Continental Pneus recebe prêmio da GM

A Continental Pneus recebeu da General Motors o prêmio Fornecedor do Ano durante a vigésima-sexta cerimônia anual, realizada em Orlando, Flórida. Foi a segunda vez que a fabricante de pneus conquistou o prêmio, entregue a 132 fornecedores de dezessete países.

 

No Brasil e nos países do Mercosul a Continental fornece para a GM os pneus ContiPowerContact, ContiCrossContact LX e ContiCrossContact LX2 para os modelos Ônix, Prisma e S10 e o ContiSpareTire 17 na medida T115/70 R16 para Cobalt, Cruze, Cruze Sport 6, Spin e Prisma.

 

Juan Botero, vice-presidente de gerenciamento de contas-chave de pneus originais para caminhões e veículos leves da Continental Pneus Américas, disse que a companhia dedica-se para entregar inovações e soluções para a GM, além de fornecer pneus de alta qualidade: “Estamos honrados com este reconhecimento e sentimos que ele é um reflexo direto de nossa contínua parceria”.

Bancos liberam R$ 28,6 bi para financiamentos em jan-abr

O primeiro trimestre do ano teve o maior valor de recursos para financiamentos liberado dos últimos cinco anos, atingindo R$ 28,6 bilhões, alta de 27,6% na comparação com igual do período do ano passado, de acordo com o comunicado divulgado pela Anef, Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, na segunda-feira, 14.

 

Os recursos liberados em março somaram R$ 10,3 bilhões para financiamentos e leasing na compra veículos. O valor representa alta de 23,7% com relação ao mesmo período do ano passado.

Faturamento de autopeças avança 24%

O faturamento do setor de autopeças fechou o primeiro trimestre em alta de 23,8% com relação a idêntico período do ano passado, alcançando o melhor resultado nominal desde 2010, de acordo com informações do Sindipeças. A entidade informou, em comunicado, que todos os canais registraram alta na casa dos dois dígitos: as vendas para montadoras avançaram 24,2%, as exportações cresceram 34% em real e 29,8% em dólar. Na reposição a expansão no príodo foi de 14,7% comparada à dos primeiros três meses de 2017.

 

Há uma expectativa, porém, de impacto negativo nas exportações a partir de maio, com um possível alento. Diz o comunicado do Sindipeças: “A recente crise cambial na Argentina afetará os números do setor a partir de maio, por causa do impacto que trará para as exportações. Por sua vez, se a desvalorização do real perdurar, oferecerá estímulos adicionais às exportações de autopeças brasileiras, principalmente, para América Latina, Estados Unidos e Europa”.

 

O emprego voltou a crescer de fevereiro a março, 0,25%, e expandiu 8,7% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. O NUC, nível de utilização da capacidade caiu 2 pontos porcentuais, mas se manteve acima dos 70%.

 

Segundo o Sindipeças a retomada da confiança dos agentes econômicos, a redução da taxa de juros, inflação baixa e melhora na renda real, com consequente expansão do crédito, são algumas das razões que ajudam a entender a retomada do setor no primeiro trimestre.

 

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Truckvan projeta exportar 30% a mais

A Truckvan quer recuperar o tempo perdido durante a crise e projeta crescimento de 30% nas suas exportações, de acordo com José Augusto Marinho, responsável pelo seu departamento internacional. Recentemente a empresa iniciou embarques para a Costa Rica, com o envio de uma unidade móvel de capacitação profissional para o INA, Instituto Nacional de Aprendizaje.

 

Este é mais um mercado que a empresa conquista, pois já exportou para Angola e Nigéria. Marinho também afirmou que está em tratativas comerciais com diversos países, tendo, inclusive, representantes na América do Sul, América Central, África e Oriente Médio. As soluções mais exportadas são agências bancárias móveis, escolas móveis, unidades de treinamento profissional e de capacitação.

 

De 2008 a 2014 a Truckvan cresceu 625%. Em 2015, com a chegada da crise que afetou todo o mercado nacional e também a empresa, surgiu a decisão de criar o departamento internacional, focado na exploração de novos mercados para tornar a companhia mais atuante no exterior. Agora, com a retomada do mercado, Marinho acredita que será possível retornar à rota do crescimento.

 

Segundo Marinho, durante o período de queda a empresa aproveitou para focar em outros setores, fabricando contêineres data center e outras soluções para tecnologia da informação e semirreboques blindados para transporte de cargas valiosas, além de outras ações para aumentar o portfólio da empresa.

 

Com relação ao mercado nacional a Truckvan projeta crescimento de 30% no faturamento este ano, superando R$ 100 milhões. De acordo com Marinho o resultado do ano passado registrou alta de 44%, saindo de R$ 50 milhões para R$ 72 milhões. Para atingir o crescimento a empresa unificou suas três fábricas em um só terreno em Guarulhos, SP, no bairro de Bonsucesso, “com o objetivo de aumentar significativamente a sinergia de todos os departamentos”.

 

Para o setor de caminhões a empresa segue a projeção da Anfir e espera alta de 30% com relação ao volume do ano passado.

 

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Franquias automotivas crescem 4% no primeiro trimestre

A ABF, Associação Brasileira de Franchising, registrou crescimento de 3,8% das redes de serviços automotivos no primeiro trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com comunicado divulgado na terça-feira, 15. De maneira geral o mercado de franquias cresceu 5,1% no período.

 

O foco das novas unidades é em mercados ainda não conquistados, como o Interior de estados em que já atuam, caso do arquiteto Henning Boilsen, que decidiu se aventurar no setor automotivo e abriu uma franquia da ChipsAway, rede de funilaria express em Jundiaí, SP.

 

Ainda de acordo com os dados da ABF as franquias buscaram novas alternativas de endereços, como centros comerciais, universidades, clubes e estacionamentos, pois houve alta de 2% no volume de franquias automotivas nesses locais.

 

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Tesla registra nova empresa na China

A Tesla parece estar cada vez mais próxima de produzir carros elétricos na China: na terça-feira, 15, foi registrada uma nova empresa com sede em Xangai, com capital de US$ 15,8 milhões, de acordo com as informações da imprensa internacional.

 

A unidade comercial da Tesla na China atuará em áreas como desenvolvimento tecnológico e serviços relacionados a veículos elétricos, baterias, autopeças, instalações de armazenagem de energia e produtos de painéis solares, o que aproxima cada vez mais a empresa americana do mercado chinês.

 

As conversas da companhia com o governo chinês sobre a construção da primeira fábrica Tesla fora dos Estados Unidos começou no ano passado e um fato determinante foi o fim da obrigatoriedade da formação de joint-ventures para construir fábrica na China.

 

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Vendas de seminovos caem 50% de jan a abr

Com a retomada do mercado de automóveis 0KM as vendas de seminovos com até três anos de uso, que estiveram em alta durante a crise, cairam 49,6% nos primeiros quatro meses do ano, 888 mil 538 unidades, contra 1 milhão 762 mil 272 no mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Fenauto, Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores, na terça-feira, 15.

 

De acordo com a entidade essa queda é uma normalização do mercado, pois durante a crise os automóveis com até três anos de uso se tornaram opção muito procurada pelos consumidores, pelos preços mais acessíveis, por serem modelos ainda valorizados no mercado e pela possibilidade de comprar um veículo mais equipado seminovo do que um novo com menos itens de série pelo mesmo valor.

 

Agora, com a maior oferta de crédito pelos bancos e a possibilidade de financiamento em até sessenta meses, que já é oferecida por algumas empresas fabricantes, os consumidores voltaram a comprar carros novos, abandonando o segmento de seminovos.

 

Ainda existe uma grande parcela de consumidores que quer comprar um automóvel, mas que não consegue assumir o custo de um 0KM ou seminovo — com isso esse contingente mira os usados jovens, de 4 a 8 anos de uso, e para os de 9 a 12 anos, considerados usados maduros pela entidade.

 

Os usados jovens registraram alta de 36,9% no quadrimestre, com 1 milhão 799 mil 346 emplacamentos com relação ao mesmo período do ano passado. As vendas de usados de 9 a 12 anos de uso cresceram 79%, chegando a 794 mil 285 unidades na mesma base de comparação.

 

Mesmo com a retomada do mercado de veículos novos, as vendas dos usados no quadrimestre chegaram a 4 milhões 464 mil 773 unidades, contra 4 milhões 248 mil 473 no mesmo período do ano passado, expansão de 5,1%. Para o presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, se essa evolução de vendas continuar ao longo do ano será possível atingir alta positiva semelhante à do ano passado, 6,2%.

 

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BMW tem 250 mil veículos elétricos rodando por aí

O Grupo BMW alcançou um marco importante em abril, de acordo com Pieter Nota, integrante do seu conselho de administração e responsável por vendas da marca BMW: “Temos o prazer de anunciar que existe, agora, um quarto de milhão de veículos elétricos do Grupo BMW circulando pelas estradas do mundo”.

 

Somadas, as vendas BMW i, BMW iPerformance e Mini Electric cresceram 52% em abril, para 9 mil 831 unidades, levando o total de carros elétricos vendidos pela BMW para mais de 250 mil unidades: “Estamos bem encaminhados para cumprir nosso objetivo de vender mais de 140 mil veículos elétricos este ano”.

 

Nos primeiros quatro meses do ano as vendas de elétricos BMW somaram 36,7 mil unidades, alta de 41,7% sobre o primeiro quadrimestre de 2017. No total o Grupo BMW entregou 799,5 mil veículos das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce, um crescimento de 2,5% sobre janeiro a abril do ano passado – o melhor primeiro quadrimestre em vendas da história.

PSA planeja operação de menor custo na América do Norte

O retorno do Grupo PSA aos Estados Unidos, previsto para 2026, será focado em operações de baixo custo em busca de maior rentabilidade dos negócios na região, de acordo com as informações reveladas pelo site Automotive News na segunda-feira, 14.

 

A companhia combinará softwares, aplicativos de mobilidade e uma rede de baixa margem de investimento e, com isto, acredita que será possível reduzir seus custos gerais e os que são repassados para os revendedores.

 

Larry Dominique, chefe da PSA para América do Norte, disse que com novas tecnologias e ferramentas o grupo acredita que será possível ter uma operação mais ágil e enxuta: “Vemos o alto custo das operações nesse setor e também os desafios para buscar a lucratividade, tanto do grupo quanto dos revendedores”.

 

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Produção de motocicletas cresce 37%

A produção de motocicletas na Zona Franca de Manaus fechou abril com 88,4 mil unidades, crescimento de 37,3% sobre o mesmo mês do ano passado, informou a Abraciclo na segunda-feira, 14. Com relação a março, no entanto, o ritmo das linhas de montagem recuou 6,5%.

 

No quadrimestre a produção acumulada foi de 375 mil motocicletas, avanço de 17,6% sobre o período de janeiro a abril do ano passado. As vendas ao atacado acompanharam a tendência positiva das linhas de montagem: alta de 12,8% no quadrimestre, para 312,5 mil unidades.

 

Em abril, isoladamente, as concessionárias de motos adquiriram 78,5 mil motocicletas, uma alta de 28% com relação ao mesmo mês de 2017.

 

Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, o resultado mostra que o setor de duas rodas está se recuperando da crise econômica que derrubou o volume de produção do setor nos últimos anos: “Quatro meses consecutivos de bons resultados faz com que a indústria caminhe para um crescimento sustentável”.

 

A projeção da entidade para 2018 é de crescimento de 5,9% na produção e de 4,3% nas vendas ao atacado, para 935 mil e 850 mil unidades, respetivamente.

 

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