BAG MÁQUINAS AGRÍCOLAS E DE CONSTRUÇÃO AGRICULTURAL AND HIGHWAY CONSTRUCTION MACHINERY BRAZIL AUTOMTIVE GUIDE JAN 2026 | AUTODATA 64 em torno de R$ 68 bilhões, contra R$ 62 bilhões em 2024, com crescimento de 10%. Mesmo com este avanço, o segmento ainda ficou distante da média anual, que é de R$ 100 bilhões. No começo de 2025 a projeção de crescimento era maior, de 15%, porém, foi revisada ao longo do ano para 10% por causa de dois fatores principais: a alta dos juros no Brasil em conjunto com os efeitos negativos, tanto nas exportações quanto no mercado interno, por causa do aumento de tarifas de importação dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. MÁQUINAS DE CONSTRUÇÃO Cristina Zanella, diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq, disse que no pior cenário para 2026 o resultado esperado no segmento de máquinas de constrição é de um empate com 2025: “Nossas projeções ainda não foram definidas mas no cenário de demanda reduzida repetiremos o resultado de 2025. A expectativa é de incremento por parte dos governos federal e estaduais, o que deve impulsionar o mercado em 2026, assim como o segmento de mineração, enquanto indústria e agronegócio devem cair”. Para o fechamento de 2025 a executiva revelou estabilidade na comparação com 2024, com leve queda de 1%. Este recuo é reflexo da menor demanda em alguns segmentos como locação, construção civil e agricultura, enquanto as vendas para o governo e os segmentos industrial e florestal ajudaram a sustentar o desempenho ao longo do ano passado. Zanella destaca que o grande vilão de 2025 foram os juros altos para o financiamento de novas máquinas, mas o resultado poderia ser melhor mesmo diante desse cenário complicado: “Se houvesse maior atividade em alguns segmentos o desempenho poderia ser melhor, mesmo com os juros altos. Os governos estaduais e federal, por exemplo, não sofrem com os juros e, mesmo com crescimento nas vendas para este segmento, a procura poderia ser maior”. Mesmo com queda nas vendas internas, a projeção para a produção em 2025 é de alta de 7% sobre 2024, porcentual que até agosto era de 14,6%, mas desacelerou nos últimos meses por causa das exportações menores para os Estados Unidos, que foram taxadas agora com 50% de imposto de importação das máquinas brasileiras. At the start of 2025, the growth forecast was higher, at 15%, but it was revised down to 10% due to two main factors: rising interest rates in Brazil and negative impacts on both exports and the domestic market from increased U.S. import tariffs on Brazilian products. CONSTRUCTION MACHINERY Cristina Zanella, director of competitiveness, economics, and statistics at Abimaq, stated that the worst-case scenario for construction machinery sector, in 2026, will be a tie with 2025: “Our projections are still being finalized, but if demand remains subdued, we’ll repeat 2025’s results. We expect increased investment from federal and state governments, which should boost the market in 2026, as well as the mining segment, while industry and agribusiness are likely to decline.” For 2025, Zanella reported stability compared to 2024, with a slight 1% drop. This decline reflects weaker demand in segments such as rental, civil construction, and agriculture, while sales to government and the industrial and forestry sectors helped sustain performance throughout last year. Zanella noted that high interest rates were the main obstacle to financing new machinery in 2025, but results could have been better even in this challenging environment: “If there had been more activity in certain segments, performance could have improved, even with high interest rates. State and federal governments, for example, are not affected by interest rates, and although sales to this segment grew, demand could have been higher.” Despite lower domestic sales, production in 2025 is projected to rise 7% over 2024, a figure that was 14.6% through August but slowed in recent months due to reduced exports to the United States, which now face a 50% import tariff on Brazilian machinery.
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