Eletra lançará elétricos e híbridos em 2019

São Paulo – A Eletra terá uma série de novidades para o primeiro semestre do ano que vem, com lançamentos no segmento de ônibus elétricos e híbridos, adaptados a todas as condições do transporte público no Brasil.

 

Junto com os novos veículos a empresa também lançará solução retrofit, que é a conversão de veículos à combustão para tração elétrica, tanto para o segmento de transporte de carga como para o de passageiros.

 

Para produzir as novidades a Eletra modernizou a área industrial da fábrica de São Bernardo do Campo, SP, com o objetivo de aumentar sua capacidade produtiva. Iêda Maria de Oliveira, diretora executiva da companhia, disse que a Eletra apresentará, em breve, “o mais flexível portfólio de produtos do mercado, pois acredita no desenvolvimento da mobilidade elétrica no Brasil”.

 

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Hengst projeta crescimento de 20% em 2019

São Paulo – A fabricante de filtros automotivos Hengst comemora o crescimento de 25% no faturamento deste ano, comparado com 2017, e já projeta um novo avanço de 20% no ano que vem. Em novembro a fornecedora, baseada em Joinville, SC, bateu o recorde de vendas desde a sua instalação no Brasil, em 1998.

 

De acordo com comunicado divulgado pela empresa de origem alemã, que compete nos mercados OEM e de reposição, os últimos resultados colaboraram para que um investimento de R$ 7 milhões fosse aprovado para ampliar em 30% a capacidade produtiva da fábrica – que crescerá 2 mil m². As obras deverão começar no início de 2019.

 

Nos últimos cinco anos foram aplicados R$ 30 milhões pelo Grupo Hengst na operação brasileira. O desempenho por aqui levou a matriz a escolher a unidade como responsável pelas atividades do grupo em toda a América Latina, segundo o diretor presidente para a América Latina e CEO da empresa no Brasil, Luiz Mirara.

 

Há vinte anos no País a Hengst tem fábrica com 6 mil m² de área construída em Joinville onde trabalham 150 funcionários diretos e indiretos, responsáveis pela produção de 500 mil módulos e sistemas de filtração. O volume abastece o mercado local, Américas e Europa.

 

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NSK opera em três turnos para atender Toyota

São Paulo – Depois que a Toyota anunciou, em novembro, que a sua produção entraria em ritmo de três turnos, a NSK, sua fornecedora de rolamentos de roda dos Yaris hatch e sedã, também fez a mesma coisa em sua fábrica de Suzano, SP, para conseguir atender à demanda. De acordo com José Domingos, diretor da unidade de negócios automotivos da NSK, a empresa está pronta para dar conta do crescimento projetado para o ano que vem:

 

“O mercado deve crescer no ano que vem e a Toyota nos passou a sua projeção de produção. Com isso nos adequamos e em três turnos conseguiremos atender à demanda sem problemas”.

 

A produção de rolamentos para o Yaris começou em junho, ainda em dois turnos, mas antes disso a empresa importou máquina produzida exclusivamente pela NSK, no Japão, e produz o componente que tem desenho para reduzir sua massa, diminuindo o peso e, com isto, faz reduzir o consumo de combustível, de acordo com Domingos: “Essa máquina produz com a tecnologia Swaging, que resulta em um processo de instalação mais rápido e simples”.

 

Com a chegada da nova máquina a NSK fez algumas adaptações em sua linha de produção, mas manteve a montagem dos rolamentos para o Etios, que já era realizada em Suzano, na mesma linha do Yaris. Os componentes têm desenho e tecnologias diferentes: no caso do Yaris o rolamento é de terceira geração, uma evolução do convencional por apresentar cubo e manga de eixo agregados à própria peça e integração do sensor de velocidade, o que possibilita o uso de recursos como controle eletrônico de estabilidade, controle de estabilidade, sistema de auxílio de frenagem de urgência e controle de distribuição de frenagem.

 

Ricardo Hashimoto, diretor de engenharia da empresa, enalteceu a importante pareceria que a NSK tem com a montadora: “A Toyota sempre nos reconheceu pelo nosso desempenho em qualidade e logística. Acreditamos que este histórico foi decisivo na escolha da NSK para o fornecimento dos rolamentos de roda do Yaris”.

 

A de Suzano é a primeira fábrica da NSK fora do Japão e também produz componentes para outras empresas: “Atendemos a outras montadoras não só com rolamentos de rodas, mas também com componentes para aplicações em motores e transmissões. Estamos presentes em todas as fabricantes de veículos, com fornecimento direto ou indireto”.

 

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Movent indica CEO para operação no Brasil

São Paulo –  A Movent anunciou na segunda-feira, 17, a indicação de Marcos Bastos para o cargo de CEO da sua operação brasileira. De acordo com comunicado o executivo terá como principal atribuição os negócios de peças de suspensão da Dana no Brasil. Antes de assumir a posição ele atuava na Federal Mogul. No Brasil a empresa mantém em Diadema, SP, e em Gravataí, RS, a produção de componentes para suspensão e de transmissão para veículos comerciais e automóveis. Combinadas as operações empregam 430 pessoas.

Vendas na quinzena superam as 115 mil unidades

São Paulo – As vendas de veículos na primeira quinzena de dezembro chegaram a 115 mil 585 unidades, segundo dados do Renavam. Considerando os dez dias úteis do período — até a sexta-feira, 14 — a média diária de emplacamentos foi de 11,5 mil veículos/dia. Mantido o ritmo na última quinzena do ano os licenciamentos podem atingir 230 mil unidades no fim do mês.

 

Ao confirmar esse volume a projeção de vendas da Anfavea será superada por pouco: a entidade espera emplacar 2 milhões 546 mil veículos no ano, mas com as vendas em dezembro em ritmo de 11,5 mil unidades/dia o resultado acumulado do ano chegaria a pouco mais de 2 milhões 560 mil de unidades.

 

O Chevrolet Onix lidera a lista dos modelos mais vendidos no mês, com mais de 10 mil licenciamentos. O Hyundai HB20 ocupa a segunda posição, com 4 mil 874 unidades comercializadas, seguido de perto pelo Ford Ka, que teve 4 mil 478 unidades emplacadas até a sexta-feira, 14.

 

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VWCO vende 57 ônibus para Movebuss

São Paulo – A Volkswagen Caminhões e Ônibus vendeu 57 ônibus para a Movebuss, empresa de transporte urbano de passageiros de São Paulo — transporta cerca de 9 milhões de passageiros por mês. O lote é composto por unidades dos modelos 17.230 OD e 15.190 OD, todos com ar-condicionado.

 

Antônio Alves de Oliveira, diretor presidente da Movebuss, disse que a escolha pelos modelos da Volkswagen decorre de estudo feito com todas as empresas do setor: “Pude constatar no dia a dia da operação que a Volkswagen está na frente. Por isso optei pelos Volksbus e gradualmente toda a linha será padronizada, o que facilita a operação e a manutenção na garagem”.

 

70% da frota da empresa já são formados por veículos da Volkswagen e, segundo Oliveira, “o pós-vendas também conta pontos, pois a companhia é atendida pela concessionária Tietê, que realiza treinamento com os motoristas para melhorar a operação dos veículos”.

 

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Novembro registra 484 mil financiamentos de veículos

São Paulo – As vendas financiadas de veículos novos e usados, somados automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas, chegaram a 484 mil 44 unidades em novembro, informou a B3 na sexta-feira, 14. Desse total, 114 mil 553 veículos foram automóveis novos, um crescimento de 15,3% na comparação com novembro de 2017.

 

Considerando apenas os dias úteis, novembro atingiu a marca de 24 mil 202 financiamentos diários. É a maior média desde dezembro de 2014, quando foram financiados – incluindo motos, pesados e autos leves, novos e usados – 28 mil 390 unidades por dia útil.

 

A participação dos financiamentos no total de vendas também foi expressiva em novembro. No mês, 33,1% do total de veículos vendidos foi comprada a crédito – trata-se do maior porcentual desde janeiro de 2015, quando as vendas financiados responderam por 35,1% do total.

 

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Gefco articula com prefeitura instalação no RS

São Paulo – A Gefco, empresa de logística do Grupo PSA, deverá se instalar em terreno em Guaíba, no Rio Grande do Sul. De acordo com o Jornal do Comércio, é o mesmo terreno onde a Ford planejava construir fábrica na década de 1990. A prefeitura tem agendadas reuniões nos próximos dias para tratar dos investimentos necessários.

 

As negociações com a prefeitura e o governo do Estado ocorrem desde 2013. Na época, o investimento previsto era de R$ 60 milhões. A empresa já tem atuação em Guaíba, porém, com o movimento de construção de novo centro de distribuição e logística, deve ocupar inicialmente vinte hectares do antigo espaço da Ford.

 

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Vendas do Grupo VW crescem 2,2% até novembro

São Paulo – As vendas globais do Grupo Volkswagen apresentaram alta de 2,2% no acumulado do ano, comparado com o período de janeiro a novembro de 2017, informou a companhia na sexta-feira, 14. O volume comercializado no período chegou a 9,9 milhões.

 

Dentre os mercados atendidos pela companhia, o da América Latina foi o que apresentou maior crescimento até novembro. As vendas na região alcançaram 541,3 mil unidades, o que significa aumento de 12% na comparação com o mesmo período no ano passado. No Brasil, as vendas registraram alta de 28,7%, chegando a 364,6 mil unidades no acumulado dos onze meses.

 

A empresa mostrou resultados positivos na Ásia e na Europa. No mercado da América do Norte, no entanto, o desempenho foi negativo. Até novembro foram vendidas 872,3 mil unidades, 1,4% a menos do que as vendas feitas em igual período, em 2017.

 

Separando por empresas do grupo, as vendas de automóveis VW, até novembro, cresceram 1,2%. A vendas da Audi caíram 2,4%. No segmento de caminhões, as vendas da MAN apresentaram estagnação na comparação com os volumes de vendas registrados nos onze meses de 2017. As vendas da Scania, por outro lado, cresceram 6,1%.

 

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Para melhorar a qualidade, fornecedor ajuda fornecedor

São Paulo – A General Motors desenvolveu um trabalho especifico para aprimorar a qualidade de fornecedores que não atendem às suas ousadas metas de PRR, Problem Reporting and Resolution – nomenclatura usada pela empresa para o também conhecido PPM, Parte Por Milhão. A ideia é reunir grupos de 25 a 30 fornecedores ao longo de um ano para, com a consultoria dos que atendem às metas, melhorar a qualidade de seus processos e produtos.

 

Segundo Manoel Rego, diretor de engenharia de qualidade e desenvolvimento de fornecedores da GM América do Sul, a meta traçada é registrar, no máximo, cinco PRRs em seis meses. Considerada toda a base de fornecedores, 90% trabalham dentro desse plano. O programa é voltado aos 10% que ainda não alcançaram esse índice.

 

“Nada precisa ser inventado: a qualidade que exigimos já existe. Então decidimos mostrar a estes fornecedores como é possível alcança-la, usando como exemplo outros que já estão dentro da meta. Tivemos casos de fornecedores que, após passar pelo programa, difundiram o conhecimento para as suas fábricas e conseguiram zerar o número de reclamações que recebia de nossas plantas”.

 

Esse trabalho, além de reduzir as perdas por falta de qualidade, ajuda a manter os fornecedores dentro da lista de parceiros para futuros projetos. Segundo Rego, os que não melhorarem o índice ficarão de fora dos novos negócios.

 

“Para serem pelo menos considerados para os futuros lançamentos, eles têm que estar dentro dessas metas de aprovação. E esse nível ficará cada vez maior, porque para ser parceiro da GM hoje é preciso ter foco em qualidade”.

 

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