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14 FROM THE TOP » RICARDO RODRIGUES, AUMOVIO Maio 2026 | AutoData o crescimento mais expressivo? Em leves. Portfólio mais amplo, enquanto em pesados atuamos em produtos eletrônicos, basicamente, que têm um índice de reposição mais baixo. O negócio de pesados é estável, com boa rentabilidade, mas com potencial de crescimento mais limitado. Nos leves a expectativa de crescimento é expressivo, mas com pressão sobre margem. Uma das atividades da Aumovio é desenvolver e produzir semicondutores para a indústria automotiva, um tema que ficou em voga nos últimos anos e recentemente também teve bastante movimentação. Como se organiza essa operação? O senhor acredita que é possível fabricar este item importantíssimo para a cadeia automotiva no Brasil? Iniciamos algumas parcerias para a produção de semicondutores, ainda um “ No Brasil as montadoras chinesas estão chegando com força e velocidade. O que podemos fazer neste momento? Colaborar com elas, como Aumovio. E é o que estamos fazendo: temos discussões com as principais montadoras chinesas que estão se instalando no Brasil, buscando por conteúdo local.” negócio relativamente embrionário. Os desafios são cada vez maiores dado o desenvolvimento de outras áreas, especialmente inteligência artificial, que demanda muitos semicondutores, o que joga uma pressão para a cadeia de semicondutores do automotivo. Estamos ainda no trabalho de mapeamento de como vamos nos posicionar efetivamente nessa área. E, tendo uma atuação na produção de semicondutores, vejo como bastante difícil trazer algo assim para o Brasil. Porque precisa de volume e é algo que falta aqui. No passado se projetava uma produção de 5 milhões de veículos e agora estamos na casa 3 milhões, 2,9 milhões. Em pesados temos o segundo ano de retração. Então o volume é o que nos falta e não vejo, ao menos no médio prazo, avanço na produção de semicondutores aqui, infelizmente. Quais são os desafios para continuar atuando no mercado brasileiro, tanto OEM quanto aftermarket? Na sua opinião o que poderia, e como poderia melhorar o ambiente de negócios no País? Precisamos de mais educação, de mais saúde, de mais comida para o nosso povo. De parcerias com universidades. O meu chefe na Alemanha tem o título de doutor, quantos doutores nós temos liderando negócios no Brasil? É uma demonstração da distância que existe da universidade para a indústria. Ela é grande. Claro, temos bons exemplos, mas são poucos. Acredito que a educação seja um grande desafio, porque ela gera desenvolvimento de novas ideias, gera inovação, gera soluções disruptivas, que é o que precisamos para competir no mundo moderno. Outro desafio é o

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