Meritor conquista prêmios de qualidade

São Paulo – A fábrica da Meritor de Osasco, SP, recebeu dois prêmios concedidos pela matriz às unidades que registraram desempenho positivo em qualidade. O anúncio dos vencedores foi feito por Linda Taliaferro, vice-presidente de qualidade global.

 

Os critérios de avaliação utilizados para escolher os vencedores foram, por exemplo, redução de custo ou a economia gerada no ano, a melhoria no atendimento e satisfação do cliente, a prioridade e criatividade do projeto. Outros dois prêmios foram conquistados por unidades instaladas nos Estados Unidos.

Bridgestone Bandag completa 30 anos em Campinas

São Paulo – A Bandag completou 30 anos de produção em Campinas, SP, informou a companhia em comunicado divulgado na quarta-feira, 5. Em 1975 a Bandag inaugurou seu primeiro escritório no Brasil, em São Paulo, e em 1982 iniciou operações em Campinas, transferindo em 1988 toda a sua operação para a cidade. Em 2006 a Bandag foi adquirida pela Bridgestone.

 

A subsidiária também tem fábrica instalada em Mafra, SC. Sua rede é composta por mais de 170 centros de serviços dedicados ao segmento de transporte. Também há cem recapadoras que atuam no segmento de caminhões.

 

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Hernán Vázquez deixa VW Argentina e Adefa

São Paulo – A Volkswagen anunciou na quarta-feira, 5, que Hernán Vázquez, atual presidente da operação da empresa na Argentina, deixará o cargo em dezembro para assumir novas funções na Europa. A mudança provocará alterações na estrutura da Adefa, a associação dos fabricantes argentinos da qual Vázquez é o presidente.

 

De acordo com a entidade assumirá a sua presidência, novamente, Luis Fernando Peláez Gamboa, vice-presidente da Adefa e diretor geral da Renault Argentina.

 

Na VW Argentina Vázquez desempanhava função de presidente e CEO desde novembro de 2017. Antes foi vice-presidente de vendas e marketing e responsável pela estratégia comercial das marcas do Grupo VW no país. O nome do novo presidente será informado em breve, informou a companhia por meio de comunicado.

 

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M-B terá nova estrutura operacional no Brasil em 2020

São Bernardo do Campo, SP – A Mercedes-Benz articula nova estrutura da sua operação no Brasil e na América Latina. Segundo planejamento global da Daimler, controladora da empresa, o modelo atual, centralizado no comando de um CEO, dará lugar a outro formado por três divisões atuando de forma independente no País, cada uma sob a batuta de um gestor: caminhões e ônibus, automóveis e vans e um braço financeiro.

 

A divisão de caminhões e ônibus adotaria o nome Daimler. Carros e vans ficariam com a marca Mercedes-Benz. Philipp Schiemer, presidente e CEO na América Latina, disse na terça-feira, 4, que este modelo já funciona de certa forma dentro da companhia na região, e que alguma diretrizes estão sendo acrescentadas pela matriz de forma a padronizar o modelo em todas as unidades: “O objetivo é de que, uma vez independentes, as três empresas possam ser mais eficientes atuando desta forma”. O executivo não sabe qual função exercerá na nova estrutura.

 

O planejamento foi batizado de Project Future e foi aprovado pelo conselho de administração das Daimler. Ainda precisará passar pelo crivo dos acionistas na assembleia que realizarão em 2019.

 

Na nova estrutura, a divisão de automóveis e vans passaria a ter 175 mil funcionários no mundo, enquanto a divisão Daimler de caminhões e ônibus terá cerca de 100 mil. Já juridicamente independente, a Daimler Financial Services será chamada Daimler Mobility no futuro. Com seus cerca de 13 mil funcionários, a divisão hoje já representa serviços de mobilidade dentro do grupo. Segundo Schiemer, esta área de serviços ficará de fora da operação brasileira.

 

A Daimler, a empresa-mãe, exercerá funções de governança corporativa, estratégia e gerenciamento e fornecerá serviços comerciais para as divisões. Isso também garantirá, segundo a companhia, que as sinergias das empresas no novo modelo permaneçam como antes. Como uma holding operacional, a responsabilidade pelo financiamento de todo o grupo continuará a pertencer à Daimler, como a única empresa do grupo corporativo a ser listada na bolsa de valores. Não há planos para que as subsidiárias venham a abrir seu capital.

 

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Mercedes-Benz abre novos turnos em SP e MG

São Bernardo do Campo, SP – A Mercedes-Benz anunciou na terça-feira, 4, a contratação de seiscentos funcionários temporários para atuar nas fábricas de São Bernardo do Campo, SP, e Juiz de Fora, MG. Significa a abertura do segundo turno na produção de caminhões em São Paulo, fechado desde 2014, e a retomada do terceiro turno em Minas Gerais, o que não acontecia desde 2013. Quatrocentos trabalhadores serão incorporados em janeiro.

 

Os duzentos trabalhadores restantes estão programados para atuar nas linhas a partir de abril. No entanto a contratação desta leva final é incerta. De acordo com Philipp Schiemer, presidente e CEO para América Latina, elas acontecerão “desde que o mercado de caminhões mantenha tendência de expansão”, o que deverá acontecer no ano que vem segundo projeções da montadora: “O extrapesado continuará dando sustentação ao mercado, mas observamos renovação de frota em clientes que não têm transporte como atividade final no segmento de leves e médios”.

 

Com as contratações chega a 8 mil o número de funcionários na fábrica paulista da empresa, e 1 mil 40 funcionários em Minas Gerais. Os contratos têm a duração de um ano, informou a empresa, com a possibilidade de serem prorrogados por mais um ano. A capacidade de produção somadas das duas unidades é de 80 mil unidades/ano, o que, por ora, parece ser suficiente para atender à demanda crescente esperada pela companhia nos mercados interno e externo.

 

Em Juiz de Fora é produzido o caminhão extrapesado Actros, seu mais vendido. Até outubro, indicam os dados da Anfavea, a empresa vendeu 7 mil 674 unidades do modelo no País, volume que a fez ser líder do mercado nacional no período. Em São Bernardo do Campo, onde são produzidos demais modelos de caminhões e ônibus, há também necessidade de se produzir mais motores em função de crescimento da demanda observada no Exterior.

 

Segundo Schiemer a empresa assinou contratos intracompany, nos últimos dois anos, de fornecimento para unidades instaladas na Alemanha e no México: “Ainda que tenham sido acordados no passado só agora podemos contabilizar as unidades exportadas porque houve tempo de adequação da linha. Ao México enviamos motores para caminhões leves e médios. À Alemanha, para veículos pesados”.

 

Este ano a empresa deverá exportar 7,1 mil unidades de motores Euro 3 e 5, 129% a mais do que o volume atingido em 2017, que foi de 3,1 mil. A marca representa um recorde, apontou Schiemer.

 

O desempenho de franca expansão poderia ser visto também nos embarques de caminhões não fosse a crise argentina, disse o presidente, um cenário que deverá ser revertido no país vizinho “a partir do segundo trimestre do ano que vem”. Considerando o mercado argentino as exportações até outubro chegaram a cair 17,7%, atingindo volume de 10 mil 876 unidades frente às 13 mil 221 registradas no ano passado. Sacando a Argentina do balanço das exportações há crescimento: até outubro 6 mil 526 unidades, alta de 30,4% ante igual período em 2017. O quadro refletiu na participação das exportações na produção da M-B no Brasil: caiu de 40% para 30% de 2017 a outubro de 2018.

 

O cenário de crescimento no mercado interno no ano que vem e de forte exportação de motores e componentes garantiram a manutenção do investimento recente anunciado pela companhia no País. Metade dos R$ 2,4 bilhões anunciados até 2022 foram consumidos, dentre outras medidas, com a linha 4.0 de São Bernardo do Campo, pelas melhorias nas duas fábricas para se produzir em turnos adicionais. A metade restante, disse Schiemer, será aplicada, a princípio, em modernização do layout da fábrica paulista de caminhões e ônibus: “Estamos estruturando as áreas de armazenamento para que possam dar espaço à produção”.

 

Nesse volume anunciado incluem-se ainda a melhoria contínua nos veículos comerciais e o desenvolvimento de novos produtos e de tecnologias em serviços e conectividade.

 

Em tempo – A regulamentação do Euro 6 no País, cujo cronograma de aplicação no mercado interno fora estipulado pelo governo até 2023, é vista pela Mercedes-Benz como positiva para a renovação de frota. Tanto que a companhia deverá iniciar no ano que vem a produção de motores já calibrados para atender às exigências de emissões: “É uma forma de modernizar uma frota com idade média superior aos 15 anos. Produzir Euro 6 no Brasil nos abre a oportunidade de exportar esses motores para os mercados a que atendemos atualmente”.

 

Se as novas regras de emissões de alguma forma têm sinergia com as pretensões da M-B a nova regulamentação do Finame, por outro lado, parece não alterar os rumos traçados pela companhia por aqui. Para Schiemer a participação do modelo de crédito perdeu protagonismo para o CDC, uma modalidade que tem crescido nas vendas de caminhões da companhia: “O Finame teve sua importância naquele momento de forte fomento ao crédito pelo qual passou o País. Hoje as linhas de CDC são mais atraentes e têm se destacado entre os clientes”.

 

O executivo disse que a participação do Finame nas vendas M-B, hoje, é de 30%. De 2013 a 2014 essa participação foi de até 80%.

 

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Volare entrega cinco miniônibus no Espírito Santo

São Paulo – A Volare entregou cinco miniônibus para a operadora Lírios do Vale, no Espírito Santo, que já estão sendo utilizados para fretamento na região da Grande Vitória. O modelo escolhido pela empresa foi o Fly 10, por ter a maior capacidade do mercado para transportar passageiros, com 36 assentos, e pelo baixo consumo de combustível, segundo o comunicado divulgado pela Volare na terça-feira, 4.

 

O Fly 10 é produzido em São Mateus, ES, equipado com motor Cummins 3.8 de 162 cv e oferece itens como ar-condicionado e bagageiro com 4 mil litros de capacidade.

Vendas de importados crescem 13% em novembro

São Paulo – As vendas de veículos importados chegaram a 2 mil 947 unidades em novembro, alta de 12,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo os dados divulgados pela Abeifa, entidade que representa as importadoras. Na comparação com o mês anterior houve retração de 15,4%.

 

No acumulado do ano foram comercializadas 34 mil 193 unidades, crescimento de 29,4% com relação às 26 mil 427 vendidas no mesmo período do ano passado. José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, disse que “2018 ficará marcado como o ano da recuperação do setor, depois de cinco anos de dificuldades por causa da sobretaxa do IPI\”.

 

No rol das marcas que mais venderam no ano a Kia lidera com 10 mil 729 unidades, alta de 39,6% na comparação com o ano passado. Em segundo lugar aparece Volvo, que comercializou 6 mil 70 automóveis, crescimento de 94,6% na mesma base de comparação, seguida por Jac Motors, 3 mil 666 emplacamentos, alta de 15,2%, BMW com 2 mil 510 vendas, expansão de 28,2%, e Suzuki com 2 mil 284 unidades vendidas, volume estável na comparação com o ano passado.

 

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Chegada da Alaskan ainda é indefinida

São José dos Pinhais, PR – A Renault ainda procura um modelo econômico viável para o lançamento da Alaskan, sua picape grande, no mercado brasileiro. Embora já esteja em produção no México e em breve entre nas linhas de Córdoba, Argentina, o modelo encontra tantos desafios quanto oportunidades por aqui, de acordo com o presidente Luiz Fernando Pedrucci.

 

Mostrada no Salão do Automóvel de São Paulo sem grande alarde a Alaskan compartilha linha de produção com a Nissan Frontier e tem tamanho e espaço interno semelhantes. Pedrucci disse que sua exposição na mostra foi uma espécie de laboratório para a companhia definir os passos seguintes.

 

“A Alaskan está pronta, em produção, é só bater o martelo. Mas não encontramos o modelo econômico para ela no Brasil. Precisamos saber que veículo, qual versão e por qual preço colocaremos no mercado, e se e quando será lançado.”

 

Segundo o presidente a entrada em um novo segmento, o de picapes grandes, da mesma forma que abre uma oportunidade, de a Renault competir em faixa de mercado que ainda não explora, traz também o desafio de não conhecer esse consumidor. A situação da Argentina, que passa por crise econômica, é outro fator que joga para a frente a decisão.

 

O avanço no segmento de elétricos, porém, tem se mostrado positivo. Segundo o presidente foram comercializados nove unidades do Zoe durante o Salão do Automóvel, quando a Renault abriu as vendas ao consumidor final: “É um segmento em que queremos estar, mas não temos metas. Já vendemos 1 mil veículos elétricos a empresas, somos os líderes no Brasil”.

 

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Bosch é premiada por inclusão de deficientes

São Paulo – O projeto Embaixadores da Inclusão e o Caminho da Educação, criado pela Bosch, em Campinas, SP, foi um dos vencedores do segundo Prêmio Reconhecimento Global Boas Práticas de Empregabilidade para Trabalhadores com Deficiência, na categoria gerenciamento. A premiação foi realizada em Nova York em 3 de dezembro, data em que é celebrado o dia internacional das pessoas com deficiência.

 

O projeto da Bosch busca ressaltar as boas práticas na contratação de pessoas com deficiências e proporcionar a construção de ambiente com igualdade, aumentando a humanização e incentivando a colaboração das equipes.

Audi investirá € 14 bilhões em elétricos e autônomos

São Paulo – A Audi investirá 14 bilhões de euro em veículos elétricos e autônomos e em digitalização, de 2019 a 2023, de acordo com comunicado divulgado pela companhia na terça-feira, 4. O valor também será usado para a criação de novos modelos de negócios digitais, em despesas com pesquisa e desenvolvimento e em novos equipamentos.

 

Começando pelo e-tron, primeiro SUV elétrico da Audi, a empresa quer chegar a 2025 com vinte modelos eletrificados, sendo dez totalmente elétricos.