Vendas de usados crescem 1% no ano

São Paulo – As vendas de veículos usados somaram 12 milhões 993 mil 501 unidades até novembro, alta de 0,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Fenauto, entidade que representa os revendedores. Em novembro o volume comercializado chegou a 1 milhão 146 mil 568 veículos, queda de 1% ante igual mês de 2017.

 

Para Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, é preciso dar atenção à variação do nível de confiança do consumidor, que mexe diretamente com esse mercado. Na última pesquisa, segundo ele, o indicador mostrou evolução positiva, alimentando as perspectivas do prosseguimento da recuperação econômica do País.

 

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Disputa é mantida em caminhões

São Paulo – O bom desempenho de vendas em novembro – 2,3 mil licenciamentos, ante 1,9 mil da principal concorrente – garantiu à Mercedes-Benz uma distância importante sobre a Volkswagen Caminhões e Ônibus no ranking de marcas de caminhões.

 

Com apenas o volume de dezembro ainda a ser acrescentado a M-B soma 19 mil licenciamentos e a VWCO 18,4 mil. Tirar uma distância de seiscentas unidades em apenas um mês é missão complicada para a vice-líder mas, nesse mercado dinâmico, não seria prudente entregar a placa antes do último instante.

 

A Volvo, com 9,6 mil unidades vendidas no ano, completa o pódio. Ford, com 8,2 mil unidades, e Scania, com 7,6 mil a seguem de perto.

 

Veja o ranking de caminhões:

 

1º Mercedes-Benz: 19 mil 006
2º Volkswagen CO: 18 mil 428
3º Volvo:                 9 mil 653
4º Ford:                  8 mil 273
5º Scania:               7 mil 592
6º Iveco:                 2 mil 562
7º DAF:                   2 mil 087

 

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GM, mais um ano líder de mercado

São Paulo – Pelo terceiro ano consecutivo a General Motors, com sua marca Chevrolet, alcança o degrau mais alto do ranking de automóveis e comerciais leves do mercado brasileiro. A um mês do fechamento do ano a companhia acumula 392,8 mil emplacamentos, ou 17,5% do total das vendas, com uma confortável distância de quase 60 mil unidades sobre a vice-líder Volkswagen – ou dois meses de vendas, aproximadamente.

 

Quase metade das vendas da líder são do carro mais vendido do País, o Chevrolet Onix: foram 190,8 mil unidades licenciadas até novembro. O Prisma, com 65 mil emplacamentos – quinto mais vendido –, também garante volume importante.

 

A Volkswagen, por sua vez, tem suas vendas mais pulverizadas. Com 334,6 mil unidades comercializadas e 14,9% de participação tem o quarto modelo mais vendido do País – o Gol, com 70,3 mil unidades. Polo, Virtus e Voyage são outros modelos com bom volume de vendas para a empresa cujo presidente, Pablo Di Si, não esconde ter como objetivo tomar o primeiro lugar da concorrente

 

Na terceira posição do ranking ficou a Fiat, com 13,3% de market share, seguida por Ford, com 9,2%, e Renault, com 8,7%. Em novembro a Renault registrou vendas superiores à quarta colocada, mas dificilmente haverá fôlego para roubar a posição ainda neste ano.

 

Confira o ranking das dez mais vendidas:

 

1º Chevrolet:    392 mil 794, 17,5%
2º Volkswagen: 334 mil 611, 14,9%
3º Fiat:            297 mil 929, 13,3%
4º Ford:           207 mil 414,   9,2%
5º Renault:      194 mil 308,   8,7%
6º Hyundai:     188 mil 700,   8,4%
7º Toyota:       180 mil 181,   8,0%
8º Honda:       120 mil 752,   5,4%
9º Jeep:           96 mil 670,   4,3%
10º Nissan:      88 mil 755,   4,0%

 

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Iveco projeta mais de 104 mil unidades em 2019

São Paulo – “O pior momento do segmento de caminhões já passou e agora é hora de acompanhar o crescimento do mercado que começou este ano e seguirá no ano que vem”, disse Ricardo Barion, diretor de vendas e marketing da Iveco. O executivo projeta um mercado de 86,5 mil unidades este ano, alta de 43% na comparação com o ano passado, considerando também os veículos com capacidade de carga abaixo de 3,5 toneladas. Olhando apenas para o segmento dos pesados, no qual a empresa acabou de lançar o Hi-Road, o volume comercializado chegará a 32,3 mil unidades este ano, sendo o grande responsável pela expansão do mercado.

 

Para o ano que vem a Iveco projeta vendas de 104,7 mil caminhões, crescimento de 21% na comparação com 2018, mas o segmento dos pesados deve ter impacto menor na expansão, segundo Marco Borba, vice-presidente da companhia para a América Latina: “Outros segmentos do mercado devem voltar a crescer e ajudarão na alta, com as vendas de pesados crescendo em menor patamar”.

 

Para apoiar o crescimento esperado a Iveco trabalhou este ano na expansão da sua rede, que cresceu 16%, chegando a 74 pontos de venda, ante os 64 do ano passado. Com foco na redistribuição das lojas, para estar presente nas principais regiões do País, as novas concessionárias estão localizadas em cidades como Salvador, BA, Feira de Santana, BA, Fortaleza, CE, Joinville, SC, Maringá, PR, e Nova Iguaçu, RJ. Em 2019 seguirá com essa estratégia e espera chegar a 88 lojas, alta de 20% na comparação com este ano.  

 

Junto com o processo de expansão da rede a Iveco também buscou melhorar o serviço de pós-vendas e, de acordo com Barion, 92% dos caminhões que chegam para passar por algum tipo de manutenção saem da oficina no mesmo dia. Nos casos mais complicados foi possível reduzir o tempo de atendimento em 50%.

 

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Mini Brasil tem novo diretor de vendas e MKT

São Paulo – A BMW anunciou na sexta-feira, 7, a indicação de Rodrigo Novello para o cargo de diretor de vendas e marketing da Mini Brasil. O executivo, que ocupava a gerência de vendas, produto e preços, sucede a Julian Mallea, que assume a diretoria de vendas e marketing da BMW Motorrad Brasil.

 

Brasileiro, e na BMW desde 2012, Novello possui experiência no setor automotivo com passagens por fabricantes e componentes. É graduado em administração de empresas pela Universidade Metodista de São Paulo e possui pós-graduação pelo Ibmec. Em suas novas funções reportar-se-á a Ricardo Humphrey, diretor de vendas e marketing da Mini para a América Latina.

 

Julian Mallea, por sua vez, passa a ocupar o posto de Federico Álvarez, que deixa a direção da operação brasileira da BMW e retorna à Espanha, onde deve desempenhar novas atribuições.

 

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Apenas as exportações vão bem na Argentina

São Paulo – O mercado argentino de veículos seguiu, em novembro, a apresentar queda em dois dos três principais indicativos econômicos – um reflexo da crise que lá ainda persiste, quadro que só deverá ser superado após o segundo trimestre do ano que vem segundo expectativas da Anfavea. Até novembro a Adefa, associação das fabricantes argentinas, mostrou em balanço que há crescimento no volume de exportações e que as vendas internas e a produção registraram recuo.

 

O mercado brasileiro, em crescimento, sustenta a corrente de comércio de veículos do lado positivo do gráfico. Assim os embarques de automóveis, comerciais leves e pesados, nos onze meses, registraram alta de 28,8% na comparação com igual período no ano passado: foram exportadas 246 mil 413 unidades produzidas nas fábricas argentinas. Comparado ao desempenho de novembro de 2017 o crescimento foi de 18,2%, com 26 mil 48 unidades.

 

Nos 21 dias úteis de novembro foram produzidas 36 mil 808 unidades, 4,8% a menos do que o volume produzido em novembro do ano passado. No acumulado do ano, por outro lado, a produção atingiu volume de 446 mil 174 veículos, leve alta de 1,4% ante os onze primeiros meses de 2017. Este porcentual diminui mensalmente em função da queda no ritmo da produção. O que foi produzido em novembro foi 18,6% menor do que em outubro, apontou a Adefa.

 

As vendas realizadas em novembro caíram 11,1% ante o volume vendido em outubro, totalizando 33 mil 95 unidades. Na comparação com o volume vendido em novembro do ano passado a queda foi de 57,9%. No acumulado do ano foram vendidas no país 633 mil 398 unidades, queda de 20,2% na comparação com os onze meses do ano passado.

 

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Temot quer crescer na América Latina

São Paulo – A Temot International, companhia do setor de reposição automotiva, quer aumentar a sua participação no mercado latino-americano e, para isso, realizou seu primeiro congresso anual na região, com sete distribuidores da América Latina e 35 fornecedores internacionais.

 

Com foco no relacionamento dos distribuidores com os fornecedores, no evento realizado em São Paulo a Temot apresentou seus resultados de 2017 e sua estratégia para avançar nos mercados da América Latina, apresentada por Fotios Katsardis, presidente e CEO, da empresa. Durante o evento a Temot entregou à Pacaembú Autopeças o seu Prêmio de Reconhecimento por ser o primeiro parceiro da empresa na América do Sul e pelo seu papel importante na expansão da rede de distribuidores na região.

VW lança Jetta de entrada por R$ 100 mil

São Paulo – A Volkswagen lançou uma nova versão de entrada para o Jetta, o 250 TSI, por R$ 99 mil 990. Ela vem equipada com motor 1.4 TSI de 150 cv e câmbio automático de seis marchas.

 

Produzido no México, em Puebla, o Jetta 250 TSI traz ainda faróis e lanternas de led, ar-condicionado digital e automático de duas zonas, sensor de chuva, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags, controle eletrônico de estabilidade e sistema start-stop.

 

Até novembro a montadora vendeu 3 mil 999 unidades do Jetta no Brasil. O portfólio do sedã ainda dispõe das versões Comfortline 250 TSI e R-Line 250 TSI,

 

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Hi-Road é o novo pesado da Iveco no mercado

Sete Lagoas, MG – Após investimento de US$ 30 milhões a Iveco lançou o caminhão pesado Hi-Road na quinta-feira, 6, em Sete Lagoas, MG. O valor faz parte dos US$ 120 milhões que a companhia aplicará np País até julho de 2019. O vice-presidente Marco Borba afirmou que foram vendidas duzentas unidades no regime de pré-venda.

 

Segundo Borba a expectativa é a de que “o lançamento balance o segmento e que o Hi-Road venha a concorrer diretamente com algumas versões do Mercedes-Benz Axor e do Volkswagen Constellation”.

 

Ricardo Barion, diretor de vendas e marketing, informou que o projeto do novo caminhão foi aprovado com a matriz durante a crise que atingiu o segmento em 2016, comprovando que a Iveco já apostava na recuperação do mercado para os próximos anos – a companhia estima que o mercado deverá ultrapassar as 100 mil unidades no ano que vem.

 

O desenvolvimento do Hi-Road demorou cerca de dois anos e três meses e, com a sua chegada, a empresa já encerrou a produção do Stralis, que não fará mais parte do portfólio.

 

O Hi-Road será produzido na fábrica de Sete Lagoas em três versões: 4×2, 6×2 e 6×4. A versão 6×2 é a grande aposta da empresa para o segmento pesado: “Acreditamos que a 6×2 seja imbatível nesse segmento e, por isso, ela iniciará a nossa produção. Depois colocaremos no mercado as opções 4×2 e 6×4”.

 

A versão 6×2 terá preço inicial de R$ 380 mil e a Iveco não divulgou o das demais versões.

 

O motor do Hi-Road pode ser o Cursor 9 ou o 13, da FPT Industrial, em três opções de potência: 360 cv apenas para o 4×2, 400 cv para o 4×2 e 6×2 e 440 cv que pode ser usado no 6×4 e em duas outras duas versões. O câmbio é automatizado de 16 marchas à frente e mais duas marchas à ré, e o tanque de combustível tem capacidade para 900 litros.

 

Com relação aos itens de série o Hi-Road vem equipado com ar-condicionado, banco de motorista com dois tipos de regulagem – uma delas é pneumática – volante com regulagem de altura e profundidade e vidros e travas elétricos.

 

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Colheitadeiras ajudam a manter vendas acima da projeção

São Paulo – A sazonalidade do agronegócio nos últimos meses do ano foi decisiva para o desempenho de vendas de máquinas agrícolas e de construção em novembro. Outros fatores, porém, foram determinantes para os 3,8 mil equipamentos desses segmentos negociados no mês, retração de 25,5% sobre outubro:

 

“Além da tradicional queda das vendas de tratores nesse período um dos sistemas de financiamento, o FCO, exauriu seus recursos este ano. Em janeiro tudo volta ao normal”, contou o presidente Antonio Megale, da Anfavea.

 

O FCO, Fundo Constitucional do Centro-Oeste, é uma linha de crédito bastante utilizada no polo do agronegócio nacional. Oferece financiamento de até R$ 20 milhões não apenas para aquisição de máquinas mas, também, para desenvolvimentos de projetos de pequenas e médias empresas.

 

Mas se houve retração natural na venda de tratores o inverso ocorreu com as colheitadeiras. Por conta desses equipamentos de valor agregado bem maior, na comparação com o desempenho de novembro do ano passado o segmento de maquinas agrícolas e construção registrou incremento de 27,5%: “Os negócios com as colheitadeiras cresceram 44% em novembro ante igual período do ano passado”.

 

No acumulado do ano as 43,4 mil unidades negociadas representam crescimento de 11,9% com relação ao período de janeiro a novembro de 2017. Esse volume é ligeiramente maior do que a projeção da Anfavea, que espera aumento de 11%: “Dependendo do desempenho em dezembro poderemos comemorar que erramos para cima nossa projeção. A safra deste ano permitiu um resultado importante desse segmento e os empresários do agronegócio continuam otimistas”.

 

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