Cinco modelos BMW são convocados em recall

A BMW do Brasil convocou recall para os modelos 550i, X5 xDrive50i, X6 xDrive50i, X5 M e X6 M, fabricados de 21 de outubro de 2010 a 8 de setembro de 2011, de acordo com comunicado divulgado na quarta-feira, 23.

 

Os proprietários devem comparecer a uma concessionária BMW para a substituição da bomba auxiliar de refrigeração do turbocompressor. Ao todo 45 veículos fazem parte da lista de modelos convocados.

Mercedes-Benz vende 140 caminhões para a Ouro Verde

São Paulo – A Mercedes-Benz anunciou na quarta-feira, 23, a venda de 140 caminhões extrapesados Axor para a Ouro Verde, empresa de terceirização de veículos leves, máquinas e equipamentos. Com o negócio, a frota da companhia passa a ter 640 unidades do modelo.

 

Segundo Karlis Kruklis, presidente da Ouro Verde, a venda de 40 unidades do lote foi fechada na Agrishow, evento do agronegócio ocorrido em abril. Os caminhões serão utilizados nas operações fora de estrada na produção de cana-de-açúcar e etanol e também na mineração.

 

Foto: Divulgação.

Governo cede e Petrobras reduz preço do diesel

São Paulo – No começo da noite de quarta-feira, 23, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou redução de 10% no valor do óleo diesel nas refinarias por duas semanas. Isso significa, na prática, uma queda de R$ 0,25 no litro do combustível nos postos, segundo a Agência Brasil. A intenção da estatal é apaziguar os ânimos dos caminhoneiros, que há três dias protestam, param rodovias e interrompem o abastecimento em todo o País, incluindo as entregas de peças nas montadoras.

 

Durante todo o dia o governo federal se movimentou para encontrar soluções que pudessem aliviar as tensões e destravar o escoamento logístico. Zerar a alíquota Cide, a Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico, incidente sobre o preço do combustível não surtiu o efeito desejado.

 

A classe que provoca a paralisação nacional reagiu afirmando que a medida é paliativa e está aquém do pleito dos caminhoneiros. Segundo José da Fonseca Lopes, presidente da Abcam, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros, a classe quer mais: redução de PIS/Cofins ou ICMS, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias cobrado pelos estados. Dessa forma a flutuação do preço do combustível produziria menos reflexos no custo da operação logística dos transportadores.

 

Em vigor desde o ano passado, a política de preços da Petrobras, que controla a produção de combustíveis, estabelece reajustes com maior frequência, inclusive diariamente, refletindo as variações do petróleo no mercado internacional e também a oscilação do dólar.

 

Para Antonio Jorge Martins, professor da FGV, a Fundação Getúlio Vargas, e especialista na cadeia automotiva, a política adotada favorece a Petrobras no mercado internacional como exportadora: “Isso torna a empresa mais competitiva fora, mas no mercado interno há reflexos em setores mais sensíveis às flutuações do preço do combustível”.

 

Desde que a Petrobras iniciou sua nova política de preços para os combustíveis, em julho de 2017, o óleo diesel subiu 56,5% na refinaria: passou de R$ 1,5006 para R$ 2,3488. O aumento acompanhou a cotação do petróleo no mercado internacional.

 

Zerar a Cide é vista como uma medida paliativa porque pode não representar redução significativa no custo final do combustível, já que o tributo representa cinco centavos do preço. José da Fonseca Lopes, da Abcam, disse que não resolve o problema: “A Cide representa 1% dos tributos que incidem no combustível. O efeito no médio prazo é nulo e não melhora a situação quando enxergamos a cadeia logística como todos os seus agentes”. 

 

Segundo José Helio Fernandes, presidente da NTC, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, o setor representado por ele já convive com problemas graves como a falta de infraestrutura e o roubo de combustíveis. Na avaliação do representante, a política da petroleira representa um grande entrave e “não funciona para ninguém, apenas para a Petrobras”.

 

No cenário onde as partes envolvidas seguem em desacordo, a única concordância diz respeito ao fato de que, mantidos os protestos, fábricas terão a produção interrompida. No setor automotivo, algumas linhas começaram a ser desligadas na terça-feira, 22, e as montadoras que mantiveram o ritmo mostraram preocupação a respeito de estoques que não garantirão a produção por muito tempo.

 

Em comunicado divulgado na quarta-feira, 23, a Anfavea expressou o panorama visto pelas fabricantes: “A situação é preocupante. Muitas fábricas já pararam suas linhas de montagem e, se a greve continuar até o fim da semana, é certo que todas as fábricas pararão. Com isso, teremos uma queda na produção, nas vendas e nas exportações de veículos, tendo como consequencia impacto direto na balança comercial brasileira e na arrecadação de produtos”.

 

A Bosch também emitiu comunicado na quarta-feira: “A greve tem afetado o fluxo logístico em suas fábricas. A empresa está com dificuldades tanto no recebimento de mercadorias via porto de Santos, assim como em rotas de transportes interestaduais para abastecimento de suas unidades fabris e entrega aos clientes”.

 

Antes de Parente anunciar a redução do preço do diesel, o governo pediu trégua de dois dias à classe para que houvesse tempo de se encontrar uma solução sem prejudicar o abastecimento de diversos setores da economia. Diumar Bueno, presidente da CNTA, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, participou do encontro e disse: “Não houve nenhuma proposta efetiva que possamos levar para a categoria. A proposta deles foi pedir um prazo para nós, para que eles se posicionem amanhã às 14h”.

 

A situação ainda pode ficar pior caso o protesto seja extendido até a classe de portuários. No dias 26 os trabalhadores dos portos farão assembleia para discutir a adesão da classe. Se confirmada, poderá haver reflexos no fluxo de veículos importados ao País.

 

Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas.

TAC Motors prepara nova investida

São Paulo – Nove anos depois a TAC Motors prepara uma nova investida, tendo como objeto a venda da versão 2018 do Stark, seu veículo fora de estrada. Em 2009 os primeiros modelos, ainda produzidos em Joinville, SC, foram entregues a consumidores brasileiros e, com boa aceitação, inspiraram novos desenvolvimentos da engenharia da empresa, que tem 105 acionistas – incluindo órgãos governamentais de Santa Catarina e do Ceará, para onde a fábrica se transferiu em 2011 em busca dos incentivos fiscais de Sobral, a cerca de 240 quilômetros de Fortaleza.

 

No meio do caminho apareceu a crise, que derrubou as vendas de veículos e mexeu com os planos da montadora, congelando os desenvolvimentos. Os acionistas chegaram a negociar a empresa com a chinesa Zotye no fim de 2016, mas não houve acerto.

 

Agora, na quarta-feira, 23, a TAC Motors apresentou a versão do ano do Stark com a alcunha de Novo Stark – embora sem grandes novidades estéticas e com o motor FPT 2,3 litros turbodiesel. O objetivo é acelerar as linhas de Sobral: são cem unidades encomendadas e na fila de produção, praticamente ocupando todo o ano da fábrica, de acordo com Neimar Braga, seu diretor presidente.

 

Ao mesmo tempo uma reorganização societária deverá reduzir o número de acionistas para pouco mais de vinte. Com isso mais dinheiro será injetado: “Investiremos R$ 150 milhões nos próximos quatro anos”.

 

Outros pormenores Braga não pôde revelar devido à confidencialidade da transação. Mas disse que novos modelos TAC estão na mira, “sempre mantendo esse DNA fora de estrada. Nosso foco é esse nicho de mercado”.

 

Por atuar nessa segmento especifico a TAC Motors desenvolveu modelo de negócio distinto do usual do setor automotivo nacional: em vez de manter rede de concessionárias, por exemplo, abrirá centros de convivência, batizados Stark Point. A ideia é que, além de pontos de vendas de modelos TAC, seja um local de encontro de aficionados por off-road, clientes da marca e até de concorrentes.

 

O pós-venda, segundo Braga, é feito por oficinas credenciadas. Tudo coordenado por cinco centros de distribuição, um para cada região: Norte, em Manaus, AM, Nordeste, em Recife, PE, Centro-oeste, em Brasília, DF, Sudeste, em Belo Horizonte, MG, e Sul, em Florianópolis, SC: “Em alguns casos ofereceremos atendimento diretamente no local que o cliente desejar”.

 

O fato de ter escala menor permite que a TAC dedique atenção maior aos seus clientes, que começa na própria hora compra: o Stark base tem preço sugerido de R$ 115 mil, que sobe conforme a customização desejada pelo consumidor.

 

Foto: Divulgação

VW Polo começa a ser exportado para o Peru

O Volkswagen Polo produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, SP, começou a ser exportado para o Peru, depois de chegar a Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, de acordo com comunicado divulgado pela empresa, na terça-feira, 22. Os embarques começaram um mês depois do início das vendas do sedã Virtus.

 

Assim como acontece em outros países da América do Sul, a versão com motor 1.0 TSI de 128 cv não será oferecida, apenas versões com motor 1.6 MSI e, uma delas, com câmbio automático de seis marchas, que ainda não é vendida no Brasil.

 

Fotos: Divulgação.

Novo Daily City chega ao mercado

Florianópolis – Após vinte meses de pesquisa e desenvolvimento a Iveco finalmente lançou, na quarta-feira, 23, em Florianópolis, SC, o Daily City 30S13, chassi furgão com capacidade para transportar até 3,5 toneladas. O modelo fora apresentado na Fenatran do ano passado e estende opções da linha Daily para os mercados de distribuição urbana e de pequenos comércios.

 

“Na época da apresentação o novo Daily City gerou bastante expectativa”, lembrou Ricardo Barion, diretor de vendas e marketing da Iveco. “Trata-se de uma nova opção de veículo de transporte que foi pensada especialmente para atender as necessidades de um público diferente, que precisa enfrentar uma série de desafios nas grandes cidades e nos seus negócios, tais como economia de combustível, restrição de trânsito, facilidade de dirigir e possibilidade de transportar cargas variadas.”

 

A ideia de criação do novo Daily City parte do princípio que o empreendedorismo tem crescido de forma acentuada nos últimos anos e que isto vem modificando as necessidades de transporte, principalmente nos grandes centros urbanos, com o desenvolvimento acentuado de novos formatos de pequenos comércios e, principalmente, de e-commerce.

 

De acordo com análise e justificativa de Barion “até 2030 90% dos brasileiros viverão em áreas urbanas, onde 70% do PIB do País é gerado”. Isto prenuncia o crescimento acentuado, por exemplo, do e-commerce. Segundo ele este é um nicho que cresce, em média, de 15% a 20% ao ano e trouxe mudanças na logística de distribuição, com entregas mais capilarizadas e flexíveis:

 

“O novo Daily City vem justamente para atender a este tipo de mercado. Fomos ao campo e tentamos entender extamente quais eram as necessidades destes novos empreendedores para só então partirmos para o desenvolvimento das soluções que estamos apresentando agora. Ou seja: ouvimos uma infinidade de Zés e Marias que atuam nas mais diversas atividadese e temos a certeza que o novo Daily atende totalmente suas necessidades”.

 

Segundo Barion com o novo Daily City a Iveco se apresenta para disputar um novo nicho de mercado, pois o produto atende a necessidades geradas pelo crescimento das cidades, como as dos pequenos empresários de diversos setores que hoje requerem veículo para entrega de seus produtos ou compra de matéria prima.

 

Fabricado em Sete Lagoas, MG, o Daily City  tem PBT técnico de 3,5 toneladas e livre circulação em grandes cidades por pertencer à categoria dos comerciais leves. Isto também permite ao motorista conduzir com carteira de habilitação do tipo B. Em termos de motorização, contou a empresa, é equipado com novo motor produzido pela FPT, o F1A de 2,3 litros, já consagrado na Europa e adequado para utilização em ciclos urbanos. O motor, segundo a Iveco, é 10% mais econômico que seus concorrentes diretos, tem 130 cv de potência e conta com a tecnologia EGR, que dispensa o uso de Arla.

 

O conforto recebeu a atenção especial da Iveco, ela reconheceu: a nova suspensão dianteira, independente com mola transversal de última geração, melhora a dirigibilidade e amplia a sensação de que quase se trata de um automóvel. Já o novo chassi composto, com um novo eixo traseiro que também é produzido pela FPT, auxiliado pelo novo conjunto da suspensão traseira com molas parabolicas e barra estabilizadora, reduz vibrações e torna a condução mais suave.

 

O novo Daily City custará R$ 108 mil na versão cabine e R$ 128 mil na versão chassi. De acordo com o diretor Barion “ampliaremos nossa participação neste segmento do transporte e consolidaremos a presença da Iveco como refência do mercado de leves”.

 

O veículo está sendo lançamento com possibilidade de financiamento em até doze parcelas sem juros.

 

Foto: Divulgação.

Recall para 35,4 mil unidades do Nissan Tiida

A Nissan convocou 35 mil 413 unidades do Tiida, tanto hatch quanto sedã, para finalizar o recall dos airbags problemáticos da Takata. O serviço é gratuito e começou na quarta-feira, 23, de acordo com comunicado divulgado pela companhia.

 

As mesmas unidades já foram convocadas em 2017 mas apenas o airbag do motorista foi trocado. Agora, segundo a empresa, chegou a hora de substituir o airbag do lado do passageiro.

BMW em compasso de espera pelo Rota 2030

São Paulo – O Grupo BMW aguarda a definição do Rota 2030, programa automotivo que sucederá o Inovar-Auto, para definir seus próximos passos no País, segundo o presidente Helder Boavida: “Precisamos que o Rota 2030 seja aprovado para definir o que faremos nos próximos anos. Temos vários modelos que estão no radar para serem produzidos localmente, mas é necessário saber o que o programa contemplará para que isso seja definido”.

 

A fábrica de Araquari, SC, produz veículos sobre três plataformas BMW: para o Série 3, para o utilitário esportivo X1 e para o X3 e o X4, também SUVs. No caso da Mini novidades também poderão surgir caso o Rota 2030 traga mudanças para o IPI dos modelos elétricos e híbridos, o que é uma expectativa de Boavida:

 

“Um modelo híbrido da Mini seria viável no Brasil a curto prazo mas, para isso acontecer, precisamos da redução, de 25% para 7% no IPI desses modelos. Caso isso aconteça, e quando o Rota 2030 sair, poderemos trazer um dos nossos modelos eletrificados para o Brasil”.

 

Enquanto uma versão híbrida de modelo Mini não aparece no Brasil a BMW prepara o lançamento do novo i3, modelo elétrico, em junho.

 

Fotos: Divulgação.

Iveco confirma boa hora para caminhões

Florianópolis – O vice-presidente da Iveco Latin America, Marco Borba, afirmou na terça-feira, 22, em Florianópolis, SC, durante evento de apresentação do furgão Daily City, que o mercado brasileiro de caminhóes “finalmente voltou a crescer e está vivendo momento muito positivo neste início de 2018”:

 

“Após termos sofrido praticamente quatro anos de queda contínua nas nossas vendas, sentimos o início da recuperação já no fim do terceiro trimestre do ano passado, e isto tem continuado nos primeiros meses deste ano, com o primeiro quadrimestre, inclusive, fechando com volume acima do que esperávamos”.

 

Segundo ele, mantendo-se o atual ritmo, as vendas de caminhões dos segmentos acima de 3,5 toneladas que, no ano passado, já tinham registrado crescimento de 3% frente ao ano anterior, deverão situar-se na faixa das 80 mil unidades neste 2018. Este resultado, se obtido, representará 33% de crescimento frente às vendas de 2017, que foram de 60,4 mil caminhões.

 

“Não adiante olharmos o brasileiro como um mercado que sofre com problemas pontuais. O mercado brasileiro é diferente”, ensinou Borba. “Atravessamos uma época dificil, é verdade, mas desde o fim do ano passado já estamos apresentando índices positivos de crescimento tanto na indústria como no varejo e no consumo. Voltamos a ter, este ano, boa probablidade de crescimento do PIB e teremos uma nova safra agrícola recorde de 230 milhões de toneladas. E tudo isto normalmente implica novas vendas de caminhões.”

 

Ainda de acordo com Marco Borba, este momento positivo da Iveco no Brasil também se estende para outros países da América Latina, com particular destaque para a Argentina: “O mercado argentino deverá ser de 33 mil unidades este ano. Temos muita tradição naquele país em razão de produzirmos localmente já há quase cinquenta anos e por lideramos o mercado acima de 16 toneladas”.

 

Com relação aos demais mercados latinoamericanos, a Iveco também tem apresentado desempenho comercial positivo, com projeção de exportar cerca de 4 mil caminhões este ano, volume que, se alcançado, será 76% maior do que o de 2017.

 

Foto: Divulgação.

Mini quer crescer 30% com novo carro

São Paulo – A Mini, marca do Grupo BMW, inaugurou nova concessionária em São Paulo, na avenida Europa, na quarta-feira, 23, e aproveitou para lançar o Mini hatch 2019, que foi apresentado no Salão de Detroit, MI, Estados Unidos, em janeiro. A nova versão chegará às concessionárias em junho, com preços que vão de R$ 119 mil 990 a R$ 179 mil 990 e em seis versões, quatro com três portas e duas com cinco portas.

 

A empresa não divulgou a projeção de vendas para o modelo, mas, segundo Helder Boavida, presidente do Grupo BMW no Brasil, é o mais vendido da empresa no País:

 

“O Mini Hatch é o nosso carro chefe. Com as novidades que trouxemos na linha 2019, a expectativa é que suas vendas cresçam ao longo do ano. Junto com ele está o Countryman, que é o nosso segundo modelo de maior volume”.

 

Para o ano, a expectativa do presidente é a de que as vendas cresçam 30%, chegando a 2 mil unidades, contra aproximadamente 1,6 mil emplacadas no ano passado: “Até abril a Mini já registrou crescimento de 30%, enquanto o mercado premium apresentou alta de 16%”.

 

Com relação aos pontos de vendas, considerando o recém-inaugurado, a empresa conta com 24 concessionárias e a projeção é aumentar até o fim do ano: “Em junho inauguraremos loja em Campinas, cidade em que não estamos presente e, até o fim do ano, queremos chegar a 30 pontos de vendas”.

 

Mini Hatch 2019 – O modelo chega ao mercado com duas opções de motorização, 1.5 três cilindros de 136 cv e 2.0 quatro cilindros de 192 cv. Na versão esportiva, John Cooper Works, o motor 2.0 foi recalibrado para 231 cv. O câmbio é a principal novidade mecânica: uma transmissão automática de dupla embreagem e sete marchas. Na versão esportiva o câmbio automático tem seis marchas, dupla embreagem e controle de largada.

 

Novidades tecnológicas também chegaram para a linha 2019, com o kit multimídia capaz de parear o celular pelo Apple Carplay, informações de trânsito em tempo real, serviço de concierge e portal de internet próprio com informações de preço dos combustíveis e previsão do tempo.

 

Foto: Divulgação.