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16 Junho 2026 | AutoData Para uma marca que já ostentou gravatinha dourada na dianteira dos seus carros nos anos em que liderou o mercado brasileiro obter 10,5% das vendas de veículos leves em maio é pouco. Ainda mais olhando para baixo na lista dos mais vendidos e visualizando fabricantes novatas tão próximas. Não é um desempenho que agrade à diretoria da General Motors do Brasil, tampouco a rede Chevrolet formada por cerca de seiscentas concessionárias. O próprio presidente da operação local, Thomas Owsianski, admite: “Dez por cento não é o suficiente para a marca e para a sua rede de concessionárias. Precisamos crescer. Queremos e podemos crescer de forma sustentável Por André Barros Para além dos 10% SUV compacto Sonic é a aposta da Chevrolet para aumentar sua fatia na pizza do mercado brasileiro, atualmente flutuando em 10% para nós e para a nossa rede de concessionários. Claramente precisamos de um market share maior”. Trata-se de desafio e tanto para marca com presença centenária no País, que tem seu portfólio estagnado por causa de decisões globais que interromperam um ciclo natural de evolução e investimentos mas, sobretudo, frente a uma concorrência com origem na China que importa e começa a produzir veículos muito mais modernos por aqui. Completando pouco mais de cem dias no cargo, e retornando à companhia agora como presidente da GM América do Sul, após longa passagem pelo Grupo Volkswagen, Owsianski tem a missão de Fotos: Divulgação/Chevrolet ESPECIAL » CHEVROLET SONIC

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