109 » FIM DE PAPO AutoData | Fevereiro 2026 3% 4,26% US$ 22 tri 10 bilhões Estimativa de crescimento do mercado brasileiro de veículos em 2026, segundo projeções da Anfavea e da Fenabrave divulgadas em janeiro. As entidades estimam volume parecido de vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus este ano, de 2,7 milhões a 2,8 milhões de unidades. Inflação de 2025 pelo IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, segundo divulgou o IBGE em janeiro. O porcentual ficou levemente abaixo do teto de 4,5% da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, que tem núcleo de 3% com tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos. Soma do PIB dos quatro países do Mercosul e dos 27 da União Europeia. Em janeiro os dois blocos chegaram a tratativas finais para fechar o maior acordo comercial do mundo, que reduzirá tarifas de importação a 450 milhões de consumidores na Europa e 280 milhões nos países sul-americanos. Quantidade de parâmetros analisados pelo Alpamayo 1, modelo de inteligência artificial para guiar veículos autônomos apresentado pela Nvidia na CES 2026, capaz de levar raciocínio e decisões próprias à direção, inclusive em cenários complexos como cruzamentos com semáforos defeituosos. “ 2025 era um ano em que esperávamos mais, mas não posso dizer que foi um resultado ruim, pois fechamos com números positivos. Projetamos 2026 com otimismo contido, porque o ano traz muitas dúvidas e instabilidades, com questões geopolíticas externas e no cenário interno temos eleições e implantação da reforma tributária.” Igor Calvet, presidente executivo da Anfavea, na reunião mensal com a imprensa em janeiro, ao comentar os resultados da indústria automotiva em 2025 e as projeções para 2026. “ Estamos falando do maior acordo comercial do mundo, que deve dar um grande impulso econômico tanto para o bloco europeu como para os países do Mercosul. Mas precisamos ter a clareza de que tudo isso ainda está sujeito a turbulências.” O diplomata brasileiro Roberto Azevêdo, ex-diretor geral da OMC, Organização Mundial do Comércio, em entrevista ao NeoFeed, dias após a aprovação pela Comissão Europeia do acordo comercial com o Mercosul, em janeiro, que foi contestado pelo Parlamento Europeu. “ O trilema da transição energética combina buscar a sustentabilidade do planeta, a segurança energética e a equidade no preço que as pessoas conseguem pagar por energia. Se puxar só o pé da sustentabilidade o tripé não se sustenta e o banquinho cai. Quando o preço da energia dispara a equidade morre e a política entra em colapso. Quando o vento não sopra e o sol não brilha a segurança energética exige gás ou carvão. As sociedades não aceitam o escuro ou a pobreza em nome de uma meta para daqui a duas décadas e meia.” Marcelo Gauto, químico industrial e especialista em petróleo e gás, gerente de modelos de negócios da Petrobras, em sua coluna de janeiro para o site Eixos, em referência à meta prevista pelo IPCC, Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, órgão da ONU, de zerar as emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050 para que o aquecimento global não ultrapasse 1,5°C.
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