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113 AutoData | Setembro 2026 Provost: plano para acelerar crescimento na Índia e no Brasil. Parceria: executivos da Renault e da Geely unidos para anunciar aumento dos investimentos da RGdB”. Os executivos das duas empresas afirmaram que, mesmo com o início de produção completa, trabalham no incremento da localização destes novos produtos, inclusive com tecnologias eletrificadas. Neste sentido a RGdB confirmou o início da produção de carros com sistema de propulsão híbrida Renault Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel no Brasil, em 2027. “Nosso trabalho não será apenas construir carros no Paraná, mas contribuir com a Renault na distribuição e vendas, outra ação importante deste negócio”, observou Victor Yang. “Não se trata apenas de qualidade, velocidade e novas tecnologias e produtos: queremos oferecer o melhor em toda a jornada do cliente.” Em novembro de 2025 a RGdB anunciou seu primeiro investimento de R$ 3,8 bilhões no Brasil para preparar a fábrica para os dois produtos Geely e o novo Renault, além de desenvolver todo o modelo de negócios da joint-venture. EM BUSCA DE CRESCIMENTO “Vamos onde está o crescimento. Por isto a Índia e o Brasil são prioridade máxima”, disse o CEO do Grupo Renault, François Provost, que vê na parceria com a Geely a ferramenta para acelerar os negócios nesses mercados. Segundo o executivo, excluindo Estados Unidos, Europa e China, a empresa projeta que 40% do crescimento do resto no mundo automotivo estará na Índia, 20% na América do Sul e outros 20% no Sudeste Asiático. Por isto a Renault vem priorizando investimentos nestes locais em que já mantém estrutura produtiva. No caso da Índia a Renault comprou a participação da Nissan na fábrica em Chennai. No Brasil o plano é acelerar os investimentos com a Geely. E a proposta é aproveitar as sinergias dessas duas operações, justifica Provost: “Temos o Boreal na Índia e lançaremos uma versão híbrida lá. Isto permitirá lançar o híbrido aqui com custo aceitável. Diante da concorrência chinesa temos de ser mais competitivos em custo, mas também ágeis em termos de novos recursos e tecnologias”.

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