24 Julho 2026 | AutoData ESPECIAL FIAT 50 ANOS » EVOLUÇÃO EM ALTA VELOCIDADE Em 2025 a apresentadora Adriane Galisteu protagonizou a campanha Um Minuto e Meio com Adriane Galisteu para o lançamento do Fastback com motor híbrido T200, relembrando os mais de trinta anos de sua relação pessoal com a marca. Um exemplo de como a Fiat segue optando por narrativas afetivas mesmo quando o produto em vitrine é uma tecnologia nova, como a eletrificação leve. O ápice recente da estratégia de comunicação chegou com a própria campanha dos 50 anos, batizada Fiat. Há 50 anos fã do Brasil. O filme acompanha um garoto que observa, pela janela de um carro, cenas que atravessam diferentes décadas da vida brasileira – como um casal recém- -casado deixando uma igreja histórica de Diamantina a bordo de um Fiat Uno. “Poucas marcas têm o privilégio de celebrar 50 anos ao lado de milhões de brasileiros. Mais do que comemorar esta data queríamos prestar uma homenagem à relação construída com o País ao longo dessas cinco décadas”, afirma Frederico Battaglia, diretor das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul. A própria Stellantis, ao organizar a narrativa oficial dos 50 anos para a imprensa, optou por dividir a história brasileira da marca em blocos que conversam diretamente com a estrutura desta série especial. Os anos 1970 e 1980 são descritos como o “espírito de vanguarda”, período de consolidação de uma marca disruptiva que introduziu soluções inéditas culminando no pioneirismo do etanol. Os anos 1990 e 2000 aparecem como a fase de “democratização e nova proposta de valor”, puxada por ícones como o Uno Mille e o Palio.A década de 2010 é tratada como o momento de “design, conectividade e o início da liderança do século”, com o reposicionamento visual da marca e a chegada de Mobi, Toro e Argo. E o período mais recente, já sob a bandeira da Stellantis, é descrito como o de “liderança estratégica e novas tecnologias”, ancorado na Strada, Pulse e Fastback. Nas palavras do presidente da Stellantis para a América do Sul, Herlander Zola, a Fiat é uma companhia que se orgulha de ser “fã do Brasil e fã dos brasileiros”, frase que resume uma relação que atravessou ditadura, hiperinflação, abertura comercial, três fusões societárias e, ainda assim, permanece na liderança do mercado que ajudou a construir. Para quem vive o dia-a-dia operando as linhas de montagem, contudo, o marco vai além das chapas de aço e das patentes. “O que eu mais celebro nesses 50 anos são as pessoas. Se não fosse a integração e o engajamento de todo mundo, buscando sempre adaptação a todas as mudanças que aconteceram no meio do caminho, não teríamos chegado a este sucesso”, avalia Fullana, que ingressou na montadora como estagiário, em 1996, e vivenciou toda a consolidação tecnológica do grupo de dentro da fábrica.
RkJQdWJsaXNoZXIy NjI0NzM=