AD 339

33 Novembro 2017 AutoData De acordo com Nigro, da SAE, “se um dia eles optarem por produzir veí- culos a álcool aí o Brasil terá uma bru- tal vantagem competitiva. Nessa área tem coisa que só o Brasil sabe”. Por outro lado, a escolha – por mo- tivos já ditos – pelo milho e não pela cana-de-açúcar para a produção do etanol aproxima a China dos Estados Unidos, maior produtor de biocom- bustível do mundo. Dessa forma, a tecnologia em- pregada nas usinas brasileiras não teria grande valia para as novas instalações a serem construídas na China: “Pelo contrário. Como as máquinas produzidas na China são muito mais baratas o Brasil é que poderá importar maquinário de lá. O custo Brasil tira a competitivida- de da indústria local”. CRÍTICAS AMBIENTAIS – Sob a desconfiança de ambientalistas o eta- nol segue sua jornada. Sua expansão, dizem, além de consumir milhões de litros de água ameaça a segurança alimentar do planeta. É controverso o uso de terra para produzir combus- tível e não comida. Seus defensores dirão que terra é o que não falta, principalmente aqui no Brasil. E que se quisermos salvar o planeta do aquecimento global os biocombustíveis estão aí. Agora, com a China no jogo.

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