46 A modernização de motores a combustão tem passado inevitavelmente pela adoção de turbocompressores, principalmente com vistas às exigências de leis de emissões. E turbos, no Brasil, levam a um nome: BorgWarner TEMPO DE TURBO A evolução dos motores a combustão passa, cada vez mais, por soluções capazes de entregar mais desempenho com menor consumo de combustível e redução de emissões. Nesse cenário, os turbocompressores deixaram de ser uma tecnologia restrita a veículos esportivos para se tornarem protagonistas da indústria automotiva global — e a BorgWarner ocupa posição estratégica nessa transformação. Com mais de 130 anos de atuação e reconhecida mundialmente por seu papel no desenvolvimento de tecnologias para mobilidade, a companhia tem contribuído para a modernização dos motores produzidos no Brasil. Atualmente, cerca de 50% dos turbocompressores utilizados em motores flex fabricados no País saem da unidade da BorgWarner em Itatiba (SP), consolidando a operação brasileira como uma das mais relevantes dentro da estratégia global da empresa. A adoção crescente da turboalimentação acompanha uma tendência da indústria conhecida como downsizing: motores menores, mais leves e eficientes, capazes de entregar desempenho equivalente ou superior ao de propulsores de maior cilindrada. Segundo Luis Pinto, gerente de Vendas OEM da BorgWarner Turbos and Thermal Technologies no Brasil, “o turbocompressor tornou-se uma ferramenta fundamental para que as montadoras alcancem metas cada vez mais rigorosas de eficiência energética e emissões”, explica. O princípio de funcionamento é relativamente simples, mas extremamente eficiente. O turbocompressor aproveita a energia dos gases de escape — que normalmente seria desperdiçada — para comprimir o ar admitido pelo motor. Com maior volume de oxigênio disponível para a combustão, o resultado é um ganho significativo de potência e torque, além de melhor aproveitamento do combustível.
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