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74 MÁQUINA DE PENSAR E m1996 a humanidade acompanhou uma vibrante e inusitada disputa de xadrez entre o genial Garry Kas­ parov e um supercomputador desenvolvido pela IBM batizado de Deep Blue. Naquele ano, Kasparov já era um mito pois havia se consagrado campeão mundial em 1985. Na primeira série de partidas, o enxadris­ ta levou a melhor sobre a máquina e venceu. Na revanche concedida no ano seguinte, os técnicos da IBM fizeram alguns ajustes no Deep Blue e, desta vez, o computador ven­ ceu o grandemestre dos tabuleiros. Os ajustes que os técnicos fizeram? Do­ braram a capacidade de raciocínio do Deep Blue. A primeira versão era capaz de calcu­ lar 100 milhões de lances possíveis por se­ gundo, a segunda versão, em apenas um se­ gundo, considerava 200 milhões de jogadas. Já Kasparov, um dos maiores enxadristas de todos os tempos, tinha capacidade de avaliar até três movimentos futuros por segundo, o que já é uma façanha e tanto para padrões humanos. Em um processo contínuo de evolução, as novas gerações de supercomputadores se tornaram infinitamente menores, melhores, mais eficientes, rápidos e inteligentes que o Deep Blue. Se há 20 anos, um computa­ dor foi capaz de vencer Kasparov, imaginem o que eles são capazes de fazer de agora em diante quando programados para lidar com desafios muito mais complexos como, por exemplo, assumir o controle de veículos oferecendo total segurança aos ocupantes ou à carga. Sensores, câmeras e radares, integrados, oferecem aos veículos atuais extraordinária capacidade tanto de enxergar como, tam­ bém, sentir todo o ambiente em seu entorno Supercomputador ZF ProAI: o mais avançado do mundo para aplicação veicular. Supercomputadores automotivos em contínuo aperfeiçoamento estão prontos para assumir o controle dos veículos.

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