{"id":66725,"date":"2024-01-17T18:44:31","date_gmt":"2024-01-17T21:44:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/noticias-preview\/66725\/"},"modified":"2024-01-17T20:16:24","modified_gmt":"2024-01-17T23:16:24","slug":"sete-de-dez-brasileiros-pretendem-comprar-um-carro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/2024\/01\/17\/sete-de-dez-brasileiros-pretendem-comprar-um-carro\/66725\/","title":{"rendered":"Sete de dez brasileiros pretendem comprar um carro"},"content":{"rendered":"\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 O Brasil \u00e9 um pa\u00eds continental em que os meios de transporte p\u00fablico n\u00e3o atendem \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de forma eficaz. Este \u00e9 um dos motivos, al\u00e9m do fasc\u00ednio do brasileiro pelo autom\u00f3vel, para a op\u00e7\u00e3o da aquisi\u00e7\u00e3o de um meio de mobilidade particular. Mas n\u00e3o est\u00e1 f\u00e1cil para a maioria da popula\u00e7\u00e3o comprar um ve\u00edculo cujos pre\u00e7os das op\u00e7\u00f5es mais b\u00e1sicas, muitas vezes, supera os R$ 100 mil. Mesmo com a situa\u00e7\u00e3o atual em que as taxas de juros come\u00e7am a dar sinais de queda e de novas tecnologias aportando por aqui, com lan\u00e7amentos de modelos h\u00edbridos e el\u00e9tricos. O resultado dessa combina\u00e7\u00e3o de paix\u00e3o com necessidade, e mesmo com todas as dificuldades, \u00e9 que sete em cada dez brasileiros pretendem adquirir um ve\u00edculo. S\u00e3o 70% dos respondentes no Pa\u00eds que sinalizaram dessa forma, bem acima da m\u00e9dia global, em que a inten\u00e7\u00e3o de compra \u00e9 de 44%.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o que apontou o levantamento \u00cdndice de Mobilidade do Consumidor realizado pela consultoria EY com 15 mil entrevistados em vinte pa\u00edses, sendo 1 mil e 20 pessoas no Brasil. Quanto \u00e0 velocidade que se pretende comprar um carro, esta \u00e9 mesma ao redor do mundo: 64% est\u00e3o mais propensos a faz\u00ea-lo em at\u00e9 um ano e 36% em de doze a 24 meses.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Marcelo Frateschi, s\u00f3cio da EY e especialista no setor automotivo, &#8220;no Brasil os consumidores t\u00eam paix\u00e3o por ve\u00edculos&#8221;. Aqui \u00e9 forte a cultura da propriedade do bem, sem falar que o carro tamb\u00e9m aparece como um s\u00edmbolo de status. Tudo isto aliado ao fato de que na Europa o transporte p\u00fablico \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o de qualidade &#8211; ao contr\u00e1rio daqui, o que contribui para que a inten\u00e7\u00e3o de compra no Brasil seja mais expressiva na compara\u00e7\u00e3o com os pa\u00edses daquele continente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo estudo vemos que em alguns pa\u00edses o transporte p\u00fablico aparece como segunda op\u00e7\u00e3o de deslocamento e que, no Brasil, ele est\u00e1 apenas na quarta posi\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O transporte p\u00fablico \u00e9 utilizado por 34%, atr\u00e1s de carro pr\u00f3prio, principal escolha para 83%, mobilidade compartilhada, para 44%, e moto, com 35% das respostas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-opt-id=337055398  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1194\" height=\"768\" src=\"https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:1194\/h:768\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-66751\" srcset=\"https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:1194\/h:768\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg 1194w, https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:300\/h:193\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg 300w, https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:768\/h:494\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg 768w, https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:1536\/h:988\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg 1536w, https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:1568\/h:1008\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg 1568w, https:\/\/mlqt0se4pk9p.i.optimole.com\/w:1600\/h:1029\/q:mauto\/f:best\/ig:avif\/https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/grafico-EY-tempo-1.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Para 54% dos que declararam pretender adquirir carro novo a op\u00e7\u00e3o \u00e9 por um 0 KM. E como o brasileiro gosta de testar novidades ve\u00edculos eletrificados t\u00eam atra\u00eddo a aten\u00e7\u00e3o do consumidor \u2013 ainda que ele n\u00e3o possua condi\u00e7\u00f5es reais de comprar ou que para o seu uso o modelo n\u00e3o seja a op\u00e7\u00e3o mais inteligente:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO brasileiro n\u00e3o costuma fazer as contas. O quanto uso meu carro e quanto ele me custa? Mesmo um ve\u00edculo el\u00e9trico, para falarmos que compensa, \u00e9 preciso rodar determinada quilometragem. Apenas se eu rodar tantos mil quil\u00f4metros fica mais barato do que um ve\u00edculo a combust\u00e3o. Agora, se rodar s\u00f3 2 mil quil\u00f4metros por ano, n\u00e3o valer\u00e1 a pena. Mas as pessoas fazem a conta de quanto custa por m\u00eas e se a presta\u00e7\u00e3o cabe no bolso?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Daqueles que declararam que pretendem comprar um carro 57% querem um h\u00edbrido ou el\u00e9trico \u2013 o porcentual fica ligeiramente acima da m\u00e9dia global, de 55%. A maior prefer\u00eancia se d\u00e1 pelo h\u00edbrido, 24%, e pelo h\u00edbrido plug-in, com o mesmo porcentual, sendo que 9% almejam um modelo 100% a bateria.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 46% esta maior inclina\u00e7\u00e3o por eletrificados se d\u00e1 em raz\u00e3o dos pre\u00e7os elevados dos combust\u00edveis aliado \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o com as emiss\u00f5es de CO2, que responde pelo mesmo porcentual. Outros motivos s\u00e3o, para 27%, a capacidade de tra\u00e7\u00e3o integral e, para 24%, a melhor efici\u00eancia do motor. Ainda, para 20%, atrai o fato de a manuten\u00e7\u00e3o ser mais f\u00e1cil.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA pesquisa traz uma boa e uma m\u00e1 not\u00edcia para as montadoras. A boa \u00e9 que o consumidor brasileiro quer continuar comprando carros, o que deve seguir gerando demanda. A m\u00e1 \u00e9 que precisam agir r\u00e1pido para atender a esta expectativa de compra por modelos eletrificados.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para Frateschi trata-se de processo que envolve toda a cadeia, uma vez que os fabricantes de autope\u00e7as devem se preparar para atender o que as montadoras v\u00e3o requerer, mas, antes, \u00e9 preciso que todos definam esta rota.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele contou que a pesquisa come\u00e7ou na pandemia, a fim de entender como as pessoas pretendiam se mover durante e ap\u00f3s. Mas, ao perceberem que ela realmente era uma enquete de inten\u00e7\u00e3o, que poderia ser um term\u00f4metro e um sinalizador do futuro para as montadoras, ajustaram as perguntas para que tivesse o efeito de compreender melhor qual a demanda real. Por isto estenderam o question\u00e1rio para consumidores brasileiros, pela primeira vez, em 2023 \u2013 por este motivo tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 base de compara\u00e7\u00e3o anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista da EY ressaltou que h\u00e1 grande d\u00favida sobre o que predominar\u00e1 na mobilidade, se micromobilidade, last mile, ve\u00edculos el\u00e9tricos, emiss\u00e3o de CO2, legisla\u00e7\u00f5es se comprometendo a n\u00e3o produzir mais ve\u00edculos a combust\u00e3o, principalmente na Europa, o uso de hidrog\u00eanio: \u201cPercebemos uma tend\u00eancia muito diversificada das fabricantes. N\u00e3o \u00e9 que todas est\u00e3o seguindo a mesma linha. S\u00e3o vetores completamente diferentes. Para onde vamos? Qual o futuro do setor?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>E ele continuou apontando que o Brasil n\u00e3o firmou nenhum acordo, felizmente ou infelizmente, para reduzir as emiss\u00f5es, at\u00e9 porque est\u00e1 aqu\u00e9m de pa\u00edses desenvolvidos no quesito infraestrutura: \u201cAlgumas montadoras entendiam que a vida do carro a combust\u00e3o seria um pouco mais longa. Mas vieram os chineses, que em pouco tempo ganharam market share enorme, surpreendendo a todos, em termos de qualidade, design e tecnologia. E, de novo, o setor teve de parar para repensar suas rotas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Frateschi mencionou o imposto de importa\u00e7\u00e3o como ferramenta para regulamentar e tentar brecar um pouco a entrada dos ve\u00edculos feitos sobretudo na China. Mas, segundo ele, principalmente, para tentar proteger a ind\u00fastria automotiva local e ganhar tempo para que haja a transi\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o nacional. Ele se referiu \u00e0 retomada gradual da al\u00edquota a partir deste m\u00eas, at\u00e9 2026, para 35%, e mencionou que o fato de GWM e BYD terem adquirido f\u00e1bricas no Brasil para iniciar a produ\u00e7\u00e3o local dinamizar\u00e1 ainda mais esse mercado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Eletrificados: pre\u00e7o e incertezas dos gastos preocupam o consumidor.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na outra ponta da balan\u00e7a pesam contra o custo de aquisi\u00e7\u00e3o destes ve\u00edculos para 38%, a falta de esta\u00e7\u00f5es de carregamento para 36% e, para 30%, a infraestrutura inadequada de carregamento. Para 29% a incerteza de gastos que envolve o uso e manuten\u00e7\u00e3o esses ve\u00edculos preocupa, e 20% ficam mais confort\u00e1veis com ve\u00edculos a combust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Frateschi destacou que o \u00cdndice de Mobilidade do Consumidor aponta, entretanto, que propriet\u00e1rios de ve\u00edculos eletrificados t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de troc\u00e1-los por outro eletrificado. Inclusive, muitos dos que possuem um h\u00edbrido pensam em, posteriormente, migrar para um el\u00e9trico, &#8220;e isto indica a satisfa\u00e7\u00e3o por parte dos poucos consumidores dessa forma de propuls\u00e3o. Mais de 50% dos interessados disseram topar pagar at\u00e9 40% a mais do que um ve\u00edculo a combust\u00e3o por um el\u00e9trico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele lembrou que apesar de as pessoas terem de aprender a guiar um ve\u00edculo el\u00e9trico, e que quest\u00f5es como o tempo de vida \u00fatil da bateria e o valor do carro no futuro ainda serem inc\u00f3gnitas, assim como \u00e9 dif\u00edcil dizer qual o ritmo de investimentos em infraestrutura de carregamento essa prefer\u00eancia tende a crescer no Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAcho que \u00e9 um caminho sem volta. N\u00e3o h\u00e1 como irmos contra estas tecnologias, dizer que no Brasil isso n\u00e3o acontecer\u00e1 em 2030. Vivemos em um mundo globalizado, as montadoras s\u00e3o globais.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Frateschi utilizou o exemplo da Ford, ao citar que todo produto da marca hoje \u00e9 importado e que se na Europa e nos Estados Unidos n\u00e3o puderem mais ser produzidos ve\u00edculos a combust\u00e3o ter\u00e3o de ser exportados ao Brasil ve\u00edculos el\u00e9tricos: \u201cNo passado diziam que as ondas demoravam a chegar ao Pa\u00eds. Hoje \u00e9 tudo mais din\u00e2mico. Quem achou que o carro el\u00e9trico iria demorar para emplacar aqui estava com a previs\u00e3o meio equivocada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conectividade se destaca principalmente por recursos de monitoramento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Frateschi ressaltou que o brasileiro \u00e9 muito antenado ao novo e \u00e0 tecnologia, e ele deseja sempre que poss\u00edvel estar atualizado. E o estudo apontou que dadas as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a do Pa\u00eds os recursos de monitoramento de localiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o os mais valorizados, para 69% do total, ante 44% ao redor do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAqui este porcentual \u00e9 elevado por causa de problemas s\u00f3 nossos, s\u00e3o as nossas jabuticabas. Mas este monitoramento exerce papel importante tamb\u00e9m para baratear o custo do seguro automotivo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Alertas de tr\u00e2nsito em tempo real s\u00e3o recursos importantes em carros conectados mas menos de 20% dos entrevistados desejam ferramentas como pagamentos no carro e alertas autom\u00e1ticos de servi\u00e7o. 53% dos entrevistados est\u00e3o dispostos a pagar mais por itens de seguran\u00e7a, como as chamadas de emerg\u00eancia automatizada. A prefer\u00eancia por pagar por uso \u00e9 maior do que por pagamentos antecipados para os brasileiros, 45% contra 38%.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao tipo do ve\u00edculo mais desejado pelos brasileiros os SUVs continuam no topo das inten\u00e7\u00f5es, com 37%, seguido por sed\u00e3s, com 34%, hatches, 14% e 7% picapes. O levantamento da EY apontou que, na m\u00e9dia global, a ordem de prefer\u00eancias \u00e9 a mesma, apenas os porcentuais mudam um pouco, para 39%, 32%, 16% e 4%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao local de aquisi\u00e7\u00e3o as concession\u00e1rias e os showroons seguem em alta na prefer\u00eancia de 60% dos brasileiros, apesar da import\u00e2ncia de canais digitais na fase de pesquisa pelo produto. Na m\u00e9dia global este \u00edndice \u00e9 de 61%.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o perfil dos respondentes: 51% eram mulheres, 26% residiam em S\u00e3o Paulo e 9% no Rio de Janeiro, 39% eram millenials, ou seja, nascidos de 1985 e 1999, e 28% da gera\u00e7\u00e3o Z, de 2000 a 2010, 52% integravam a classe m\u00e9dia e 29% eram de baixa renda, 40% possu\u00edam gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e, 38%, ensino m\u00e9dio, 56% residentes em \u00e1reas centrais das cidades e 19% em cidades de m\u00e9dio porte.<\/p>\n\n\n\n<p>Nova edi\u00e7\u00e3o do \u00edndice da EY ser\u00e1 realizada em 2024 e os dados do Brasil poder\u00e3o ser comparados aos da pesquisa feita no ano passado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EXCLUSIVO PARA ASSINANTES: \u00c9 o que aponta pesquisa da EY realizada pela primeira vez no Brasil; na m\u00e9dia global, essa inten\u00e7\u00e3o \u00e9 de 44%<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":46659,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[3476],"class_list":["post-66725","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-clube-autodata"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66725","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66725"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66725\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66752,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66725\/revisions\/66752"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/46659"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66725"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66725"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66725"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}