AD 339
16 AutoData Novembro 2017 do México e da Europa. Mas mais de 70% do volume na região será produzido aqui e na Argentina. Usando o Chile como exemplo: avaliaremos todas as possibilidades de produtos em nível mundial para definir nossas oportunidades. Importadores da região conversarão com as nossas pessoas, aqui, e a partir daí facilitaremos esses negócios com outras operações Volkswagen no mundo, o que chamamos internamente de one stop shop. E como fica a parte industrial nessa nova organização da companhia? Temos trabalhando bastante o desenvolvimento e a integração das pessoas dentro das fábricas. São 6 mil funcionários, uma mentalidade mais enxuta, com mais integridade, uma cultura mais humana, onde falamos mais com as pessoas. Uma conexão digital com pessoas. Desenvolvemos um aplicativo para interagir com os funcionários e temos painéis eletrônicos junto às linhas de produção. Como foi estruturada essa iniciativa de trabalhar o capital humano? Trouxemos a ideia da África do Sul [onde Powels foi presidente da VW], é uma mudança de mentalidade. Muitas pessoas farão parte dessa história, e nossa primeira atitude é oferecer valor para as pessoas. Normalmente o capitalismo tem Temos espaço para aumentar a produção sem investir. Nosso investimento será em produtos e processos. From the Top uma companhia com dinheiro e um empregado que quer dinheiro. Mas tentamos criar uma outra atitude aqui, onde o empregado tem valor para nós e temos valor para ele. Esse valor que ofereceremos será muito mais do que um posto de trabalho, uma quantidade de dinheiro. Precisa haver essa conexão com as pessoas, oferecendo treinamento, proposta de valor. Estamos trabalhando para ser uma companhia mais humana, para ter mais conexão interna, onde todas as pessoas são importantes. O senhor investe no desenvolvimento pessoal, criando integração maior da companhia com os seus funcionários. Trabalhamos bastante nisso nos últimos anos. Fizemos acordos de longo prazo com os sindicatos. Brigamos muito com os sindicatos, houve greves. Acordos trabalhistas valiam por apenas doze meses. Algumas negociações chegaram a dois, três anos de prazo. Mas dessa vez fechamos contratos por cinco anos em todas as quatro plantas, sem greve. Foi a primeira vez que isso ocorreu. E temos possibilidades para facilitar e melhorar nossa produtividade, além de total condição para fazer os ajustes necessários em nosso negócio. Isso dá mais flexibilidade para os próximos cinco anos. A Volkswagen está ajustada para atender a demandas do mercado sem contratações?
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