BrazilAutomotiveGuide_2026

BAG FABRICANTES DE AUTOPEÇAS/SISTEMISTAS  AUTOPARTS/SYSTEMS MANUFACTURERS BRAZIL AUTOMTIVE GUIDE JAN 2026 | AUTODATA 98 usufruem de vantagens fiscais, muitas vezes de forma problemática. O principal ponto de preocupação é que o benefício vem sendo concedido para conjuntos completos de componentes mesmo quando apenas alguns itens não têm similar nacional, permitindo que peças que poderiam ser produzidas localmente sejam importadas com vantagens fiscais. Outro ponto crítico são os prazos indefinidos, afirmou Sahad: “Os ex-tarifários têm de ter um prazo de validade. Alguns foram concedidos há décadas. Que estímulo vai dar para desenvolver um fornecedor local? Zero”. A falta de uniformidade, com concessões para uma empresa de forma diferente, é mais um percalço. Sahad enfatizou que o MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, tem demonstrado receptividade a essas propostas, que visam a incentivar o desenvolvimento da cadeia local. MERCADO EXTERNO COMPLICADO Quanto às exportações de autopeças, de janeiro a outubro a Argentina permaneceu como o principal destino, com 37,5% do total. As vendas ao país acumulam alta de 19%, impulsionadas pela recuperação econômica argentina, apesar dos soluços recentes: há incertezas sobre a continuidade deste cenário em 2026, o que depende da capacidade do presidente Javier Milei de avançar seus projetos de reforma e manter o câmbio estabilizado. Os Estados Unidos vêm na sequência, com fatia de 14,2%, apesar da queda de 10,8% puxada pelas sobretaxas dos Estados Unidos às autopeças para veículos pesados produzidas no Brasil, hoje em 50%. Os itens dedicados aos leves têm alíquota extra de 25% por serem enquadrados na Seção 232, e o pleito da entidade é que as peças para veículos com capacidade de carga acima de 5 toneladas sejam, igualmente, incluídas. The main concern is that the benefit has been granted to complete systems of components even when only some items lack a domestic equivalent, allowing parts that could be produced locally to be imported with tax advantages. Another critical point is the indefinite deadlines, Sahad stated: “Tariffs exemptions must have an expiration date. Some were granted decades ago. What incentive does that give to develop a local supplier? Zero.” The lack of uniformity, with concessions granted to one company differently than another, is yet another hurdle. Sahad emphasized that the Ministry of Development, Industry, and Trade (MDIC) has shown receptiveness to these proposals, which aim to encourage the development of the local supply chain. COMPLICATED EXTERNAL MARKET Regarding auto parts exports, from January to October, Argentina remained the main destination, accounting for 37.5% of the total. Sales to the country rose 19%, driven by Argentina’s economic recovery, despite recent setbacks: there is uncertainty about the continuity of this scenario in 2026, which depends on president Javier Milei’s ability to advance his reform projects and keep the exchange rate stable. The United States comes next, with a 14.2% share, despite a 10.8% drop caused by U.S. surcharges on heavy-duty vehicle auto parts produced in Brazil, currently at 50%. Parts for light vehicles face an additional 25% tariff under Section 232, and the association’s request is that parts for vehicles with a load capacity above 5 tons be included as well.

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