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35 AutoData | Março 2019 As cidades são as candidatas ideais para esse tipo de mobilidade? Sim. Uma frota de carros elétricos operada por um aplicativo de mobilidade, por exemplo, pode contribuir para reduzir emissões tendo custos operacionais mais baixos. As manutenções são mais simples, o combustível pode ser obtido quase de graça...tudo isso representa margem na planilha dos empresários. Você acredita que os carros elétricos podem ajudar na discussão sobre a necessidade de iniciativas para criar programas robustos de reciclagem dos veículos? Como você vê a participação das fabricantes na Fórmula E? As baterias são totalmente recicladas. E hoje podem ter durabilidade de 10 a 20 anos, o que é o tempo de utilização de um automóvel. Lógico que tem que discutir as formas de reciclagem do carro como um todo. A bateria de lítio polui muito menos que a de chumbo- ácido. A bateria atual cumpre um papel de transição dessa tecnologia. Daqui há 10, 20 anos teremos baterias de grafeno. Grafeno é carbono, portanto não teremos mais tantos componentes nocivos. É uma boa surpresa o interesse das montadoras e a presença de muitas delas aqui na Fórmula E. Elas são empresas mais conservadoras, por isso achei que demorariam mais tempo. Mas a partir da temporada três, quando elas viram o que estava acontecendo muitas vieram para cá. A evolução do carro elétrico está aqui. Portanto, faz todo o sentido essa atuação junto às equipes. 5 6 4
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