» EDITORIAL AutoData | Dezembro 2025 Diretor de Redação Leandro Alves Conselho Editorial Isidore Nahoum, Leandro Alves, Márcio Stéfani, Pedro Stéfani, Vicente Alessi, filho Redação Pedro Kutney, editor Colaboraram nesta edição André Barros, Caio Bednarski, Lucia Camargo Nunes, Soraia Abreu Pedrozo Projeto gráfico/arte Romeu Bassi Neto Fotografia DR/divulgação Capa Imagem gerada por IA Gemini Comercial e publicidade tel. PABX 11 3202 2727: André Martins, Luiz Giadas e Rosa Damiano Assinaturas/atendimento ao cliente tel. PABX 11 3202 2727 Departamento administrativo e financeiro Isidore Nahoum, conselheiro, Thelma Melkunas, Hidelbrando C de Oliveira, Vanessa Vianna ISN 1415-7756 AutoData é publicação da AutoData Editora e Eventos Ltda., Av. Guido Caloi, 1000, bloco 5, 4º andar, sala 434, 05802-140, Jardim São Luís, São Paulo, SP, Brasil. É proibida a reprodução sem prévia autorização mas permitida a citação desde que identificada a fonte. Jornalista responsável Leandro Alves, MTb 30 411/SP autodata.com.br AutoDataEditora autodata-editora autodataseminarios autodataseminarios Por Leandro Alves, diretor de redação A China aqui Esta última edição de AutoData em 2025 demonstra que o futuro da indústria automotiva brasileira passa pela China. Trata-se de realidade que pode ser interpretada como oportunidade ou ameaça para as fabricantes aqui instaladas há décadas mas, para nós, observadores da história automotiva nacional, representa mais uma evolução natural dos negócios. Diversas reportagens neste dezembro evidenciam que, afinal, independente da forma como essas empresas chegam ao País, há um ambiente favorável que incentiva e atrai estes novos negócios, induzindo a transformação desta indústria para o bem ou para o mal. A importação é o primeiro passo e no Salão do Automóvel, que retornou após sete anos, metade das marcas expositoras eram chinesas. Algumas novatas como a Changan, que se associou ao Grupo Caoa, a Leapmotor, sócia da poderosa Stellantis, e a Geely, que comprou 26% da Renault do Brasil, anunciaram a intenção de produzir aqui. Nas próximas páginas você conhecerá um novo Haval H6, ainda importado da China, mas concebido quase que exclusivamente para brasileiros. A centenária General Motors, assim como todas as outras, aproveitam alguns incentivos, como a isenção tributária pelo Regime do Nordeste ou cotas isentas de importação para kits de conjuntos pré-fabricados, e encomendou à Comexport, estabelecida no Ceará, a montagem do elétrico compacto Spark, além da intenção montar os mesmos kits chineses do SUV Captiva em Horizonte, no ano que vem. A verdade é que o Brasil possui um ambiente propício à expansão de empresas com origem na China no continente sul-americano. O programa Mover e o Nova Indústria Brasil são políticas que incentivam o desenvolvimento e produção dos Veículos de Nova Energia, NEV. E os chineses estão na vanguarda dos NEV. Por todas as análises que esta e as edições anteriores de AutoData ofereceram este ano temos a certeza de que, em 2026, estas páginas continuarão a retratar uma transformação profunda da indústria e dos seus negócios, pois está no horizonte a chegada de novos empreendimentos chineses ao mercado brasileiro. Por ora vamos desacelerar, recarregar as baterias para voltar em 2026 com energia e disposição e mostrar tudo isto a você, nobre leitor. Boas festas e até lá.
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