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47 AutoData | Fevereiro 2019 Comunicado de imprensa que informava decisão Chrysler de investir no Paraná, do fim dos anos 90. Foi a única ali que deu bode: até a Tritec se salvou, via Fiat. DO A3 AO T-CROSS Com investimento inicial de R$ 750 milhões a fábrica VW/ Audi foi inaugurada com capaci- dade para produzir 550 carros/dia em 205 mil m2 de área construída no terreno de 2 milhões de m2. O Grupo VW considerava então aquela uma das dez fábricas mais produtivas da indústria automobi- lística mundial, com 3 mil empregos diretos e cerca de 10 mil indiretos. Umdos principais executivos en- volvidos na construção da fábrica foi um brasileiro de origem alemã, Ste- fan Ketter, que mais de uma década depois se tornaria chefe de manufa- tura global da FCA, aproveitando sua experiência no projeto do complexo Jeep de Goiana. PE. Ameta era o padrão tecnológico e construtivo dos A3 e Golf produzidos na Alemanha. A fábrica foi a primeira no Brasil a adotar solda a laser e de equipamentos de medição de quali- dade integrados ao processo produtivo. Ummarco importante foi a produção do Fox, a partir de 2003. Desenvolvido no Brasil era exportado dali para o mer- cado europeu – foram mais de 300 mil de 2005 a 2011 e, ao todo, o Fox superou recentemente a marca de 2 milhões de unidades produzidas no Paraná. Em 2014 a Audi voltou a produzir local- mente, de olho nos incentivos do Inovar- -Auto, mas ainda em baixos volumes: são paranaenses hoje o A3 Sedan e o Q3. Emabril do ano passado aVWanunciou investimento de R$ 2 bilhões na unidade para desenvolvimento e produção do SUV compactoT-Cross. Ovalor contempla am- pliação da capacidade, modernização da manufatura dentro de conceitos de Indús- tria 4.0, desenvolvimento local de peças e qualificação de pessoal. O modelo chega aomercado neste primeiro semestre e será exportado do Paraná para os principais mercados das Américas do Sul e Central e Caribe. Acervo MIAU Museu da Imprensa Automotiva

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