{"id":99875,"date":"2026-02-18T18:03:16","date_gmt":"2026-02-18T21:03:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.autodata.com.br\/noticias\/noticias-preview\/99875\/"},"modified":"2026-02-18T18:03:18","modified_gmt":"2026-02-18T21:03:18","slug":"durabilidade-de-baterias-segue-alta-mesmo-com-popularizacao-da-recarga-rapida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/2026\/02\/18\/durabilidade-de-baterias-segue-alta-mesmo-com-popularizacao-da-recarga-rapida\/99875\/","title":{"rendered":"Durabilidade de baterias segue alta mesmo com populariza\u00e7\u00e3o da recarga r\u00e1pida"},"content":{"rendered":"\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 Mesmo com a populariza\u00e7\u00e3o da recarga r\u00e1pida, e a maior intensidade de uso dos ve\u00edculos, as baterias de carros el\u00e9tricos seguem apresentando bom desempenho ao longo da vida \u00fatil, com degrada\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 2,3% no ano passado. Foi o que apontou levantamento da empresa de gest\u00e3o de frotas Geotab.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa avaliou a sa\u00fade das baterias de 22,7 mil ve\u00edculos el\u00e9tricos, de 21 marcas e modelos diferentes, com base em dados agregados de telemetria reunidos ao longo de m\u00faltiplos ciclos de opera\u00e7\u00e3o. Em 2024 a degrada\u00e7\u00e3o m\u00e9dia das baterias \u2013 ou seja, a perda de quantidade de energia que uma bateria consegue armazenar \u2013 foi de 1,8%. E, segundo a empresa, reflete as mudan\u00e7as na forma como os ve\u00edculos el\u00e9tricos v\u00eam sendo utilizados, com destaque para a maior depend\u00eancia de recarga r\u00e1pida em DC, corrente cont\u00ednua, e de alta pot\u00eancia.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A durabilidade das baterias tem se tornado preocupa\u00e7\u00e3o recorrente para motoristas e gestores de frota \u00e0 medida que a ado\u00e7\u00e3o de carros el\u00e9tricos avan\u00e7a, tanto em opera\u00e7\u00f5es comerciais quanto no setor p\u00fablico. Por isto entender como se desgastam sob diferentes condi\u00e7\u00f5es de carregamento, clima e intensidade de uso permite gest\u00e3o mais eficiente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recarga r\u00e1pida acima de 100 kW acelera degrada\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Geotab a pot\u00eancia da recarga \u00e9 o principal fator operacional associado ao envelhecimento das baterias. Ve\u00edculos que recorrem com frequ\u00eancia \u00e0 recarga r\u00e1pida em DC acima de 100 kW registraram desgaste mais acelerado, com m\u00e9dia de at\u00e9 3% ao ano. J\u00e1 aqueles que carregam predominantemente em AC, corrente alternada, ou em pot\u00eancias mais baixas, ficaram em torno de 1,5% ao ano.<\/p>\n\n\n\n<p>O clima tamb\u00e9m impacta a taxa de degrada\u00e7\u00e3o, mas com efeito mais discreto. Em regi\u00f5es mais quentes a degrada\u00e7\u00e3o foi, em m\u00e9dia, 0,4 ponto porcentual mais alta a cada ano do que em \u00e1reas de clima mais ameno.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rotina de recarga pode ser mais flex\u00edvel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento indica ainda que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio adotar regras muito r\u00edgidas para a recarga no dia a dia. Ve\u00edculos que operam com maior varia\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de carga ao longo do tempo n\u00e3o apresentaram aumento relevante de degrada\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>O desgaste tende a aumentar quando o ve\u00edculo permanece por longos per\u00edodos com a bateria pr\u00f3xima de 100%, totalmente carregada, ou muito perto do n\u00edvel m\u00ednimo, ou seja, quase vazia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ve\u00edculos com uso di\u00e1rio mais intenso, por sua vez, registraram degrada\u00e7\u00e3o um pouco mais r\u00e1pida: cerca de 0,8% ao ano, na compara\u00e7\u00e3o com os de uso mais leve. Ainda assim o efeito \u00e9 considerado modesto e, em diversos casos, compensado pelos ganhos operacionais e financeiros de manter o ve\u00edculo em atividade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da Geotab mostra que a degrada\u00e7\u00e3o m\u00e9dia no ano passado foi de 2,3% contra 1,8% em 2024<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":91938,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[892],"class_list":["post-99875","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-estudo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99875","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=99875"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99875\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":99882,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99875\/revisions\/99882"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/91938"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=99875"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=99875"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.autodata.com.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=99875"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}