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7 AutoData | Junho 2020 Reprodução/Internet rocha acima 3 O que entusiasma executivos da Ford como os dois Jim, Hackett e Farley, CEO e COO, com o potencial de negócios com a Mahindra são a redução de custos de engenharia e a escala de produção na Índia. Na ponta última da equação está o resultado, que eles apostam seja e ciência e lucratividade. Um dos slides da apresentação, feita a investidores do Deutsche Bank, dizia algo como “nossa ambição é ir além de compartilhar plataformas de veículos”. Ou algo muito ambicioso mesmo: Jim e Jim expuseram seu conceito de que equipes locais conhecedoras de mercados emergentes e de altos padrões de engenharia serão essenciais para... reduzir sua necessidade de investimento em... mercados emergentes. E também lembraram o potencial, grande, nesse intercâmbio com a Mahindra, para criar novos serviços de mobilidade especí cos para consumidores de... mercados emergentes. rocha acima 4 Os investidores do Deutsche Bank ouviram falar um pouco mais de América do Sul: a Ford ainda redesenha seu modelo de negócios na região e dá atenção especial ao impacto da covid-19 no Brasil. A dupla Jim e Jim mostrou que a nova geração da F-150 será vendida na América do Sul assim como um SUV inédito mais urbano do que o -road, para a região. E descreveu, na sua parceria com a Volkswagen, que um programa conjunto aumentará a capacidade de nanciamento para tecnologias de nova geração e de aprimoramento de novos produtos. Sobre a produção conjunta de Ranger e Amarok nem um pio. O acordo de cooperação com a Mahindra é de outubro do ano passado: Ford tem 49%, Mahindra detém o controle e duas unidades produtivas Ford foram agregadas à joint-venture. rocha acima 5 São todas, essas, muito boas notícias para a Índia. Se mais empresas prestarem atenção à atitude da Ford no Brasil e na Argentina e reconhecerem que, a nal, fazem sentido, lá vai o mundo automotivo nacional escalar pedras novamente, refazendo o caminho dos pioneiros.

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