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75 em curta, média e longa distância, indepen­ dente se há ou não luz, e interagem como su­ percomputador do carro, que precisa tomar uma decisão acertada, como num piscar de olhos. Mas exatamente comonos seres humanos cujos sentidos são comandados pelo cérebro, nos automóveis quem assume esse controle é justamente uma nova geração de super­ computadores que está continuamente sen­ do aperfeiçoada. O inovador supercomputador ZF ProAI é um notório exemplo do que há de mais avan­ çado no mundo em inteligência artificial para automóveis. Esses sofisticados equipamen­ tos podem ser configurados para qualquer aplicação – desde uma função básica do ADAS até assistência autônoma para carros, veículos comerciais e aplicações industriais. É possível também especificar a arquitetura de software, especialmente para as aplicações MobilityasaService (sistemas autônomos de transporte de pessoas ou carga). O ZF ProAI RoboThink, a geração mais atual da família de produtos ZF ProAI, é o mais potente computador do setor auto­ motivo do mundo. O equipamento vem com o seu próprio processador gráfico, disponibi­ liza um desempenho computacional total de mais de 150 teraOPS (o equivalente a 150 trilhões de operações de cálculo por se­ gundo) e pode ser modularmente combina­ do com até quatro unidades, corresponden­ do a um desempenho total de 600 teraOPS (só para efeito de comparação, o Deep Blue citado no início desta matéria, que venceu Kasparov, conseguia fazer 200 milhões de cálculos por segundo – uma ínfima parcela do que é capaz de processar essa nova ge­ ração de supercomputadores automotivos). A principal diferença entre esses novos supercomputadores automotivos e o Deep Blue é que essas máquinas de pensar não foram concebidas para desafiar o mais hábil piloto do mundo e sim para oferecer a toda humanidade mobilidade muito mais segura, inteligente e eficiente. Está cada vez mais difícil para os humanos sozinhos serem ca­ pazes de desafiar estas máquinas. Porém somente com a criatividade e atributos humanos o contínuo desenvolvimento de hardware e softwares que fazem comque os “cérebros” digitais continuem cada vez mais agéis e surpreendentes se tornam possíveis. Por AutoData Empresarial

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