12 FROM THE TOP » RICARDO RODRIGUES, AUMOVIO Maio 2026 | AutoData quanto em veículos comerciais. Os nossos clientes demandam produção local e o nosso know-how. Temos uma equipe de engenharia bastante forte e a nossa planta foi modernizada recentemente, o que chama muito a atenção dos clientes correntes e daqueles que estão chegando ao mercado. Em Várzea Paulista estamos trabalhando na transição para os sistemas de frenagem mais modernos, com controle eletrônico mais complexo. E um outro bloco de atuação que é associado ao nosso propósito de crescimento é produzir mais peças especialmente da linha de freios para o aftermarket. Em Itapevi o foco é crescer de maneira expressiva os nossos negócios com as marcas ATE e VDO para a reposição. Em um contexto de crescimento da operação existe algum segmento que pode ser agregado aos negócios da Aumovio? Vocês consideram a possibilidade de adquirir alguma empresa da cadeia automotiva aqui no Brasil ou lá fora? Talvez eu não possa entrar em pormenores. O que posso dizer é o seguinte: a ampliação do escopo de atuação da empresa, e possíveis aquisições, são temas em constante discussão dentro da organização. Isto está, sim, em pauta globalmente, também no Brasil. Não posso entrar em mais pormenores. A divisão de aftermarket, que o senhor já liderou, é talvez uma das que mais cresce neste momento: o plano é triplicar a participação dela em cinco anos. Os resultados e o desenvolvimento dos negócios estão de acordo com os objetivos traçados? Sim, temos um plano bastante agressivo de crescimento para o aftermarket. Nosso mercado OEM flutua bastante e o aftermarket no Brasil, dada a complexidade do País, tem um grande potencial. Desde 2019 ampliamos bastante o nosso foco de atuação no aftermarket. Como? Com a melhora do desempenho operacional. Antes demorávamos de quinze a trinta dias para atender pedido de um cliente e hoje já fazemos isso, em muitos casos, no mesmo dia. Também passa pela expansão do portfólio, em preparar as nossas plantas para produzir peças originais para o aftermarket. E os planos, até aqui, prosperaram. Dobramos o negócio nos últimos três anos e ele tem obtido visibilidade dentro da organização, tanto local quanto globalmente. Qual é a participação das suas operações para automóveis e para veículos comerciais no aftermarket? Difícil medir porque são produtos diferentes. Nosso foco do aftermarket vale para ambos, leves e pesados. Onde está “ Podemos falar dos números globais que são publicados: € 18,5 bilhões de faturamento, 82 mil pessoas globalmente. No Brasil temos ao redor de 2 mil colaboradores e um faturamento que gira em torno de 2% do global.”
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