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24 Dezembro 2019 | AutoData PrêMio autodata » Montadora de autoMóveis e coMerciais leves “Esse prêmio representa todo o esforço e sacrifício da equipe para instalar uma fábrica nova no Brasil. O mercado é muito competitivo e são muitas as novidades, por isso este reconhecimento é ainda mais grati cante.” Otavio Kiyoshi Mizikami Vice-presidente industrial e de compras F oi uma espera, longa, de dois anos e alguns meses para a fábrica da Honda Automóveis de Itirapina, SP, estrear sua galeria de troféus. Esse foi o intervalo entre a nalização da fábrica e sua inauguração o cial, em março deste ano, e a demora ocorreu por conta da crise que atingiu o mercado automotivo nacional no período – a fabricante decidiu esperar os números mostrarem alguma recuperação para cortar o laço que simboliza o início das atividades. E agora a abertura da mais nova fábrica de veículos brasileira rendeu à Honda Automóveis o Prêmio AutoData 2019 na categoria Montadora de Automóveis e Comerciais Leves. O investimento superou o R$ 1 bilhão anunciado em 2013, quando a companhia tomou a decisão de erguer a nova unidade. Durante os pouco mais de dois anos as linhas foram ligadas duas vezes por semana para manter as máquinas e equipamentos funcionando e para processos de treinamento, explica Otavio Kiyoshi Mizikami, vice-presidente industrial e de compras da Honda Automóveis. Ao todo trinta pessoas caram em Itirapina tocando este processo – algumas unidades do Fit até chegaram a ser fabricadas ali em 2014 e 2015, como modelos pré-série. Itirapina receberá toda a produção da unidade de Sumaré, SP, de forma gradual: primeiro foi o Fit em ritmo de 90 unidades/dia. No segundo semestre foi a vez do WR-V, em volume de 60 ao dia – total, portanto, de 150/dia. Ano que vem será o HR-V, crescendo a produção para trezentas unidades ao dia. Da plataforma compacta da Honda restará apenas o City em Sumaré, cuja transferência também está programada para mais adiante. A capacidade de produção é a mesma da outra unidade: 120 mil veículos/ano em dois turnos. Na unidade inaugurada em 1997, que segue como sede administrativa da Honda South America, permanecerão a produção de motores, peças plásticas e ferramentaria, bem como a engenharia e a área de compras. Ao todo dois mil dos três mil trabalhadores de Sumaré serão transferidos para Itirapina, isso até 2021. Segundo a Honda o índice de aceitação foi de cerca de 90% – todos receberão pacote de benefícios e ajuda de custo para a mudança.
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