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Energia 26 AutoData Novembro 2017 nir a produção e a venda de veícu- los movidos a combustíveis fósseis. O segundo decreto deu conta de que até 2020 a China subirá de 1% para 10% a mistura de etanol na gasoli- na vendida em seus 100 mil postos de combustível. As decisões de Pequim deixaram de cabelo em pé os acionistas das pe- troleiras e mostraram que, a despeito de destinar muitos bilhões de dóla- China entra em campo Henrique Skujis | henriqueskujis@autodata.com.br res para o desenvolvimento do carro elétrico, a nação onde circulam 200 milhões de veículos – maior frota do mundo – também tem olhos para os biocombustíveis. Um minúsculo alí- vio para nossos pulmões e, dizem os especialistas, uma ótima notícia para o Brasil. “Quanto mais gente estiver jogando o nosso jogo, melhor”, diz Francisco Nigro, conselheiro da res- peitável SAE, referindo-se à já tarim- Guerra, fome, milho, poluição, Brasil. O que está por trás da guinada dos chineses rumo à superprodução de álcool? S emanas antes da abertura do esperado congresso do Partido Comunista, em 17 de outubro, o país mais populoso do mundo e dono da maior economia do plane- ta fez dois anúncios importantes o suficiente para mexer nas planilhas dos executivos da indústria automo- bilística. O primeiro comunicado aos terráqueos foi o seguinte: o governo chinês já estuda uma data para ba-

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