{"id":38031,"date":"2022-04-20T16:21:58","date_gmt":"2022-04-20T19:21:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/noticias-preview\/38031\/"},"modified":"2022-04-20T16:21:59","modified_gmt":"2022-04-20T19:21:59","slug":"ford-aposta-em-conectividade-para-ganhar-mercado-com-transit-furgao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/2022\/04\/20\/ford-aposta-em-conectividade-para-ganhar-mercado-com-transit-furgao\/38031\/","title":{"rendered":"Ford aposta em conectividade para ganhar mercado com Transit Furg\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Cajamar, SP \u2013 Ap\u00f3s sete anos fora do mercado brasileiro a Ford voltou a apostar no seu utilit\u00e1rio Transit ao lan\u00e7ar, no fim do ano passado,<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/2021\/09\/24\/ford-busca-reconquistar-cliente-comercial-com-a-transit\/34465\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/2021\/09\/24\/ford-busca-reconquistar-cliente-comercial-com-a-transit\/34465\/\" target=\"_blank\"> a vers\u00e3o para transporte de passageiros, a Minibus<\/a>. Agora apresentou a modalidade Furg\u00e3o, dedicada ao transporte de mercadorias e que tamb\u00e9m pode operar como ambul\u00e2ncia. A diferen\u00e7a \u00e9 que no per\u00edodo em que esteve presente por aqui, de 2008 a 2014, era importada da Turquia e, agora, vem do Uruguai.<\/p>\n\n\n\n<p>Devido \u00e0 proximidade com o Pa\u00eds e ao uso de pe\u00e7as locais a opera\u00e7\u00e3o est\u00e1, a princ\u00edpio, mais protegida das oscila\u00e7\u00f5es cambiais respons\u00e1veis por sua retirada do mercado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Para concorrer com Sprinter, da Mercedes-Benz, que tamb\u00e9m \u00e9 produzida em um pa\u00eds vizinho, a Argentina, e a Master, da Renault, fabricada em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais, PR, a aposta est\u00e1 na principalmente na conectividade embarcada de f\u00e1brica e estendida a todos os modelos, com recursos como o acompanhamento preventivo inteligente e relat\u00f3rios com indicadores para o neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora os ve\u00edculos sejam produzidos pela Nordex, que contou com investimentos de US$ 50 milh\u00f5es em parceria com Ford, a engenharia brasileira contribuiu com a proposta da Transit, que passou pelo centro de desenvolvimento de produto em Cama\u00e7ari, BA, e foi validada no campo de provas de Tatu\u00ed, SP.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford Am\u00e9rica do Sul para assuntos governamentais, \u201cconectividade \u00e9 uma palavra emblem\u00e1tica. Todo mundo usa, todo mundo diz que tem, mas as conectividades n\u00e3o s\u00e3o as mesmas. N\u00e3o \u00e9 a telemetria de terceiros que se pode contratar. O diferencial est\u00e1 no fato de como a conectividade que s\u00f3 n\u00f3s temos se integra aos v\u00e1rios aspectos do neg\u00f3cio do consumidor e traz o que ele deseja, que \u00e9 retorno financeiro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Golfarb o d\u00f3lar alto, ainda que tenha sa\u00eddo do patamar de R$ 5 e recuado \u00e0 casa dos R$ 4,60, acaba causando impacto sobre todos os fabricantes de utilit\u00e1rios. Mesmo os produzidos localmente ou cuja montadora possua opera\u00e7\u00e3o no Brasil, pois muitas pe\u00e7as usadas nos ve\u00edculos comerciais s\u00e3o importadas: \u201cTodo mundo sofre deste mal, e assim \u00e9 que o importante \u00e9 a estrutura e a capacidade de distribuir o produto&#8221;:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cUma das belezas das nossas pe\u00e7as importadas, apesar de o serem em d\u00f3lar, \u00e9 que temos uma escala global que ningu\u00e9m tem nesse segmento. Somos l\u00edderes absolutos de mercado na Europa h\u00e1 seis anos e nos Estados Unidos temos um volume gigantesco, o que ajuda muito. H\u00e1 a quest\u00e3o do d\u00f3lar, mas n\u00e3o \u00e9 problema para a Ford dispor de um pre\u00e7o competitivo, mesmo com qualidade superior aos competidores e do diferencial da conectividade\u201d.<\/p><cite>Rogelio Golfarb<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel em duas vers\u00f5es a L2H3, de comprimento m\u00e9dio, com volume de 10,7 m<sup>3 <\/sup>e capacidade para 1 mil 222 quilos, \u00e9 vendida por R$ 239,9 mil, e a L3H3, de comprimento longo, com volume de 12,4 m<sup>3<\/sup> e capacidade para 1 mil 181 quilos, custa R$ 245,9 mil.<\/p>\n\n\n\n<p>Haver\u00e1, a depender das condi\u00e7\u00f5es do cliente de entrada e prazos de financiamento, taxa zero. Para o lan\u00e7amento \u00e9 oferecida, em parceria com o Bradesco, a possibilidade de parcelar em sessenta meses e sem entrada, com car\u00eancia de noventa dias para pagar a primeira parcela. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mercado aquecido &#8212; <\/strong>A pandemia estimulou h\u00e1bitos nos consumidores como a compra pela internet e, com a disparada do e-commerce, houve maior demanda por ve\u00edculos comerciais para atenderem \u00e0 log\u00edstica de entrega desses produtos. Segundo Matias Guimil, gerente de estrat\u00e9gia e produto da Ford Am\u00e9rica do Sul, esse segmento duplicou no Brasil de 2016 a 2021, ao saltar de 24 mil para 48 mil unidades. Para este ano s\u00e3o esperados 51 mil emplacamentos: trata-se do maior mercado para o segmento na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Guimil contou que parte do otimismo tamb\u00e9m deriva do fato de que j\u00e1 foram comercializadas mais de 10 milh\u00f5es de unidades Transit ao longo das suas seis d\u00e9cadas de exist\u00eancia, em 65 pa\u00edses. Na Europa e nos Estados Unidos a empresa est\u00e1 estreando a e-Transit, vers\u00e3o 100% el\u00e9trica, que dever\u00e1 vir ao Brasil mas ainda sem prazo, que ainda est\u00e1 sendo estudado.<\/p>\n\n\n\n<p>A vers\u00e3o furg\u00e3o \u00e9 a mais demandada das duas, que foca em aut\u00f4nomos e frotistas e responde por 63% das vendas. Por se tratarem de ve\u00edculos de 3,5 toneladas est\u00e3o alinhados \u00e0 tecnologia de menor emiss\u00e3o de poluentes L7 e podem ser conduzidos por motoristas com carteira de habilita\u00e7\u00e3o B.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Diferenciais da conectividade &#8211; <\/strong>C\u00edntia Pelegrina, gerente de servi\u00e7o de atendimento, afirmou que, como a Transit \u00e9 usada como ferramenta de trabalho pelo cliente, que, portanto, n\u00e3o pode perder tempo com eventual parada do ve\u00edculo para reparo, a proposta da conectividade integrada \u00e9 auxili\u00e1-lo para que se antecipe e se programe diante da necessidade. Para acessar a facilidade, que n\u00e3o tem custo adicional, \u00e9 preciso baixar o aplicativo FordPass.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO sistema emite alertas que antecipam ocorr\u00eancias e, mensalmente, \u00e9 enviado relat\u00f3rio com indicadores importantes para o neg\u00f3cio dele. Havendo a necessidade de reparo oferecemos o servi\u00e7o de assist\u00eancia t\u00e9cnica por confer\u00eancia, em que uma liga\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em conjunto com a central e uma concession\u00e1ria mais pr\u00f3xima do cliente. As informa\u00e7\u00f5es do ve\u00edculo s\u00e3o acessadas e na mesma hora \u00e9 realizado o diagn\u00f3stico e orientado o que dever\u00e1 ser feito.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Pelegrina lembrou que tamb\u00e9m, por meio do aplicativo, \u00e9 poss\u00edvel conferir a quilometragem, o n\u00edvel de combust\u00edvel, a m\u00e9dia mensal de consumo nos \u00faltimos seis meses, informa\u00e7\u00f5es do consumo de Arla 32, as dist\u00e2ncias percorridas no m\u00eas e a localiza\u00e7\u00e3o remota do ve\u00edculo. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Experi\u00eancia \u2013 <\/strong>Daniel Santos, gerente de desenvolvimento do produto, destacou que tamb\u00e9m contam a favor os diferenciais de pot\u00eancia, com 170 cv, e torque, 39,7 kgfm, \u201cos maiores do segmento\u201d, garantiu, devido ao motor turbodiesel EcoBlue 2.0, e da fun\u00e7\u00e3o Auto Start-Stop. O consumo m\u00e9dio de combust\u00edvel \u00e9 de 10 km\/l, informou.<\/p>\n\n\n\n<p>A reportagem andou na vers\u00e3o alongada do furg\u00e3o da Transit carregado com sacos de areia que pesavam 400 quilos. Na rodovia Anhanguera o ve\u00edculo surpreendeu pela facilidade de condu\u00e7\u00e3o, ao se assemelhar a um carro de passeio, e pela rapidez pela qual a acelera\u00e7\u00e3o era alcan\u00e7ada, o que facilitou na hora de acessar a estrada e na de ultrapassar caminh\u00f5es. Com assento confort\u00e1vel e motor potente, que alcan\u00e7ou sem dificuldades velocidade de 110 km\/h sem trepidar, de fato \u00e9 silencioso na cabine e gostoso de dirigir: deu at\u00e9 para esquecer que o modelo \u00e9 uma van. &nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O furg\u00e3o foi apresentado no centro de distribui\u00e7\u00e3o da Ford em Cajamar, SP, complexo de 370 mil m<sup>2<\/sup> com \u00e1rea de armazenamento de 78 mil m<sup>2<\/sup> e capacidade para gest\u00e3o de 200 mil pe\u00e7as. O espa\u00e7o, que distribui para concession\u00e1rias e tamb\u00e9m para sessenta pa\u00edses, conta com ilumina\u00e7\u00e3o de LED e luz natural, captura de \u00e1gua para reuso e esta\u00e7\u00e3o de tratamento de esgoto e usina de gera\u00e7\u00e3o de energia solar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com mercado aquecido, furg\u00e3o quer brigar por lugar ao sol depois de sair do Pa\u00eds em 2014 <\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":38035,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[931,805,932,46,930,312,929,933],"class_list":["post-38031","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-conectividade","tag-dolar","tag-furgao","tag-lancamento","tag-transit","tag-utilitario","tag-van","tag-veiculos-comerciais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38031","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38031"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38031\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38074,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38031\/revisions\/38074"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38035"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38031"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38031"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38031"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}