32 PRÊMIO AUTODATA 2026 A linha Haval H6 2027 marca uma nova etapa da eletrificação da indústria automotiva nacional ao introduzir no mercado o primeiro veículo híbrido plug-in flex produzido no Brasil. Fabricado pela GWM em Iracemápolis, SP, o modelo combina eletrificação com a possibilidade de utilização de gasolina e etanol em qualquer proporção, aproximando uma tecnologia global de uma das principais vantagens competitivas da matriz energética brasileira. O desenvolvimento da solução flex foi realizado localmente e exigiu doze meses de trabalhos de engenharia e mais de 400 mil quilômetros de testes. O programa envolveu diferentes condições de utilização para adequar o conjunto eletrificado às características dos combustíveis brasileiros sem comprometer desempenho, eficiência e durabilidade. A adoção da tecnologia flex, entretanto, é apenas uma das mudanças promovidas na linha 2027. A GWM realizou uma revisão dos sistemas de propulsão, com atualizações nos motores, transmissões híbridas DHT e baterias. O conjunto de modificações proporcionou ganhos de potência, desempenho, eficiência energética e autonomia elétrica nas diferentes configurações do H6. A estratégia permite à fabricante atuar com diferentes níveis de eletrificação dentro de uma mesma família. O portfólio inclui versões híbridas convencionais e híbridas plug-in, oferecendo alternativas para consumidores com diferentes perfis de utilização e possibilidades de recarga. O primeiro híbrido plug-in flex Linha 2027 de GWM Haval H6 estreia tecnologia desenvolvida localmente após mais de 400 mil quilômetros de testes. Produção em Iracemápolis combina eletrificação e etanol AUTOMÓVEIS E PICAPES Nas configurações de maior desempenho, a potência combinada chega a 393 cv. Já os modelos plug-in podem alcançar até 126 quilômetros de autonomia em modo elétrico, ampliando a possibilidade de realizar deslocamentos cotidianos sem a utilização do motor a combustão. Em viagens mais longas, a combinação das duas fontes de energia elimina a dependência da infraestrutura de recarga. A possibilidade de abastecimento com etanol acrescenta outro componente à estratégia de descarbonização. Em vez de simplesmente reproduzir soluções concebidas para mercados onde a gasolina predomina, o projeto aproveita um combustível renovável produzido em larga escala no País e já incorporado à rotina do consumidor brasileiro. Essa combinação também reforça o papel da engenharia nacional dentro da operação da GWM. A adaptação do sistema híbrido para trabalhar com combustível flexível exige desenvolvimento específico de componentes, calibração e gerenciamento eletrônico, criando conhecimento local em uma tecnologia que tende a ganhar espaço nos próximos anos. Produzido em Iracemápolis, o Haval H6 2027 transforma, assim, a nacionalização em algo que vai além da fabricação física do automóvel. Ao reunir produção brasileira, desenvolvimento local, eletrificação e biocombustíveis, o projeto coloca a engenharia instalada no País no centro da busca por soluções de descarbonização adequadas às características do mercado e da matriz energética nacional. Haval H6 PHEV Flex
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