{"id":85955,"date":"2025-03-26T15:43:46","date_gmt":"2025-03-26T18:43:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/noticias-preview\/85955\/"},"modified":"2025-03-28T16:08:56","modified_gmt":"2025-03-28T19:08:56","slug":"futuro-do-diesel-nos-caminhoes-e-onibus-e-o-diesel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/2025\/03\/26\/futuro-do-diesel-nos-caminhoes-e-onibus-e-o-diesel\/85955\/","title":{"rendered":"Futuro do diesel nos caminh\u00f5es e \u00f4nibus \u00e9\u2026 O diesel."},"content":{"rendered":"\n<p>Na rota da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica caminh\u00f5es e \u00f4nibus s\u00e3o os mais resistentes \u00e0 convers\u00e3o para adotar sistemas de propuls\u00e3o mais limpos e reduzir emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. O diesel f\u00f3ssil, mesmo que cada vez mais temperado com suas variantes renov\u00e1veis como biodiesel e HVO, seguir\u00e1 sendo dominante no transporte rodovi\u00e1rio de carga e passageiros. \u00c9 o que revela o recente estudo O Futuro do Diesel em Ve\u00edculos Comerciais no Brasil, preparado com exclusividade para AutoData pela PSR, Power Systems Research, consultoria global especializada no mercado de ve\u00edculos pesados.<\/p>\n\n\n\n<p>Em que pese a tend\u00eancia global de eletrifica\u00e7\u00e3o, via baterias ou c\u00e9lulas de combust\u00edvel a hidrog\u00eanio, ou o uso crescente de g\u00e1s natural f\u00f3ssil ou do biometano para abastecer caminh\u00f5es e \u00f4nibus, al\u00e9m do biodiesel e HVO, o fato \u00e9 que nenhuma destas alternativas \u00e9 t\u00e3o vi\u00e1vel economicamente quanto o pr\u00f3prio diesel. Nenhuma delas, portanto, ser\u00e1 capaz de substituir todo o combust\u00edvel f\u00f3ssil necess\u00e1rio para empurrar ve\u00edculos pesados por muitas d\u00e9cadas \u00e0 frente, \u00e9 o que se vislumbra.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o levantamento da PSR o diesel, com pequenas por\u00e7\u00f5es de mistura de biodiesel e HVO, \u00e9 respons\u00e1vel hoje por impulsionar 99% dos caminh\u00f5es e \u00f4nibus no Brasil, porcentual que cai para 94% na Uni\u00e3o Europeia, 89% nos Estados Unidos \u2013 e n\u00e3o \u00e9 porque l\u00e1 sejam usadas mais alternativas de baixas emiss\u00f5es mas porque 7% da frota s\u00e3o movidos a gasolina, outros 3% a g\u00e1s natural e apenas 1% corresponde a modelos el\u00e9tricos. A China est\u00e1 mais avan\u00e7ada com 81% de diesel, 10% de g\u00e1s e 9% de el\u00e9tricos.<\/p>\n\n\n\n<p>As proje\u00e7\u00f5es da PSR at\u00e9 2032 n\u00e3o alteram muito este cen\u00e1rio, especialmente no Brasil, para onde a consultoria projeta que o diesel f\u00f3ssil misturado com biodiesel e HVO ser\u00e1 respons\u00e1vel por abastecer 90% da frota de pesados, complementada por 5% de el\u00e9tricos, 4,4% de g\u00e1s natural e biometano e 0,6% de c\u00e9lulas de combust\u00edvel a hidrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como j\u00e1 faz com autom\u00f3veis a China ter\u00e1 a maior e mais r\u00e1pida convers\u00e3o para caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos at\u00e9 2032, com 34% da frota, al\u00e9m de mais 9% a g\u00e1s, mas o diesel seguir\u00e1 sendo a maior fonte energ\u00e9tica de 57% dos ve\u00edculos pesados.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Europa, apesar de ser a segunda maior regi\u00e3o de ado\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos, 25% at\u00e9 2032, com mais 3% de g\u00e1s, ainda assim o diesel e suas misturas abastecer\u00e3o 72% da frota.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ROTA DIF\u00cdCIL DE MUDAR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta reportagem foi publicada na edi\u00e7\u00e3o 419 da revista AutoData, de mar\u00e7o de 2025. Para ler sua \u00edntegra <a href=\"https:\/\/www.autodata.com.br\/revistas\/?revista=370&amp;visualizacao=flipbook#page=24\">clique aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o internet.<\/p>\n\n\n\n<p>Colaborou Carlos Briganti, PSR<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da Power Systems Research aponta que o combust\u00edvel f\u00f3ssil e suas variantes renov\u00e1veis como biodiesel e HVO dominar\u00e3o a cena do transporte de cargas e passageiros por muitos anos adiante<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":85956,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[1158],"class_list":["post-85955","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-revista-autodata"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85955","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=85955"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85955\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":86118,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85955\/revisions\/86118"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/85956"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=85955"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=85955"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=85955"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}