Greve na Mercedes-Benz entra no quarto dia

Entrou no quarto dia a greve dos trabalhadores da fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo, SP. As negociações não avançaram na assembleia realizada na quinta-feira, 17, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A entidade informou que a greve seguirá até que a empresa apresente proposta de acordo coletivo que contemple as principais reinvindicações da categoria.

 

As negociações, que começaram em abril, abrangem basicamente questões salariais.

 

De acordo com Aroaldo Oliveira, secretário geral do sindicato e funcionário da própria Mercedes-Benz, existe um impasse com relação ao valor da PLR, Participação nos Lucros e Resultados, e à reposição salarial.

 

Nova assembleia ocorrerá na manhã da sexta-feira, 18.

Gerdau voltará a operar em três turnos em Mogi

A retomada nas vendas de veículos no mercado interno provocou estímulos em toda a cadeia automotiva e inseriu o País, novamente, no mapa dos investimentos. O crescimento também gerou o aumento da demanda por matérias primas nas empresas de autopeças. No caso da Gerdau, produtora de aços, tanta novidade fez com que decidisse fazer voltar a operar a unidade de Mogi das Cruzes, SP, em março — para, em junho, Mogi passar a trabalhar em três turnos.

 

A volta da demanda fará a Gerdau a ocupar a sua capacidade ociosa, segundo Fladimir Gauto, seu diretor de operação de aços especiais. Para ele os novos modelos trazem novos compostos metálicos nas peças e há processo de substituição de materiais em veículos já lançados:

 

“A onda de construção de motores menores, o conhecido processo de downsizing, deu início ao uso mais recorrente de aços especiais na composição de peças para veículos. Outro exemplo é a busca pela eficiência, pois algumas empresas passaram a aplicar ligas metálicas em busca de redução de peso”.

 

A empresa, embora evite os pormenores, afirma participar, neste momento, de novos projetos de veículos de montadoras e de novos projetos de empresas sistemistas. O objetivo é desenvolver peças mais resistentes por meio da amplicação de algum tipo de aço especial. Na quinta-feira, 17, a empresa anunciou sua nova família aços mais resistentes de olho nas necessidades das fabricantes de veículos.

 

A nova gama possui quatro linhas de materiais cujas propriedades variam de acordo com a aplicação – construção de rolamentos mais leves, alta resistência em peças em geral, alto rendimento na usinagem do componente e uma versão específica para molas e conjunto de suspensão. A empresa não atua na produção de aços especiais com aplicação na parte estrutural de veículos.

 

A volta do terceiro turno em Mogi das Cruzes, que hoje opera em dois, é esperada para junho, o que envolverá a contratação de mais funcionários, de acordo com Mauro Franco, diretor de marketing e planejamento de aços especiais no Brasil: “Muitos deles têm sido, e serão, recontratados, uma vez que trabalhavam na unidade antes de encerrarmos a sua operação, em 2015”.

 

Afora essa unidade a empresa mantém produção de aços especiais em Pindamonhangaba, SP, e em Charqueadas, RS. Somadas as capacidades nominais de cada fábrica, a Gerdau tem capacidade para produzir 1,8 milhão de toneladas de aços especiais por ano — hoje opera com 60% dessa capacidade.

 

Da mesma forma como ocorreu nas fabricantes de veículos, a Gerdau encontrou nas exportações as oportunidades para manter a produção em marcha para compensar o desaquecimento no mercado interno. Fladimir Gauto disse que de 25% a 30% da quantidade do aço beneficiado hoje tem como destino clientes fora do País. Alemanha, Estados Unidos, Itália e México são alguns dos mercados externos atendidos pelas três unidades de aços especiais brasileiras da Gerdau.

 

A empresa vive momento favorável nas exportações por causa da valorização recente do dolar, que elevou o preço dos materiais. Por outro lado, contou Franco, a produção nacional de aço especial demanda insumos importados, fato que elevou o custo por tonelada produzida:

 

“Existe a pressão por preço na competição com empresas asiáticas, por exemplo, algo que se intensificou este ano a partir dos embates envolvendo Estados Unidos e China. Agora chega a questão do câmbio. Por isso acreditamos no potencial do mercado interno brasileiro, onde somos líderes em alguns segmentos”.

 

A empresa anunciou no começo de maio a manutenção da projeção de investimento de R$ 1,2 bilhão em sua operação global, volume que representa 37% a mais do que o valor aportado ano passado. A empresa utilizará o recurso nos ativos nos quais avalia haver maior possibilidade de rentabilidade — um deles é o de aços especiais, que receberá 15,4% do investimento.

 

Para Franco o cenário pode ser visto como um indicador de que a empresa enxerga oportunidades a longo-prazo dentro do setor automotivo: “Muita coisa ainda depende da definição do Rota 2030, mas o mercado brasileiro, que tem potencial para produzir 5 milhões de veículos, é considerado estratégico”.

 

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Bridgestone apresenta novos executivos para o Brasil

Por meio de comunicado a Bridgestone do Brasil anunciou seus novos diretores de marketing e finanças na quinta-feira, 17: Edmílson Pereira assumiu a diretoria de finanças e trabalhará focado em melhorar a governança interna e os processos críticos de finanças e negócios. Formado em economia pela USP e com pós-graduação em finanças e marketing pela Fundação Getúlio Vargas, ele tem mais de 25 anos de experiência acumulada no mercado.

 

Já o novo diretor de marketing é Oduvaldo Viana, que ganhou o desafio de impulsionar os planos de mercado e a posição das marcas Bridgestone, Firestone e Bandag. O executivo é formado em administração de empresas pela FAAP, possui MBA em marketing pela ESPM e vive o mercado há vinte anos.

 

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Ford oferece sincronização do Waze para iPhone no SYNC 3

A Ford divulgou na quinta-feira, 17, que os usuários do aplicativo Waze que possuem iPhone já podem projetar as informações do aplicativo na tela do sistema multimídia dos seus veículos — desde que dotados do sistema SYNC 3 3.0 com tela sensível ao toque.

 

Com isso, diz o comunicado, a Ford torna-se a primeira e única fabricante no Brasil a oferecer a sincronização do aplicativo para os sistemas iOS e Android.

 

Bruna Guarda, supervisora de veículos e serviços conectados da Ford, disse que o objetivo da novidade é facilitar ao máximo o acesso aos recursos, aplicativos e serviços do smartphone, sem que o motorista precise pegar o aparelho.

 

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GM promete ampla renovação até 2022

A General Motors anunciou vinte novos produtos e dez novas versões e séries especiais dos modelos Chevrolet no Mercosul até 2022. Líder em vendas no mercado brasileiro há três anos – e com o carro mais vendido no País, o Onix, desde 2015 –, a companhia tem em curso plano de investimento de R$ 13 bilhões até 2020.

 

Em nota o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, afirmou que os novos produtos surpreenderão o mercado ao oferecer conteúdo e tecnologias inéditas: “Esta é a maior renovação da linha Chevrolet na história da marca na região, reforçando o nosso compromisso em colocar o cliente no centro de tudo o que fazemos”.

 

De janeiro a abril as vendas de modelos Chevrolet cresceram 15,8% com relação aos primeiros quatro meses do ano passado, somando 125,8 mil unidades comercializadas. O ritmo de alta ficou abaixo da média do mercado, que cresceu 20,4% no mesmo período. De todo o modo o Onix segue como o modelo mais vendido no País, com 58,4 mil unidades até abril – o vice-líder, Hyundai HB20, registrou 33,6 mil licenciamentos em igual período.

 

Além do Onix a Chevrolet tem em seu portfolio Prisma, Cobalt, Spin, Cruze, Montana, S10 e Traiblazer produzidos no Mercosul. A expectativa do mercado é que toda a linha seja renovada pela montadora.

 

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Fiat Argo ganha nova versão, de entrada, por R$ 44,9 mil

Ao comemorar um ano do lançamento do modelo Argo, já com quase 50 mil unidades vendidas, a FCA apresentou sua nova versão de entrada, o Argo 1.0. Com ele, a empresa espera alavancar seus resultados no mercado nacional, de acordo com comunicado divulgado na quarta-feira, 16. A nova versão será comercializada por R$ 44 mil 990.

 

Mesmo sendo versão de entrada a Fiat aposta na lista de equipamentos de série, como ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas, para atrair novos clientes.

 

No primeiro quadrimestre do ano o Argo vendeu 17 mil 818 unidades e foi o nono modelo mais vendido no Brasil.

 

Fotos: Divulgação.

Rota 2030 pauta encontro de ferramentarias

CAXIAS DO SUL, RS – O eixo central dos debates do Enafer, 11º Encontro Nacional de Ferramentarias, que teve início na quinta, 17, em Caxias do Sul, RS, é o Programa Rota 2030, novo regime para o sistema automotivo em substituição ao Inovar-Auto, que teve sua vigência encerrada em dezembro. O formato do novo regime e suas condições interessa diretamente à indústria de ferramentais, que tem no segmento automotivo um de seus maiores clientes. Os ajustes finais em discussão pelo governo federal com setores empresariais diretamente envolvidos serão expostos por Igor Calvet, titular da Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do MDIC, durante palestra no início da tarde da sexta-feira, 8, no UCS Teatro, onde se concentrará toda a programação.

 

Segundo Christian Dihlmann, presidente da Abinfer, Associação Brasileira de Ferramentais, o setor tem consciência de que dificilmente se repetirão as diretrizes de funcionamento do Inovar-Auto. Porém há um anseio claro por isonomia frente às condições de disputa verificadas no mercado externo:

 

“Não queremos agir sem regras, mas quando se permite que outros países o façam e ainda se compre moldes de lá a luta fica injusta. O Brasil precisa gerar emprego, mas coloca regras demais, que tornam inviável a competitividade. Concorremos com países que não têm o mínimo respeito pelo meio ambiente, onde as indústrias não têm sequer que atender às normas de um conselho de engenharia e arquitetura. Deste jeito as empresas brasileiras vão fechando, gerando desemprego e acabando com o poder aquisitivo da população. Se continuar assim não haverá mercado consumidor interno nem para adquirir os produtos que vêm da China”.

 

Gélson de Oliveira, vice-presidente técnico da Abinfer, disse que as regras do jogo devem ser claras para que o empresário possa definir o seu plano de negócios, direcionando ações para o mercado interno ou apostando no externo. Segundo ele o Inovar-Auto garantiu que as ferramentarias se mantivessem ativas, mesmo com as dificuldades decorrentes da crise: “Teria sido muito pior sem o Inovar-Auto. Por isto é necessidade urgente a aprovação do Rota 2030”..

 

Oliveira, empresário do setor em Caxias do Sul, lembrou que, atualmente, a capacidade instalada nas ferramentarias atende em torno de 30% das demandas da indústria automotiva. Atualmente o índice médio de atendimento é de 15%: “No momento quem determina como e onde serão feitos os moldes é a matriz das montadoras. Por isto a saída para resolver esta equação é uma política governamental, importante, inclusive, para as montadoras”.

 

A definição das regras é importante para que as empresas possam se preparar diante da perspectiva de retomada mais intensa da atividade econômica nos próximos anos. De acordo com José Alceu Lorandi, integrante do conselho fiscal da Abinfer, e diretor da Indústria de Matrizes Belga, de Caxias do Sul, 2018 ainda será de instabilidade em razão do processo eleitoral de outubro, mas os seguintes, de 2019 a 2021, apontam para um desempenho mais consistente: “Já temos indicações de novos projetos no setor automotivo, o que nos impõe a adoção de medidas para atender com capacidade tecnológica e de produção as demandas futuras”.

 

Para o primeiro-tesoureiro da entidade, Antônio Gaviraghi, este ano tem se apresentado como um dos melhores para sua empresa, a Gama Matrizes, de Caxias do Sul, que já investiu perto de R$ 6 milhões na compra de novos equipamentos, ainda não instalados. A demanda, segundo ele, é para suprir moldes para produção de modelos automotivos já em linha de produção: “Menos de 20% dos pedidos é para projetos futuros. A maioria, mesmo, é para atender necessidades atuais”.

 

A abertura do encontro está programada para as 9h00 da sexta-feira, 18, com manifestações dos presidentes Christian Dihlmann, da Abinfer, e Jaime Lorandi, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho, entidades promotoras do Enafer. A expectativa dos organizadores é reunir em torno de 350 participantes, de diferentes estados do Brasil. 

 

A programação contempla quatro palestras, duas mesas redondas e assembleia geral da Abinfer. Dentre os palestrantes estará José Antônio Zara, diretor de ferramentaria da General Motors, que destacará como os empresários devem preparar seus negócios para atender ao futuro da ferramentaria nacional em competência humana e tecnologia, e Bruno Luís Ferrari Salmeron, diretor da Schulz Automotive, de Joinville, SC, que centrará atenções na importância da governança como fator de sucesso da empresa.

 

Na quinta-feira, 17, foram realizados oito workshops técnicos.

Novo Plano Safra será anunciado em junho

O Plano Safra 2018-2019 será anunciado em 6 de junho e deverá, ao menos, manter o mesmo valor do ano passado, R$ 30 bilhões, de acordo com Jefferson Coriteac, secretário geral da Sead, Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário: “Manter os R$ 30 bilhões este ano será um avanço importante para o setor”.

 

Ele recordou, na quinta-feira, 17, em São Paulo, que em 2017 metade desse valor foi exclusivamente destinada ao agronegócio.

 

O Ministério da Fazenda garantiu para a Secretaria que não faltará dinheiro para os financiamentos do Plano Safra, segundo Coriteac.

 

Foto: Divulgação.

Motos para uso agrícola terão condições especiais de financiamento

A Abraciclo e a Sead, Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, assinaram na quinta-feira, 17, em São Paulo, acordo de cooperação técnica que cadastra produtos do setor de duas rodas nas operações de financiamento do programa Pronaf Mais Alimentos, orientado para a agricultura familiar.

 

Com o acordo as associadas da Abraciclo poderão vender motocicletas, quadriciclos, motores de popa e motores estacionários, todos de fabricação nacional, em condições especiais de financiamento, para as famílias inseridas no programa. O Pronaf oferece financiamentos com até 120 meses de prazo, carência de até 36 meses e taxas de juros que variam de 2,5% a 5,5% ao ano. As linhas de financiamento são operadas pelo Banco do Brasil, agente financeiro do programa.

 

Atualmente 4 milhões da famílias estão cadastradas no programa, mas a Sead informou que abrirá processo de cadastramento e esse número pode chegar a 40 milhões. Mas, segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, nem todos os cadastrados deverão comprar motocicletas:

 

“Não deve acontecer um boom nas vendas de imediato, o que era uma preocupação do Ministério da Fazenda. O volume vendido para essas famílias não será muito grande. Ainda não temos uma projeção, mas se 40 milhões de famílias participarem do programa e 10% comprarem uma moto, serão 4 milhões de unidades que podem ser vendidas nos próximos dois ou três anos”.

 

Honda e Yamaha já estão cadastradas para vender suas motos pelo Pronaf, mas ainda não definiram os modelos elegíveis. Mas, de acordo com o presidente, a intenção é contemplar motos de baixa cilindrada.

 

“Com o acordo assinado começarão as negociações das empresas com a Secretaria para determinar tamanho e capacidade dos motores, pois o foco é o uso agrícola e urbano. Daí os modelos escolhidos precisam ser de uso misto e, na minha opinião, não passarão de 300 centímetros cúbicos de cilindrada”.

 

O presidente Marcos Fermanian afirmou, também, que a intenção do acordo é oferecer mais opções para as famílias, com outras associadas se incorporando ao programa.

 

Fotos: Caio Bednarski.

Licitações movimentam mercado de ônibus em 2018

A licitação do sistema de transporte de São Paulo, Capital — em curso desde o começo de maio — e a demanda do programa Caminho da Escola devem impulsionar as vendas de ônibus urbanos no País este ano e as fabricantes se movimentam para atender aos pedidos.

 

No caso do programa da SPTrans o volume de veículos chega a 13,5 mil unidades ao longo de vinte anos, tempo de exploração do sistema concedido pela Prefeitura. As atuais operadoras da cidade são naturais concorrentes e, por isso, as empresas com as quais mantêm parceria comerciais estão atentas às oportunidades.

 

Para a Volvo, fornecedora histórica de chassi de ônibus às operadoras de São Paulo, uma das premissas da licitação atual — que é a de reduzir a quantidade de ônibus nos corredores, porém aumentando a capacidade de passageiros transportados pelos veículos — está alinhada com suas projeções. Por meio de comunicado a empresa informou que “sempre defendeu e apoiou a ideia de sistemas de ônibus de alta capacidade”, ressaltando que “defende o modelo como o ideal para melhorar a mobilidade da cidade”.

 

A Volvo, como já possui chassis do modelo em circulação no País, inclusive na Capital paulista, mantém produção nas linhas e isso é considerado um diferencial competitivo.

 

A Mercedes-Benz é outra empresa que vive condição semelhante. Na cidade, segundo a companhia, são aproximadamente 1 mil 150 ônibus superarticulados de 23 metros circulando. No Rio de Janeiro, RJ, coisa de cem ônibus em operação nas linhas do BRT — Transcarioca, Transoeste e TransOlímpica.

 

Segundo Walter Barbosa, seu diretor de vendas de ônibus, a cidade de São Paulo representa de 20% a 25% de todo mercado de urbanos nacional. A quantidade de veículos esperada a partir da licitação na Capital paulista representa o principal negócio para o setor em 2018:

 

“Sem dúvida a quantidade de ônibus requisitado no edital representa negócio importante em termos de volume para o setor. São mais de 14 mil ônibus em operação. Normalmente de 5% a 10% da frota é renovada todos os anos e obviamente quando olhamos para todo o segmento urbano há uma série de oportunidades”.

 

No caso do Caminho da Escola, programa federal de ampliação e renovação da frota de veículos escolares das redes municipais de ensino, as fabricantes iniciaram as primeiras entregas.

 

No começo de maio a MAN anunciou que venceu licitação para entregar de 3,4 mil ônibus escolares ao programa. Os modelos disponíveis para a compra das prefeituras são os Volksbus 8.160 ODR, 15.190 ODR e uma versão compatível com a acessibilidade construída sobre o 8.160OD.

 

A Mercedes-Benz também saiu vencedora e tem o direito de vender uma cota de 1,6 mil unidades de ônibus. O modelo com o qual participará do programa é o LO 916. A empresa informou que ainda não realizou entregas.

 

Foto: Divulgação.