWID O início de produção no ComplexoAyr- ton Senna foi o marco que levou a Renault a se tornar a maior das então chamadas newcommers – as novas fabricantes no País – em volume de vendas. Até então ocupava posição modesta aqui como im- portadora, representada pelo Grupo Caoa. O modelo que inaugurou a fábrica foi a Scénic, que ajudou a popularizar as mi- nivans. Enquanto a fábrica era construída equipes eram treinadas em estações de montagem do Senai dentro da Fiep, lem- bra Mohr: “A Renault queria inaugurar a fábrica já em ritmo acelerado”. Em duas décadas a Renault fabricou mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores, sendo 30% exportados. Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina, considera que “ao longo dos anos a Renault investiu de forma contínua no Paraná, mesmo em períodos de instabilidade econômica. Foi o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura, lançar produtos desenvolvidos para o consumi- dor brasileiro e latino-americano e crescer de forma contínua no mercado brasileiro”. A Renault do Brasil hoje possui qua- tro fábricas no complexo, que exigiram investimentos totais próximos de R$ 7 bilhões: Curitiba Veículos de Passeio, a CVP, Curitiba Motores, CMO, Curitiba Veí- culos Utilitários, CVU, e Curitiba Injeção de Alumínio, CIA. Operando em três tur- nos, produz Kwid, Sandero, Logan, Duster, Oroch, Captur e Master e os motores 1.0 SCe e 1.6 SCe. A unidade conta também com centro de engenharia no qual atuam cerca de 1 mil pessoas. Em 2007 a capacidade produtiva da fábrica saltou de 280 mil para 380 mil ve- ículos ao ano. Divulgação/Volkswagen

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