{"id":79478,"date":"2024-10-21T17:06:24","date_gmt":"2024-10-21T20:06:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/noticias-preview\/79478\/"},"modified":"2024-10-21T17:06:27","modified_gmt":"2024-10-21T20:06:27","slug":"hibridos-flex-stellantis-chegam-ao-mercado-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/2024\/10\/21\/hibridos-flex-stellantis-chegam-ao-mercado-em-novembro\/79478\/","title":{"rendered":"H\u00edbridos flex Stellantis chegam ao mercado em novembro"},"content":{"rendered":"\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 O primeiro ve\u00edculo h\u00edbrido flex da Stellantis produzido no Brasil chegar\u00e1 ao mercado em novembro, informou o vice-presidente de assuntos regulat\u00f3rios na Am\u00e9rica Latina, Jo\u00e3o Irineu de Medeiros, durante o Semin\u00e1rio Brasil El\u00e9trico 2024, realizado por AutoData. O modelo escolhido para ser o pioneiro na tecnologia permaneceu em segredo, <a href=\"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/2024\/10\/17\/stellantis-muda-os-planos-e-seu-primeiro-hibrido-flex-saira-de-betim\/79359\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/2024\/10\/17\/stellantis-muda-os-planos-e-seu-primeiro-hibrido-flex-saira-de-betim\/79359\/\">embora na semana passada a companhia divulgou que ser\u00e1 um Fiat produzido em Betim, MG, e n\u00e3o mais em Goiana, PE, como havia sido anunciado no ano passado<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o posso falar mais nada sobre o lan\u00e7amento. A \u00fanica informa\u00e7\u00e3o divulgada, por ora, \u00e9 a marca, que \u00e9 a Fiat\u201d, afirmou, ap\u00f3s dizer que ser\u00e1 poss\u00edvel comprar o ve\u00edculo h\u00edbrido em novembro. O lan\u00e7amento ocorrer\u00e1 nos pr\u00f3ximos dias.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda n\u00e3o se sabe qual, mas o modelo ser\u00e1 dotado de uma das tr\u00eas plataformas h\u00edbridas da montadora: Bio-Hybrid, que \u00e9 sistema el\u00e9trico h\u00edbrido-flex com bateria de \u00edon-l\u00edtio que a carrega e gera torque adicional, Bio-Hybrid e-DCT, com sistema que contar\u00e1 com dois motores el\u00e9tricos de tens\u00f5es 12v e 48v que fornecem energia para impulsionar o ve\u00edculo em modo totalmente el\u00e9trico ou em conjunto com o motor t\u00e9rmico, ou Bio-Hybrid plug-in, que combina dois motores el\u00e9tricos com um t\u00e9rmico para condu\u00e7\u00e3o 100% el\u00e9trica, 100% t\u00e9rmica ou h\u00edbrida.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas tr\u00eas op\u00e7\u00f5es, mais a 100% el\u00e9trica, integram investimento de R$ 32 bilh\u00f5es que a Stellantis injetar\u00e1 no Pa\u00eds at\u00e9 2030. \u201cTalvez o Brasil seja o \u00fanico Pa\u00eds que consiga explorar de forma eficiente um carro abastecido com etanol que rode com tra\u00e7\u00e3o 100% el\u00e9trica sem fazer grandes investimentos nem grandes rupturas em sua cadeia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua apresenta\u00e7\u00e3o Medeiros lembrou que um ve\u00edculo a combust\u00e3o pode emitir at\u00e9 62 toneladas de CO2 durante o ciclo de vida enquanto que, se ele rodar somente com etanol, 26 toneladas, e se for el\u00e9trico 23 toneladas. H\u00e1, portanto, empate t\u00e9cnico: \u201cO ve\u00edculo a etanol \u00e9 t\u00e3o baixo carbono quanto um a bateria\u201d, disse, ao lembrar que a infraestrutura de recarga, o custo da bateria e o pre\u00e7o de revenda do carro, a depender do estado da bateria, que responde por boa parte do custo do carro, ainda s\u00e3o percal\u00e7os a serem sanados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPor isto desenvolvemos o Bio-Hybrid, uma vez que a associa\u00e7\u00e3o da bateria com o etanol traz uma melhoria de consumo de dois d\u00edgitos no ciclo urbano, no caso do h\u00edbrido leve, o que vai aumentando \u00e0 medida que o tr\u00e2nsito fica mais pesado, em compara\u00e7\u00e3o a um carro a bateria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Somente eletrificar os produtos, no entanto, n\u00e3o ser\u00e1 suficiente, ele disse. \u00c9 necess\u00e1rio baixar a intensidade do carbono no processo de minera\u00e7\u00e3o, fabrica\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima e dos componentes, al\u00e9m dos escapes dos carros: \u201cPrecisamos atacar as duas frentes, tanto a dos produtos como a do processo de fabrica\u00e7\u00e3o dos carros do ber\u00e7o ao t\u00famulo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para tanto contou que foram avaliados os cerca de 5 mil componentes do ve\u00edculo, mat\u00e9ria-prima por mat\u00e9ria prima, tecnologia por tecnologia e analisadas a influ\u00eancia das emiss\u00f5es de CO2 para cada uma delas:<\/p>\n\n\n\n<p> \u201cSabemos que o a\u00e7o e o ferro representam 60% do carro, o termopl\u00e1stico e elast\u00f4metro 18% e o alum\u00ednio 11% e que estes tr\u00eas respondem por 90% das emiss\u00f5es de CO2 na fabrica\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as, sendo a\u00e7o e ferro fundido os respons\u00e1veis por 51% do total, o termopl\u00e1stico e elast\u00f4metro por 13% e, o alum\u00ednio, 27%\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso a Stellantis possui a proposta de que carros fabricados a partir de 2020 saiam da linha com materiais verdes, com menor emiss\u00e3o. Al\u00e9m disso refor\u00e7a a necessidade de se estabelecer de vez uma economia circular e que o a\u00e7o e o alum\u00ednio que est\u00e3o enferrujando em p\u00e1tios retornem ao processo produtivo para reduzir o uso de carv\u00e3o mineral: \u201cO Mover traz as diretrizes para que seja desenvolvido marco regulat\u00f3rio importante para isto\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele reconheceu ainda que, para cumprir o plano da Stellantis de reduzir em 50% as emiss\u00f5es de CO2 at\u00e9 2030 e zer\u00e1-las at\u00e9 2038 ser\u00e1 preciso fazer uso de tecnologias complementares para capturar carbono, por meio de reflorestamento e biocarv\u00e3o, por exemplo, uma vez que 9% do que a ind\u00fastria gera n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mitigar, at\u00e9 o momento e com as op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vice-presidente Jo\u00e3o Irineu de Medeiros participou do Semin\u00e1rio Brasil El\u00e9trico 2024<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":79481,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[81],"class_list":["post-79478","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-seminario-autodata"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79478","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=79478"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79478\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":79488,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79478\/revisions\/79488"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/79481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=79478"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=79478"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=79478"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}