7 senvolvimento de produtos, entre 10% e 30% das atividades realizadas por profissionais do conhecimento já podem ser aceleradas por IA generativa”. Com a evolução da IA agentic, a automação tende a se expandir, impactando desenvolvimento de software, validação regulatória, testes e compliance. O resultado? Redução de prazos, maior qualidade e ganhos de produtividade. Na cadeia de suprimentos, modelos avançados de IA permitem prever rupturas, otimizar estoques e redesenhar processos. Eles tornam as operações atuais mais eficientes e permitem ressignificar fluxos de trabalho, processando 100% das transações, automatizando atividades terceirizadas e reintegrando operações com menor custo e menos interfaces. “Resiliência e competitividade deixam de ser conflitantes”. Onde a KPMG pode auxiliar? Para apoiar essa jornada, a KPMG estruturou um portfólio completo de serviços AI-native, desenhado para transformar visão em captura de valor. A abordagem começa com o KPMG AI Jumpstart, que demonstra rapidamente o potencial da tecnologia em áreas selecionadas. Avança para a construção de uma AI Strategy robusta, com business case alinhado ao CFO e ao Board. Inclui ainda AI Workforce, para acelerar adoção e redesenhar funções; AI Trust, garantindo governança, compliance e cibersegurança; e AI Tech/Data, focada na criação de plataformas e “agent factories” capazes de escalar a IA com dados críticos e de alta qualidade. “De modo complementar, a KPMG oferece soluções específicas para otimização da cadeia de suprimentos, integrando tecnologia, transformação digital e gestão de mudanças”, sugere Pär Edin. A transformação já começou. Quem compreender a inteligência artificial não apenas como tecnologia, mas como instrumento de reinvenção organizacional, terá vantagem decisiva na corrida pelo futuro da mobilidade. parcerias inteligentes e monetizar dados no momento certo estarão mais bem posicionados para competir na próxima década. Uma das maiores autoridades mundiais sobre o tema Inteligência Artificial, o sueco Pär Edin, head global de inovação e IA da KPMG, deu uma entrevista exclusiva para AUTODATA WORK STUDIO para esclarecer como as empresas do segmento automotivo podem encarar esse cenário desafiador. “Para líderes que transitam entre engenharia, estratégia e inovação, essa mudança de perspectiva é clara: se no passado a tecnologia substituiu a força física por máquinas e ampliou o trabalho intelectual com computadores e redes, agora a Inteligência Artificial expande e acelera o potencial dos profissionais do conhecimento. Não se trata de eficiência, mas de repensar modelos de negócio, estruturas organizacionais e a própria lógica de geração de valor”, explicou. Grandes empresas enfrentam o clássico dilema entre escala e disrupção. De acordo com o executivo da KPMG, a resposta está em uma abordagem de portfólio: estimular o empreendedorismo interno, manter programas estruturados de inovação no core do negócio e permitir que pequenas equipes desenvolvam iniciativas disruptivas com autonomia, além de aplicar estratégias inteligentes de fusões e aquisições. Essa combinação amplia as chances de capturar valor em diferentes horizontes de inovação. Ao mesmo tempo, a cadeia de suprimentos enfrenta uma “tempestade perfeita”. A eletrificação, o avanço rumo à condução autônoma e a digitalização intensiva aumentam a dependência de software e semicondutores, enquanto eventos globais expõem fragilidades logísticas. Nesse ambiente, inteligência de mercado, resiliência estrutural e agilidade operacional tornam-se competências centrais. Relações mais próximas e baseadas em confiança entre fornecedores e montadoras passam a ser estratégicas. “É aqui que a IA se consolida como ferramenta crítica”, esclarece Edin. “Ao longo do ciclo de de-
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