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10 FROM THE TOP » HOLGER MARQUARDT, MERCEDES-BENZ CARS & VANS Agosto 2020 | AutoData H olger Marquardt é, desde o começo deste ano, o presidente da Mercedes- -Benz Cars & Vans Brasil, cargo que lhe foi con ado a partir de nova estrutura global da Dai- mler, que dividiu as operações de caminhões e ônibus diante daquela de automóveis e Sprin- ter. Ele também é o responsável pelos negócios com carros M-B na América Latina. Pela companhia já trabalhou na China, Espanha, Portugal e Tur- quia, além da matriz na Alemanha. Está desde 2015 em sua segunda passagem pelo País – a primeira foi de 2003 a 2006. Nesta entrevista exclusiva concedida virtualmente, cada um de sua casa, ele falou sobre esta nova estrutura no País, mercado premium por aqui, elétricos, novo normal e mais. Acompanhe. Entrevista a Leandro Alves e Marcos Rozen CAÇA À CONFIANÇA E CREDIBILIDADE Como funciona a nova organização es- trutural da Daimler aqui no Brasil? Adecisão de alterar a estrutura foi toma- da em 2017 e não tem relação nenhuma com a pandemia. Ela é importante pois nos dá maior agilidade, maior velocidade de resposta. É simples: a Mercedes-Benz AG cuida dos negócios de automóveis e vans, a Daimler AG dos de caminhões e ônibus e a Daimler Mobility AG de - nanciamentos e serviços coligados. E as três estão sob o guarda-sol da Daimler AG. No meu caso, além de automóveis e vans aqui, sou responsável também pelos automóveis na América Latina, do México para baixo. O negócio de vans funciona como uma unidade de negó- cios separada, ainda que sob a mesma estrutura. E no Brasil respondemos pela fábrica de automóveis de Iracemápolis e pelas vendas. Mas em Iracemápolis há também uma área de testes para caminhões e ônibus. A pista faz parte da área de caminhões, há uma separação da produção da fábri- ca de automóveis para a pista, inclusive sicamente. E a rede, como cará com essa estru - tura? No caso de automóveis todos os con- cessionários trabalham somente com eles. Para as vans há algumas lojas dedi- cadas, mas em geral trabalhamos junto com os caminhões e ônibus, e assim os concessionários têm três contratos. São inclusive sistemas diferentes. Poderão então existir futuramente lojas só de automóveis e vans? Os clientes são diferentes. Em outros países pode fazer sentido, como na Ar-

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