373-2020-12
10 Dezembro 2020 | AutoData Esse ano, o do troféu. O quem vem, o da vacina. No início da pandemia o senhor foi um dos primeiros executivos do setor a fa- lar abertamente a respeito da situação e até a projetar um novo índice para o mercado em 2020. Acredita que isso foi fundamental para sua vitória no Prêmio AutoData deste ano? Sinceramente não sei. Naquela época o meu entendimento foi o de que era importante reagir imediatamente. Tenho a sorte de participar do board global da FCA, então tinha a situação nas demais regiões bem clara. De alguma forma es- tava enxergando aquilo chegando aqui. Procuramos nos antecipar e atuar para a segurança de todos, inclusive no que diz respeito à comunicação. Naquele mo- mento o objetivo era fornecer respostas. Aproveitando essa sua participação no board: como o senhor vê a situação ago- ra? Há uma segunda onda na Europa e aqui os índices da covid-19 voltaram a crescer. O senhor temdito que 2021 será o ano da vacina... Tenho a certeza de que será o ano da vacina. Na Itália o órgão responsável deve aprovar ao menos duas vacinas ainda em dezembro. Os sinais de que as vacinas são eficazes e de que estão quase prontas são inúmeros. O que é preciso agora é desenvolver um plano eficaz de distribuição, que não sejamuito longo. O Brasil sempre teve excelência em campanhas de vacinação, o sistema de saúde émuito competente nisso. Não sabemos ao certo se teremos uma, duas, três vacinas, então é preciso entender os desafios logísticos para cada uma, sua cadeia de distribuição. Existindo a vacina sua distribuição precisa ser a mais rápida possível. Isso é fundamental. O País sempre conseguiu fazer isso de uma forma muito boa. FROM THE TOP » ANTONIO FILOSA, FCA, LÍDER EMPRESARIAL MONTADORAS Entrevista a Marcos Rozen
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