São Paulo – Com portfólio formado exclusivamente por picapes a Ram negociou, de janeiro a julho, 15,8 mil unidades no mercado brasileiro. A meta, segundo o vice-presidente Juliano Machado, é chegar a 30 mil até o fim do ano, impulsionada pelos lançamentos das novas 2500 e 3500 e do seu carro-chefe de vendas Rampage.

Para 2026 uma novidade ajudará a engrossar o volume: produzida em Córdoba, Argentina, a picape média Dakota, estreia no primeiro trimestre. Segundo produto do ciclo de R$ 2 bilhões aplicados pela Stellantis para transformar a fábrica em hub de exportação de picapes a novidade compartilha base e peças com a recém-modelada Fiat Titano.

Um conceito da Ram Dakota, chamado Nightfall, foi apresentado na noite de quarta-feira, 13, em São Paulo. Pouco foi dito a respeito – as informações serão guardadas para o lançamento oficial – mas pelo que pôde ser visto é razoável afirmar que a Dakota não deverá concorrer com sua irmã com logotipo italiano: como toda Ram vendida por aqui oferece um nível acima de acabamento, conforto e tecnologia.

Machado disse que a Dakota, cujo nome foi emprestado da picape produzida pela Chrysler em Campo Largo, PR, no fim dos anos 1990 com o logo Dodge, ajudará a complementar o portfólio Ram: “Existe uma lacuna entre Rampage e a 1500. Ela ocupará este espaço”.

A Ram promete divulgar mais informações em suas redes sociais. A Dakota deverá ser uma das estrelas da marca no Salão do Automóvel, em novembro.