AD 339

9 Noevmbro 2017 AutoData suprasegmentada dotada de direção rotati- va, apresentada em 1988? – o nome seria Conasa: Conselho Nacional do Setor Auto- motivo. Dias que virão 2 Ele credita aos seus tais iguais altas doses de raciocínios analógicos, “e não estamos, aqui, falando de teorias filosóficas”. Claro: falávamos de negócios, apenas, e das suas dificuldades, principalmente as humanas, e da tendência humana de execrar as coisas simples: sem sofisticação não vale! Afinal, como deveríamos considerar inovação e empreendedorismo num país tão pobre e com tantas dificuldades e tão carente de pes- quisa científica como num certo Brasil? Boas notícias Empresa pertencente ao grupo de produto- res de insumos e matérias primas, como o aço, por exemplo, promete reativar unidade sua, no Estado de São Paulo, fechada nos piores momentos da crise econômica. É um processo lento pois, digamos assim, nesse ramo o reaquecimento das caldeiras para o exercício de velocidade de cruzeiro da pro- dução demora meses. Trata-se de excelente perspectiva, mesmo assim, pois a disposição da empresa já vis- lumbra o começo do segundo trimestre do ano que vem. Boas notícias 2 E mira a produção de veículos comerciais pesados. Ou seja: o mundo dos fabricantes de cami- nhões já incita seus fornecedores a tomar as devidas providências pois há cheiro de cri- me no ar: a venda de milhares de unidades. seria sair das páginas policiais e adentrar as de inovação e de empreendedorismo. Mudar de página 3 De acordo com o informe da Chery à Bolsa de Valores de Anhui propostas de empresas interessadas nas instalações de Jacareí de- vem ser encaminhadas até a terça-feira, 7 de novembro. Em 2016, aqui, a Chery obteve receita de coisa de US$ 167,7 milhões e fez prejuízo de US$ 256,9 milhões e este ano, até agosto, faturou coisa de US$ 1 milhão 350 mil e colheu prejuízo de cerca de US$ 2,9 milhões. Dias que virão Revela-me veterano partícipe da vida asso- ciativa no mundo dos veículos sua decepção com atitudes de seus iguais, aparentemente despreocupados com os dias que virão, de batalhas pelos seus negócios e pelos inte- resses de seus acionistas. Preocupa o velho guerreiro a baixa capacitação de jovens exe- cutivos e empresários e a sua, quase sempre, falta de apetite com relação às entidades que reúnem e representam suas empresas – “Só pensam em resultados a qualquer pre- ço, e os atuais dirigentes não têm êxito em mostrar o panorama visto do outro lado do balcão”. É um bom instante para tentar desvendar véus que cobrem a atual estrutura dessas entidades, das quais Anfavea, Sindipeças e Fenabrave são as mais evidentes. Haveria uma total desregulamentação e estes seg- mentos continuariam a viver muito bem, indiferentes a legislações? Suas direções deveriam ser basicamente exercidas por profissionais contratados? Seria viável, hoje, a ideia de Wolfgang Sauer de criar entidade

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