28 PRÊMIO AUTODATA 2026 A Nissan consolidou a fábrica de Resende, RJ, como uma de suas principais plataformas industriais e de exportação na América Latina. No fim de 2025, o complexo atingiu a marca de 100 mil veículos enviados ao Exterior desde o início das operações, resultado que demonstra a crescente integração da produção brasileira à estratégia regional da companhia. O volume foi alcançado em onze anos de atividade exportadora, período no qual veículos produzidos em Resende chegaram a oito países. A Argentina ocupa posição de destaque nessa trajetória e recebeu mais da metade das unidades embarcadas pelo Brasil. A história das exportações começou com o March e ganhou escala à medida que novos produtos foram incorporados às linhas brasileiras. Versa e Kicks ampliaram a presença dos veículos nacionais em outros mercados latino-americanos e ajudaram a transformar a unidade fluminense em uma base capaz de abastecer diferentes países da região. Agora, a operação entra em uma nova etapa com o Kait. Produzido em Resende, o modelo já é exportado para Argentina, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México, Panamá e Paraguai. Os planos da Nissan preveem ampliar progressivamente esse alcance até chegar a vinte mercados, aumentando a escala de produção e a participação brasileira na estrutura internacional da fabricante. Nova plataforma brasileira de exportação Fábrica da Nissan supera a marca de 100 mil veículos exportados e amplia alcance com o Kait. Investimento de R$ 2,8 bilhões reforça o papel estratégico do Brasil na operação regional da companhia EXPORTADOR Entre os novos destinos, o México tem importância especial. Além de ser o maior mercado da Nissan na América Latina, tornou-se o primeiro país a receber um veículo da marca produzido no Brasil, inaugurando um novo fluxo comercial dentro da própria operação regional. O movimento demonstra a competitividade da fábrica brasileira para atender mercados de grande volume e com diferentes exigências comerciais e industriais. Essa expansão está apoiada pelo ciclo de investimentos de R$ 2,8 bilhões destinado ao complexo industrial de Resende. Os recursos sustentam a renovação de produtos, a evolução dos processos produtivos e a preparação da fábrica para assumir um papel cada vez mais relevante dentro da estratégia da companhia. A ampliação das exportações também traz ganhos de escala e melhor aproveitamento da capacidade instalada, fatores importantes para a competitividade de uma operação industrial. Ao distribuir a produção brasileira por um número maior de mercados, a Nissan reduz sua dependência da demanda doméstica e fortalece a integração da fábrica com a América Latina. Com novos produtos, mais destinos e investimentos industriais, Resende deixa de ser apenas uma unidade dedicada ao mercado brasileiro para assumir uma função regional. A marca de 100 mil veículos exportados simboliza essa transformação e abre caminho para uma participação ainda maior do Brasil na estratégia latino-americana da Nissan. Nissan
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